Num pensamento horroroso,
Meus olhos rodam como tufão.
E num pesar silencioso,
Me encontro aquém da paixão.
Deito rumo há um sonho meu;
Minha visão agora cansa,
E ouvir já não traz dança
Aos sonhos de Morfeu.
Em vão, tentei impedir.
Meu coração parou;
O alarme tocou
E eu voltei a dormir.
Pois torno a vida em melodia,
E a entoo todo dia
Para que debaixo da terra,
Alguém possa me ouvir.
