Diversão

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Vou de ônibus para escola. No estacionamento encontro meus amigos. - beleza parsas. - beleza mano. Todos respondi em uníssono. Eles estão planejando algo para hoje, não me falaram, talvez seja para depois das   tortuosas aulas e por falar em aulas tenho que encontrar o Lucas o meu "secretário faz tudo"  entro na escola vou andando procurando, vejo ele entrando no banheiro, ando rápido e entro. Espero ele terminar de usar o mijadouro, ele se vira para sair e se assusta ao me ver. Me aproximo enquanto recua indo de encontro a parede. Seus olhos denúnciam medo. Seu corpo se contrai com a aproximidade. - você fez meu trabalho de português mano. Falo próximo à seu rosto. - Não! Não fiz. Seu medo aumenta nessas palavras não me importo, ele sabe o que contese se não fazer as minhas atividades escolares. Com os punhos doendo por conta da pressão que faço dou três socos na barriga dele, que se encolhe sem ar. - pivete!. Apanha, mas não aprende.
- po-por favor! Posso ir? Esclama ele com a vós falha.
- porra... Você têm três dias pra fazer esse trabalho e me entregar!. Caso contrário não será apenas três soco no estômago que levará.

Ele sai do banheiro rápido, fico pensando o que seria de mim sem esse garoto. Praticamente ele faz tudo que eu pesso. As vezes ele da um vacilo, mas com um pouco de pressão volta a fazer o que eu quero. Ouço a porta bater vou ver quem, é o Jorge -  você fez alguma coisa pro Lucas. Porque ele saiu chorando. Fala Jorge com sorriso no rosto.- mano só dei uns socos nele pra deixar de pensar que estou brincando. Nós saímos rindo e o glorioso som da tortura surge acima da multidão. Toca o sinal. Que droga meu! Ninguém merece. Já basta ter que ficar em casa de castigo.
Sou obrigado a participar
dessa droga de aula de Biologia: professor panaca! Seria muito bom descobrir se ele é
realmente gay. Acabaria com a imagem profissional desse professorsinho de merda! Entro na sala, realmente esse professor está perdendo o respeito na sala de aula. Olha á desordem e ele não toma atitude. Sento no meu canto. Meus amigos estão chegando.

- Vinicius! Você poderia tirar o pé de cima da mesa. E começa a implicância dele comigo (primeiro me corrige e em seguida a sala).

Fazê o que né tenho que obedecer o panacão: sê não fico dois meses sem mesada. A única coisa que ainda me resta em casa.

- Vinicius! Porque o cachorrinho da sala tá tê olhando de canto?
- há Lucas o merdinha deve estar com medo de apanhar novamente. Ele esqueceu de fazer o meu trabalho de português.

Não sou tão mau com ele! Só bato nele quando não faz o que eu mando. conheço o garoto desde o quinto ano do fundamental. Sempre foi na dele. Não é igual à nós: ele é de classe baixa, seus pais sempre trabalharam muito para pagar o colégio particular. Foi o quê me disse quando estava acontecendo um princípio de amizade, mas sinceramente não rolou. O cara não consegue nem cantar uma garota!. Sempre certinho não vai a balada não bebe não fuma não gosta de gírias. Só nerd para querer ser amigo dele; aliás esses são seus únicos amigos.

-Viny. Vamos matar aula depois do intervalo? -Ok. Jorge.

Toca o sinal.Marravilha enfim livre do inferno!.- Tadeu você conseguiu os sigarros?. - sim. Mano. - Pra onde nós vamos Jorge?!. - Calma mano, é surpresa!.

Jorge Sempre cheio da sumpresas! Esse e o Tadeu: são meus fiéis escoteiros. Tem outros também por que tenho que ser social.
Gosto deles, mas tenho minhas dúvidas em relação ao Jorge e o Tadeu. Deve ser apenas bobagem da minha cabeça.

Estou começando a ter dúvidas da idéia desses garotos. Estamos andando à deis minutos da escola! E agora viramos uma rua de prostituição: saquei à idéia!

- fala mano! Chega de suspense. Falei sorrido.
- Ê apressado! Calma, logo a tua tensão passará. Olha no final da rua virando a esquerda á um bordel muito bom cara!. Indagou Jorge.

Enfim uma notícia boa nesse
dia: faz um tempinho que não exerço uma parte do meu corpo.
O local não é nada mal: a dois andares, mulheres por todo lado, tem sala de jogos um bar nos fundos um pouco depois da entrada tem uma sala com sofás. Se não fosse por causa do tanto de mulheres e homens diria que está casa seria um ambiente de família.

- Quer uma bebida?
- sim! Um wysk.
Gostei desse lugar. E olha lá Tadeu não perdi tempo heim já se esfregando com duas garotas: até que é bonitas, são morenas uma dê cabelo ruivo a outra é castanho escuro peito e bunda grande. Essa eu pago para ver! Duvido o Tadeu dá conta das duas!. Que sena bonita, o Jorge com duas. Isso virou disputa. E eu aqui namorando  minha bebida. "Detalhe: putero bordel prostibulo não sei do que você costuma chamar, esse lugar se tornou refúgio, distração da minha cabeça, uma das formas que aprendi a usar para esquecer aquela noite há oito meses que dói tanto em mim. Meu torturador noturno".

- Oi posso sentar do seu lado? Indaga uma mulher jovem e muito bonita. - pode! Quer uma bebida. - Me desculpa não bêbo. Diz ela me olhando com um sorriso muito lindo. E por falar: o corpo dono desse sorriso é surreal, muito bem trabalhado. Tudo na quantidade certa para seu perfil. Ela é diferente das garotas que trabalha aqui. -Você trabalha aqui. Me desculpe mas tive que perguntar, Essa mulher é diferente de todas essas garotas de programa. - Não! Eu vim visitar minha amiga e também fisgar algum homem; já faz um tempo que não saio da rotina. - Estou a sua disposição. Falo com sorriso malicioso. - Estava esperando ouvir isso. Vem comigo.
Diz ela se levantando. Pago a conta e sigo, entramos no seu carro e que carro em! Talvez ela seja dona de empresa ou algo do tipo. Ela fica em silêncio, mas percebo seus olhares no meu  corpo só pode estar me avaliando. E sendo sincero encontrar uma mulher como ela só para transar e sem pagar não é todo dia que isso aconteçe.

Entramos no estacionamento do AP que ela mora subimos o elevado, ela mora no último andar entro na frente dela tudo está escuro. E sou surpreendido por ela que me puxa me jogando na parede. Sou agarrado e tomado por furiosos beijos. Não fico parado! Tomo posse de todo seu corpo, minhas mãos e boca trabalha descontroladamente. - Sou loca por por homens mais novos. Diz ela subindo em cima de mim na cama. Eu tiro sua roupa e ela arranca. Meu pênis dói de tanto latejar. Ela pega e começa a chupar pelas bolas. Realmente ela não transa a muitos meses. Transamos seis vezes, quando fui dormi era 5 horas 20 minutos.

Oi, obrigado por ler esse capítulo. Peço que votem comente de sugestões e muito obrigado por ler.

No Final do Túnel Algo Inimaginável AconteceHistórias para pegar e não largar. Descubra agora