Entramos no carro, coloquei o cinto e olhei para o lado. A Priscilla estava parada olhando pra frente o que me fez achar engraçada aquela cena, então sorri a olhando.
- Priscilla
O que foi? - Me olhou sem entender
- Nada, só estou esperando a senhora colocar o cinto para que possamos ir. - Falei sorrindo
- Priscilla
Ai meu Deus, me desculpa. - Falou vizivelmente envergonhada
- Não se preocupe, está tudo bem. Só coloca o cinto pra que eu possa te levar pra casa. - Falei olhando nos olhos dela.
- Priscilla
Pronto. Agora podemos ir.
- Ótimo senhorita Pugliese, vamos. - Falei em tom calmo e com um timido sorriso.
Liguei o carro e começei a dirigir, bem devagar pois tinha tomado uns dois copos de vinho e não queria nos por em risco, apesar de ja está fazendo isso, mas sou forte e dois drinks não me deixaria bêbada. a
As paisagens ia passando e o silêncio era predominante dentro do carro, a Priscilla estava olhando ficsamente para frente, perdida nos próprios pensamentos. Então decidi por um fim a tanta calmaria, que de certa forma ja estava me incomodando.
Então falei:
- E então senhorita Pugliese como estão os preparativos para a minha visita depois de amanhã?
- Priscilla
Estou muito inspirada, pretendo surpreender a senhora.
-Nossa, senhora? Sou tão velha assim? - Falei sorrindo
- Priscilla
Não senhora... Quer dizer Natalie, você não é velha. Você é muito bonita por sinal - Disse nitidamente envergonhada.
- Certo. Obrigada pelo elogio. - Sorri
- Sou bonita é? - Diminui a velocidade do carro e olhei para ela enquanto perguntava.
- Priscilla
Sim Natalie, você é muito bonita. - E sorriu.
Por alguns segundos olhei para ela de uma forma diferente, olhei para seu sorriso timido e ao mesmo tempo tão mágico, mas acabei sendo interrompida por um barulho muito forte. Quando olhei para frente de novo parei o carro imediatamente.
A Priscilla olhou para mim aflita e descemos do carro para ver, e sai correndo em direção a um cachorro que estava deitado na pista.
- Priscilla
Ai meu Deus tadinho dele, ele está muito ferido Natalie, não podemos deixar ele assim. - Falou com uma voz bem triste e pesada.
- Claro que não vamos deixar ele ai, espera um pouco. - Corri para o carro e abri o porta-malas, lá estava um lençou que eu havia pego da galeria e tinha esquecido de deixar lá. Voltei para perto da Priscilla e do cãozinho ferido e o peguei nos braços, então nos dirigimos para o carro novamente e o deitei no banco traseiro.
- Priscilla
Precisamos leva-lo ao veterinário urgente, ele está muito ferido. - Dizia ela visivelmente aflita
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A Arte do Amor
FanfictionAtravés da arte um amor irá nascer de forma mágica. Porém algo pode impedir que esse sentimento venha florescer..
