Capitulo 5 - A Carona

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        Entramos no carro, coloquei o cinto e olhei para o lado. A Priscilla estava parada olhando pra frente o que me fez achar engraçada aquela cena, então sorri a olhando.

- Priscilla

         O que foi? - Me olhou sem entender

      
      - Nada, só estou esperando a senhora colocar o cinto para que possamos ir. - Falei sorrindo

- Priscilla

        Ai meu Deus, me desculpa. - Falou vizivelmente envergonhada

     
       - Não se preocupe, está tudo bem. Só coloca o cinto pra que eu possa te levar pra casa. - Falei olhando nos olhos dela.

- Priscilla

        Pronto. Agora podemos ir.

     
      - Ótimo senhorita Pugliese, vamos. - Falei em tom calmo e com um timido sorriso.

      Liguei o carro e começei a dirigir, bem devagar pois tinha tomado uns dois copos de vinho e não queria nos por em risco, apesar de ja está fazendo isso, mas sou forte e dois drinks não me deixaria bêbada. a
As paisagens ia passando e o silêncio era predominante dentro do carro, a Priscilla estava olhando ficsamente para frente, perdida nos próprios pensamentos. Então decidi por um fim a tanta calmaria, que de certa forma ja estava me incomodando.

Então falei:

     - E então senhorita Pugliese como estão os preparativos para a minha visita depois de amanhã?

- Priscilla

         Estou muito inspirada, pretendo surpreender a senhora.

     -Nossa, senhora? Sou tão velha assim? - Falei sorrindo

- Priscilla

       Não senhora... Quer dizer Natalie, você não é velha. Você é muito bonita por sinal - Disse nitidamente envergonhada.

  
     - Certo. Obrigada pelo elogio. - Sorri
     - Sou bonita é? - Diminui a velocidade do carro e olhei para ela enquanto perguntava.

- Priscilla

       Sim Natalie, você é muito bonita. - E sorriu.

         Por alguns segundos olhei para ela de uma forma diferente, olhei para seu sorriso timido e ao mesmo tempo tão mágico, mas acabei sendo interrompida por um barulho muito forte. Quando olhei para frente de novo parei o carro imediatamente.

         A Priscilla olhou para mim aflita e descemos do carro para ver, e sai correndo em direção a um cachorro que estava deitado na pista.

- Priscilla

        Ai meu Deus tadinho dele, ele está muito ferido Natalie, não podemos deixar ele assim. - Falou com uma voz bem triste e pesada.

     - Claro que não vamos deixar ele ai, espera um pouco. - Corri para o carro e abri o porta-malas, lá estava um lençou que eu havia pego da galeria e tinha esquecido de deixar lá. Voltei para perto da Priscilla e do cãozinho ferido e o peguei nos braços, então nos dirigimos para o carro novamente e o deitei no banco traseiro.

- Priscilla

       Precisamos leva-lo ao veterinário urgente, ele está muito ferido. - Dizia ela visivelmente aflita

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