Capítulo 29

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Pov Camila

-MÃE?- Gritei assim que a vi na sala

-Olá Karla, podemos conversar?- perguntou me olhando, nesse momento percebi que Lauren e Clara já não estavam mais na sala

-C-Claro- falei e me sentei

-Bom, primeiramente me perdoe. Eu e seu pai não pensamos em nossos atos e não me lembrei que na minha juventude conheci Clara do mesmo jeito que você conheceu a Lauren- falou me olhando

-Co-como assim?

- Eu e Clara nos conhecemos na cadeia, Camila. E acabamos fazendo amizade lá, quando você foi presa acabei tomando a mesma atitude de meus pais, e acabei nem percebendo o que tinha feito. Se não fosse Clara abrir meus olhos e me mostrar o que eu fiz, talvez nem estaria aqui falando com você. Me perdoa filha? Não só a mim mas o seu pai também, ele não pode vir por cobra do trabalho-perguntou com lágrimas nos olhos assim como eu

-Claro mãe- levantamos e nos abraçamos, que saudade desse abraço. Somos despertas por uma grito

Pov Lauren

-AAAAAAAAHHHH MAAAAE. TA DOENDOOOOI- gritei quase chorando já que dona Clara resolveu cuidar da queimadura nas minhas costas

-Cala a boca que nem tá doendo- falou e continuou a passar uma pomada

-Fala isso porque não foi a senhora que levou um AAAAAAAIIII ferro fervendo nas costas aaaaai. Tá doendooo vou morrer aaaaa

-Michelle eu já nem estou mais mexendo na queimadura- falou aparecendo do meu lado.

- Ah não?- falei e ela me olhou e começou a rir. Logo ouvi outras duas risadas da porta. Quando olhei vi Camila e dona Sinu rindo.

-Eu filmei tudo, a Dinah vai te zoar pelo resto da vida, meu amor- falou Camila ainda rindo

-Ha Há muito engraçadas vocês.

-Filha vou indo- falou minha mãe- Quer carona Sinu?

- Claro. Filha depois eu venho com mais calma e trago Sofi e seu pai, pode ser?- perguntou olhando pra Camila

-Claro mãe- falou e a Abraçou

Ambas foram embora. Fui até Camz que estava na porta e a puxei pela cintura

-Agora somos só nos duas- falei já distribuindo beijos por seu pescoço

-Pra quem estava chorando de dor, você tá bem safadinha ein- falou, fomos indo em direção ao sofá deitei por cima da camila e selei nosso lábios

Pedi passagem com a Língua para aprofundar o beijo. Assim que nossas línguas entraram em contato soltei um leve gemido assim como Camila. Logo minhas mãos que estavam em sua cintura desceram para sua bunda apertando aquela área. O clima estava esquentando cada vez mais. Até que a Campainha toca

-MAS QUE SACO JA NO SE PODE MAIS TRANSAR EM PAZ NESSA CASA?- Gritei me levantando para abrir a porta

-Oi branquela. E não vocês não podem transar em paz nessa casa porque eu tenho um detector de fodas. E sim, sempre que puder irei atrapalhar- falou já entrando

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BJS ATE O PROXIMO. NAO ESQUEÇAM DE COMENTAR E FAVORITAR

Dangerous Love (CAMREN)Onde histórias criam vida. Descubra agora