15 - Jogo Perverso

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Shin Ryujin's Point of view.

— Eu aceito.

Seu sorriso diabólico se abriu em minha direção e ela caminhou até minha frente. Olhou-me por breves segundos e logo colocou uma das pernas no meio das minhas. Lucy se abaixou, sentando sobre minha coxa semi nua. Levantei as mãos para segurar na cintura dela, que no mesmo instante me repreendeu.

— Nada disso...

A xinguei mentalmente, e abaixei as mãos. Ela começou a se mover novamente, no ritmo que a música ditava. Ela só podia estar querendo me enlouquecer. Estava praticamente se esfregando em mim.

— Você só pode está de sacanagem. — Falei para a mulher, que sorriu e levantou-se, virando de costas e sentando novamente meu colo. Agora, entre minhas pernas, ela começou a rebolar.

Porra. Porra. Porra.

Eu sentia minha calcinha encharcada, não iria aguentar por muito tempo. Eu precisava tocá-la.

Ela rebolou rápido, se esfregando com força. Apertei os dedos na cadeira na qual eu estava sentada, ansiando domá-la ali, sobre aquela mesa. Maldita.

— Você vai me pagar por isso. — Sussurrei no ouvido dela.

— Vou, é? Como? — provocou.

A stripper se levantou, ficando de frente novamente e dançando em pé, bem na minha frente. Eu analisei cada detalhe de seu corpo, que eu acreditava ter sido esculpido por deuses — ou demônios — de tão perfeito.

— Tire a roupa para mim? — pedi.

Lucy me olhou por alguns segundos. Ela havia ficado ainda mais linda com a máscara que eu havia lhe dado de presente. Mas tudo que eu queria era ver seu rosto, a cara da mulher que me deixava num estado deplorável de tesão.

— Tire. Deixe-me vê-la.

A mulher continuou a dançar de forma sensual para mim, sem respostas. Eu podia sentir meu líquido escorrer por minhas coxas. Ela sabia o que me causava, mas eu sabia que ela estava da mesma forma. Lucy sentou-se novamente em meu colo, com uma perna de cada lado, e, agora de frente, ela rebolou gostosamente sobre mim, praticamente esfregando seu sexo sobre o meu.

Fechei as mãos em punhos apertados para evitar a vontade de tocá-la, mas a tortura continuou. O ambiente estava quente, abafado feito uma sauna. Meu corpo suava, e a stripper inclinou a cabeça para trás em uma de sua reboladas, soltando um gemido abafado, deixando que uma gota de suor descesse por seu pescoço, se perdendo entre o vale de seus seios.

Aquilo era demais para aguentar.

Não dava mais.

Não.

Concentre-se, Ryujin!

Com um grunhido, agarrei com uma das mãos sua cintura, e a outra puxei sua cabeça em um beijo faminto. Era enlouquecedor. Travamos uma batalha para quem assumia o comando, no qual eu havia ganhado. Chupei a língua de Lucy com gana, fazendo-a arfar. Levantei da cadeira com a stripper em meu colo, colocando-a sobre a mesa ao nosso lado, sem desgrudar meus lábios do dela. Não dava mais pra suportar aquela pressão infernal no meu corpo.

A mulher me beijava com vontade, abaixando as alças do vestido azul que eu vestia. Levei rapidamente a mão ao fecho do sutiã da mesma, tirando-o completamente e deixando livre seus seios.

— Não podemos... — Lucy sussurrou, ofegante.

— Nós podemos, sim.

Lucy's point of view.

The Stripper | RYEJIOnde histórias criam vida. Descubra agora