XXII

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Galera, quase que vocês iam ficar sem atualização, pois nessa sexta eu vou viajar e eu meio que fiquei sem tempo para escrever, eu comecei a escrever o capítulo nessa quinta-feira e estou terminando de madrugada.

E por isso eu deixei pra desenvolver a continuação da história no próximo capítulo, pois eu não teria tempo para desenvolver ele de modo correto, então esse capítulo é um capítulo bem soft, você vão ver.

Eu quero agradecer os comentários do capítulo passado, eles me ajudaram a ter forças para entregar esse capítulo hoje apesar do cansaço.

Continuem comentando e votando, pois esse é o meu pagamento e eu fico muito feliz lendo todos os comentários, eles fazem o meu dia, beijos e aproveitem o capítulo 💓

Desculpem algum erro.
....

Dinah então explicou novamente o que havia acontecido no restaurante, enquanto Lucy, com profissionalismo, coletava as amostras de cabelo, pele debaixo das unhas de Dinah e até a saliva em seu rosto.

- Espera aí... você estava com a saliva dela no rosto esse tempo todo e não disse nada?! - Lauren perguntou, enojada, afastando-se ligeiramente de Dinah.

- Eu acho que vou vomitar. - Verônica fez uma careta de nojo, levando a mão ao estômago.

- Fracas! - Dinah zombou, erguendo as mãos. - Com isso, podemos descobrir quem é essa vadia da Suprema!

- Além disso - Lucy acrescentou, lacrando os frascos com as amostras -, temos uma grande chance de finalmente desmascarar e prender

O ambiente ficou em silêncio por um momento. Todas se entreolharam, sabendo que aquele instante marcava um ponto de virada. A busca por justiça estava chegando ao ápice, e ali, na cozinha daquele apartamento, um novo capítulo começava.

...

00:30

Dinah ergueu a taça em um brinde vitorioso, orgulhosa das provas que havia conseguido contra a Suprema. Agora, as cinco estavam reunidas na sala, brindando com champanhe. Camila, por sua vez, preferiu um suco natural, repousando confortável no sofá.

— Amanhã mesmo eu levo essas provas pra delegacia — afirmou Lucy, encarando os documentos como se estivesse diante de um troféu.

— Toma cuidado, amor. Se perdermos essa chance... nunca mais vamos chegar tão perto da Suprema — alertou Verônica, a voz baixa, mas carregada de preocupação.

Lucy virou o rosto para encarar a esposa e segurou a mão dela, com suavidade.

— Eu não vou perder. Confia em mim. Amanhã cedo, eu mesma entrego tudo. Pessoalmente.

— Ótimo — murmurou Dinah, cruzando as pernas e recostando-se no sofá com um ar mais sombrio. — Porque aquela vadia arruinou minha vida. Se você perder essas provas, Lucy... eu juro que te arruino também.

O tom era meio brincalhão, mas todas sabiam que Dinah não estava completamente brincando.

Enquanto o ambiente fervia com tensão e promessas, em um canto da sala, um clima completamente diferente reinava. Como se estivessem em uma bolha alheia a tudo, Lauren e Camila trocavam carinhos silenciosos no sofá.

Camila estava deitada, com a cabeça apoiada no colo de Lauren, que fazia movimentos circulares na barriga dela com os dedos. Seus olhos estavam fixos nos de Camila, e um sorriso quase infantil brotava nos lábios da professora. Camila sorria de volta, como se cada toque e sussurro de Lauren aliviasse o peso do mundo dos seus ombros.

— Elas são tão lindas juntas — disse Normani em voz baixa, quase como se não quisesse quebrar o encanto da cena.

— Demais... — sussurrou Lucy, apertando a mão de Verônica com ternura. Mas quando tentou entrelaçar os dedos da esposa, percebeu que Verônica estava com a mão pousada sobre o próprio ventre, os olhos fixos em algum ponto perdido no espaço.

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