Espero não ter demorado muito, por favor, votem e comentem que aí eu volto mais rápido. Espero que gostem do capítulo 🩷🩷
...
Nos capítulos anteriores:
Era como se um peso tivesse saído das costas de Camila. A latina finalmente conseguia respirar e quase pulava de alegria, junto com as amigas.
— Eu nem acredito que ela esteja bem — dizia Camila, emocionada.
Nesse momento, outro policial entrou na sala de espera e cochichou algo no ouvido do colega, que logo ficou visivelmente constrangido.
— Desculpa interromper a comemoração... mas acabou de acontecer um acidente. Houve um disparo, e alguém está ferido.
O alívio que Camila sentia desapareceu instantaneamente, dando lugar à angústia e a uma dor aguda no ventre.
— Aii!
Ela gritou, levando as mãos à barriga, e sentiu algo molhado entre as pernas.
— Merda! — exclamou Normani ao perceber o que havia acontecido. — A bolsa estourou!
— Eu não posso entrar em trabalho de parto agora! Eu preciso da Lauren! Preciso saber se ela e a Luna estão bem! — gritava Camila, em desespero, enquanto uma nova contração a fazia gemer de dor. Maya estava vindo.
Verônica trocou um olhar aflito com Normani, sem saber o que fazer. Ninguém ali tinha certeza de quem havia sido baleado.
— Dá pra ajudar aqui?! — Normani cobrou do policial que estava paralisado. Ele então começou a agir, enquanto o outro ligava para uma ambulância.
Verônica estava angustiada, o coração apertado por Lauren e Lucy, mas sabia que não podia demonstrar nada diante de Camila. Normani também tentava se manter firme, embora seu pensamento estivesse em Dinah.
Os policiais rapidamente organizaram um local seguro e levaram Camila para aguardar a chegada da ambulância.
...
A polícia levava Ally para a viatura quando, de repente, ela parou de andar. Virou-se uma última vez para todos os que estavam ali e lançou uma frase debochada:
— Tudo teria dado certo... se não fossem essas crianças enxeridas.
PÁH!
Um disparo ecoou pelo local. Todos se assustaram, abaixando-se instintivamente, enquanto a polícia rapidamente começava a agir. As pessoas olhavam ao redor, tentando entender se alguém havia sido atingido.
O tiro passou perigosamente perto de Charlotte e Engfa, que estavam abraçadas após o susto. As duas se entreolharam, apavoradas.
— Filha, você tá bem? — o Sr. Austin correu até Charlotte, mas logo percebeu que quem havia sido atingida era Engfa.
O braço da jovem sangrava.
— PRECISO DE UM MÉDICO AQUI!! — gritou o homem, desesperado.
Charlotte olhou para a namorada e se deu conta da gravidade da situação. O sangue escorria pelo braço de Engfa, e a ficha caiu: aquele tiro teria acertado Charlotte, se Engfa não tivesse a abraçado no momento exato.
— Merda... Eu não posso ir para o hospital — chorava Engfa, a voz embargada. — Meus pais... eles nunca vão conseguir pagar por isso...
Não era a dor física que a destruía, era o peso da preocupação. O Sr. Austin tentou acalmá-la enquanto pressionava o ferimento para estancar o sangue.
Os paramédicos, que já estavam por perto, chegaram rapidamente e começaram os primeiros socorros. Engfa foi colocada na maca e levada às pressas para o pronto-socorro mais próximo. Charlotte insistiu em ir junto, apesar dos pedidos do pai para que ficasse.
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FanfictionNa escola, Lauren Jauregui era a nerd invisível, com seus livros, óculos e sonhos grandiosos. Camila Cabello? A garota mais popular do colégio - linda, arrogante e intocável. Elas mal trocavam palavras... e quando trocavam, doíam. Onze anos depois...
