Uma história de amor forte entre duas jovens estudantes universitárias.
Com algum drama envolvido, mas, também com muito Amor e complicidade misturadas.
Em que Amar nos grandes detalhes é fácil, mas, o mais difícil é Amar nos pequenos pormenores...
Notas da Autora: Neste capítulo surgirão mais três personagens que serão homenagens: os avôs maternos dos manos Albuquerque Buiar, que vão ter os nomes de António e Olivia em homenagem aos meus avôs maternos que infelizmente já cá não estão.
E o pai dos manos que já não está presente fisicamente na vida deles, terá o nome de João Lucas, em comemoração ao filho de uma amiga que a série que inspirou esta história me trouxe.
Narradora: Chega a manhã de domingoo e quem desperta primeiro é Dann, movimenta-se com cuiddo para não acordar a sua amada, da-lhe um beijo carinhoso na testa, em seguida sai cuudadosamente do abraço da sua lua. Levanta-se e desce com o objectivo de preparar o pequeno-almoço para ambas, assim que passa pela sala de estar pega o seu smartphone e coloca a tocar bem baixo a música: " Diogo Piçarra- Só existo contigo"
Aurora começa a acordar e da-se conta que já não tem a sua pipoquinha dormindo sobre o seu peito, começa a espeguirsarsse lentamente e senta-se na cama, até que começa a sentir o cheiro a café fresco e pão na chapa vindo do piso de baixo. Ergesse tranquilamente e antes de descer passa no banheiro só para lavar a cara. Assim que finaliza esse momento vai em direção às escadas e as desce devagar, e no meio do caminho percebe que o seu raio de sol está de costas para si e escutando uma música que ela adora porque é como se sente quando se encontra na presença dela. Acaba o que estava a fazer e se aproxima da sua pequena e a abraça por tras com calma para não a assustar, e sussura-lhe no ouvido que adora a canção que ela seleciunou para ouvir.
Aurora: Nenem, precisas de ajuda para alguma coisa?
Dann:Bombom, se não te importares podes colocar a messa do café da mnhã lá na mesa de centro na frente do sofã, pois, quero que tomemos lá o pequeno-almoço, enquanto decidimos o que faremos hoje. E também quero saber mais como ganhaste o gosto/paixão pela fotografia.
Podemos fazer assim?
Aurora: Baby, claro que ode ser como sugueriste. Terei todo o gosto em te falar mais sobre isso.
Narradora: Assim que estava tudo pronto, juntaram-se no sofá lado a lado. Dann serviu os cafés e começaram a disfrutar do peqqueno-almoço lentamente. Enquanto tocava de fundo muito baixo, quase como um sossurro, a playlist delas.
Dann: Pequena, será que me podes contar um pouco mais sobre como surguiu a tua paixão pelo mundo da fotografia ?
Aurora: Meu raio de sol, eu sempre vi o meu pai fotografando sempre que viajavamos e também permanentemente quando vinhamos para cá ou então quando iamos para a casa de praia dos meus avôs maternos.E ai comecei a ficar curiosa para entender o porquê dele ficar com o olhar brilhante sempre que tinha uma chance de fotografar, inclusive chegamos a jantar mais tarde várias vezes, pois, ele ia dar os seus passeios e se perdia imenso fotografando tudo o que lhe aparecia pela frente. Até que numa das infinitas vezes que ele saiu para fotografar me levou com ele, tirou-me varias fotos e ai eu comecei a questioná-lo e a pedir-lhe que me ensinasse tudo o que ele sabia sobre esse mundo. E ele começou a ensinar-me a fotografar, e foi assim que ganhei a paixão por fotgrafar. E partir dai nunca mais deixei de o fazer, parando apenas por um tempo uando ele faleceu. Até que entrei na faculdade e comecei a fazer alguns trabalhos como fotografa não profissional, para ajudar a pagar as contas do apartamento que dividia com o teu cunhado, que nos foi deixado em vida pelo teu sogro.
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