Alice
Mannu me beijava, pressionando meu corpo com o peso do dela na terra fria. E dali, dava início a um série de mordidas em minha orelha, desviando-se para meu pescoço e boca. Uma mão boba passeava pelo meu corpo numa tentativa de tirar minha blusa presa entre nossos corpos, enquanto a outra amaçava meu cabelo.
Sentia um desejo insuportável a cada mexidinha que ela dava em cima de mim. Então, girei meu corpo ficando agora sentada em cima dela, que me olhava.
Tirei minha blusa e logo em seguida meu sutiã... A respiração ofegante fazia o corpo estremecer, me causando mais desejo. Ela fica sentada, me dando a liberdade de tirar a roupa que vestia e isso eu fiz... O nosso calor se misturavam em meio a troca de beijos intensos e demorados.
Eu paro, e me levanto... Retiro o resto de roupa que usava e ela faz o mesmo, ficando totalmente nuas. Ela volta a me beijar tirando-me do chão e encostando na arvore... Eu cruzo minhas pernas ao redor do corpo dela que fazia movimentos circulares com a cintura. Com meu corpo preso entre o dela e a arvore, sinto a penetração de dois dedos que fez eu dar alguns gemidos altos, nos movimentos de vai e vem... Gemidos esses abafados por mordidas no pescoço dela. Depois de algumas estocadas eu sentia um líquido quente descendo... Ela me coloca no chão e se ajoelha em minha frente abrindo minhas pernas... Sinto a língua limpar minhas coxas, subindo até minha vagina me invadindo e finalizando com chupadas fortes.
Mannu
A cada segundo que passava com Alice, mais eu queria ser dona do tempo e para-lo ali. Cada gotinha que eu consumia dela, notava que eu precisava cada vez mais daquela mulher pra mim.
-Mannu... Para, vai...
-Porquê?
-Tá na hora de ir...
-Ainda não... Temos tempo.
-Temos que procurar o caminho de volta... Para vai...
-Eu sei o caminho de volta...
-Como é Emanuela? Você sabe o caminho?-Alice me empurra, fazendo-me cair sobre algumas folhas.
-Vamos continuar por mais um tempinho? -Tentei me aproximar dela, mas ela se esquivou. -Desculpa Alice.
-Veste sua roupa, Emanuela... Você vai me tirar daqui. -Vesti minha roupa, enquanto ela se vestia também. -Vá na frente... E não tente nenhuma gracinha.
-Ta certo.
-E não fala comigo... Não se aproxima... Mantenha distância. -Isso eu fiz. Segui a trilha e ela logo atrás de mim até a casa do sítio.
-Satisfeita? -Perguntei, mas ela manteve-se em silêncio.
Ficamos esperando o senhor nos buscar. Duas horas da tarde e ele não tinha chegado ainda... Duas e dez... Duas e vinte... E nada. As vezes aparecia um ponto de área no celular, mas não completava ligação.
-Você me trouxe para esse fim de mundo e o moço não vem nos buscar? Muito legal isso. -Alice enfim fala algo.
-Relaxa... Ainda é cedo.-Eu continuava andando de um lado a outro procurando sinal, e nada.
-É! Você acha que eu não tenho nada pra fazer? Me trás para cá e não sabe como voltar.
-Relaxa Alice... O cara vem... Só é ter paciência.
-Paciência? Tá ai uma coisa que tenho de sobra... Afinal, vou ter todo tempo do mundo na cadeia...
-Na cadeia?
-Sim! Se der três horas e não aparecer ninguém... Eu vou te matar.
Continuei tentando encontrar area e nada... Duas e meia e eu estava com minha homeostase em desespero...
-Ainda eu tenho que manter a calma ou já posso me desesperar?
-Só mais um pouco Alice... Áh não... Meu celular descarregou... Me empresta o seu?
-O meu? Tou jogando nele... Se vira Mannu...
Alice
Odiei Manu ter mentido pra mim sobre o caminho de volta.. Já são duas e quarenta e nada do senhor taxista vir nos busca...
-Alice?... Alice.... Ei... Alice.
-O que quer Emanuela ?
-Que horas são?
-Duas e quarenta e sete... Faltam treze minutos para eu te matar...
-Ele vem... Eu não paguei a corrida da vinda...
Mais cinco minutos depois...
-Alice... Ei...
-Oi?
-Que horas são?
-Afi... Duas e cinquenta e dois... Vai rezando ai...
Mais alguns minutos depois...
-Alice... Que horas são?
-Duas e cinquenta e cinco...
-Acho que ele não vem... E agora?
-Você tem cinco minutos para fazer uma mágica das boas e fazer aquele táxi aparacer, Emanuela.
-xandum bi dum... Faça o táxi aparecer...
-Olha! Né que funcionou...
-Hehe! Vamos... -Mannu e eu vamos até o carro.
-Olá senhor... Posso ir no banco da frente?
-Sim... Entre.
-Obrigada. -Sentei ao lado do motorista, enquanto Mannu fazia cara feia no banco de atrás.- Tudo bem com o senhor? Qual o seu nome?
...
Mannu
Chegamos... Alice vinha no maior papo com o taxista, até pareciam ser conhecidos a anos. E eu? Eu fazia cara de paisagem, só ouvindo.
-Chegamos, moças... -O taxista fala.
-Aqui o dinheiro das corridas... Tem um pouco a mais para ir deixar essa dama no prédio dela, logo ali.
-Okey, obrigado... Tenha uma boa tarde.
Bom, sem mais comentários... Entrei em casa e fui direto pegar minhas coisas para tomar banho.
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Ei, Eu Te Amo!
Любовные романыAlice e Beatriz, primas... As quais o destino pregou uma peça, tornando-as amantes de uma mesma garota... Emanuela, herdeira de um suicida.
