XXV

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Gente, atualização nova espero que gostem, por favor não deixem de votar e comentar.

No fim da história eu deixei um recado para vocês, espero que leiam. Bjs amo vocês 💟

Ally ou Dinah?

A pergunta pegou Lucy e Lauren de surpresa. As duas se entreolharam, completamente perdidas.

— E se mostrarmos uma foto? — sugeriu Lauren, sussurrando para Lucy.

— Pode ser uma boa ideia. — Lucy concordou, balançando a cabeça.

Lauren se virou para o homem, que estava sentado em uma cadeira improvisada, com o corpo machucado e os dedos esmagados. Seu olhar para os policiais era de pura raiva, mas também de resignação.

— Escuta, se eu te mostrar uma foto, você consegue identificar quem foi que te contratou? — Lauren perguntou, mantendo a voz firme.

O homem olhou para os policiais e depois para o próprio dedo destruído. Não tinha mais nada a perder.

— Sim... mas, por favor, depois disso me deixem ir. Eu só queria subir na vida, fiz isso do jeito errado, eu sei, mas... eu sou só um faxineiro. Acha mesmo que eu teria outra chance como essa?

Ele desabafou, mas nem Lauren nem Lucy estavam ali para ouvir lamentos.

Lauren puxou o celular do bolso e abriu uma foto recente tirada na empresa. Na imagem, ela, Dinah e Ally sorriam para a câmera, um registro de um momento de aparente harmonia.

— Aqui — disse ela, estendendo o celular.

O homem olhou fixamente. Um dos olhos estava inchado e roxo, o outro ainda funcional, apesar da visão visivelmente prejudicada. Ele hesitou por alguns segundos, analisando cada rosto com atenção. Então, finalmente, apontou com a cabeça.

— Foi ela. Foi essa mulher que me contratou para destruir as provas.

Lucy arregalou os olhos. Lauren ficou em choque. Como tinham estado tão próximas, tão íntimas da Segunda Suprema ou será da suplente?

— O que fazemos com ele? — perguntou o policial que as acompanhava.

Lucy olhou para Lauren, que assentiu em silêncio, ainda absorvendo o choque.

— Leve-o para um hospital. No estado em que está, ele vai passar um bom tempo por lá. O dinheiro da Suprema vai servir só pra pagar as contas médicas — determinou Lucy com frieza.

O policial concordou com a cabeça e ajudou o homem a subir as escadas do porão do barco.

— Eu não acredito que é ela — sussurrou Lauren, decepcionada, os olhos marejados.

— Nem eu. Mas ele não teria por que mentir. Sabia que poderíamos matá-lo... ou que a própria Suprema faria isso se soubesse que ele abriu a boca.

— Eu sei... só não sei o que fazer agora. Como vamos agir? Precisamos resolver isso imediatamente. Não sei nem por onde começar! — disse Lauren, em desespero.

Seu pensamento foi direto para Camila.

— Temos que tirar a Camila da mira dessa mulher. Você precisa terminar logo os preparativos da casa e levar a Camila e a Luna para lá. Se não estiver tudo pronto, leve mesmo assim. Ela está na fase final da gravidez e não pode passar por estresse nenhum. Isso tem que ficar só entre eu, você e Verônica... caso ela ainda apareça em casa.

— É isso que eu vou fazer. Faltam apenas alguns móveis, mas já dá para viver lá. Só não entendi essa parte... “caso ela apareça em casa”?

— Verônica ficou chateada por eu não ter contado a verdade. Está na casa da mãe dela. Não quer me ver, nem falar comigo.

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