A Caroline (humana) teve um acidente de carro e quando o Klaus descobriu, ele corre até ao hospital e dá-lhe o seu sangue para a curar mas o que ele nem ninguém estava à espera é que um inimigo aproveitasse o estado de Caroline pata a matar, tornand...
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Ponto de Vista de Caroline
"Eu matei-o... Eu matei... Eu sou uma assassina. Eu sou um monstro." Eu comecei a dizer para mim mesma quando me deparei com o corpo sem vida no chão.
"Tu não és um monstro, tu és uma vampira." Ele disse e pegou no meu pulso, fazendo-me olhar para ele.
"Olha para mim." Ele disse calmamente quando eu estava a olhar para o chão, eu diz o que ele disse e quase me perdi nos seus lindos olhos azuis.
"Eu matei alguém e eu gostei disso." Eu disse com culpa e depois comecei a sentir que me estava a tornar de novo vampira. "Porque é que isto continua a acontecer-me?"
"Tu és uma vampira, faz parte da tua natureza, amor. Olha para mim." Ele disse e mostrou-me a sua cara de híbrido. "Sempre que estou com fome ou nervoso, eu tento acalmar-me... as comigo, respira fundo... inspira, expira, inspira, expira..."
Após alguns segundos eu voltei ao normal e ele também. Eu nunca tinha visto a sua cara de híbrido e eu pensei que seria assustador mas não era, na verdade era lindo e para ser completamente honesta, também era sexy... Mas era errado para mim pensar nele dessa forma, ele era o Klaus Mikaelson, o grande mau híbrido.
"Tens mais controlo do que pensas amor. Normalmente não é tão fácil para um novo vampiro." Ele disse com um sorriso.
"Mas eu não me consegui controlar o suficiente para não o matar." Eu culpei-me.
"Caroline, tu tinhas de matar alguém para sobreviver..."
"Mas não está certo. Tirar uma vida inocente para sobreviver...? Como é que isso está bem?"
"Nem tudo é preto e branco na vida, especialmente no mundo sobrenatural, amor." Ele disse, depois alguém lhe mandou um sms. "Uma bruxa vem cá para te fazer um anel para poderes andar ao sol."
"Quem? A Bonnie?" Perguntei.
"Não. Uma bruxa que não conheces... Eu pensei que tu querias ser quem contasse aos teus amigos o que aconteceu." Ele disse e eu não consegui evitar sorrir.
"Obrigada." Eu disse.
Não demorou muito até uma mulher ruiva aparecer, o nome dela era Genevieve e era uma bruxa, ela fez o tal feitiço e deu-me um anel azul que iria ser o anel que teria de usar para o resto da minha vida imortal, depois foi-se embora.
"Não acredito nisto. Não deveríamos ter uma espécie de variedade de Abéis e escolher qual a cor para dos anéis que temos de usar para o resto da nossa vida imortal?" Eu perguntei fazendo com que o Klaus se risse.
"Caroline, agora que és uma vampira, não podes ir para casa sem a tua mãe te dar permissão para entrar." Ele disse e explicou-me a tal proteção de portas contra os vampiros.
"A sério? Como é que vou dizer à minha mãe que a filha dela é uma vampira?" Perguntei.
"Tenho a certeza que a tua mãe não se vai preocupar com isso. Ela vai ficar feliz por te ver bem e viva."
"Tecnicamente já não estou viva..." eu disse chateada.
"Não tens ideia do quando errada estás. Mas se quiseres podes ficar aqui, amor." Ele disse com um sorriso.
"Eu não te quero atrapalhar."
"Não atrapalhas nada. Fica aqui até falares com a tua mãe." Ele disse e eu agradeci-o por estar a ser tão querido comigo.
Ponto de Vista de Klaus
Depois de falar com a Caroline sobre tudo do mundo sobrenatural, ela estava no sofá e começou a ver um bocado de televisão enquanto eu estava na lareira a fazer fogo para tornar a casa mais quente, porque está mansão conseguia ser fria. Eu apercebi-'e do quão cansada ela estava e por isso hoje ainda não a ensinei a caçar.
Quando me virei para ver a Caroline, encontrei-a a dormir no sofá, ela estão tão linda, parecia um anjo... eu não conseguia fartar-me de olhar para ela e de admirar a beleza dela.
Eu tinha receio do que o Mikael poderá fazer a seguir mas eu também tenho rde veio de como será a Caroline como vampira porque mesmo que ser vampiro(a) amplifique o que sejamos, também nos atrai para a escuridão muito mais facilmente e o que me atrai a ela é a luz dela. Eu não a posso deixar perder a sua luz.
Ela parecia tão calma enquanto dormia, eu não consegui controlar-me e comecei a acariciar a bochecha dela, fazendo-me sentir a sua pele macia e perfeita com o meu polegar. Ela sorriu quando comecei a acaricia a sua bochecha, fazendo-me sorrir também, mas quando ela começou a acordar eu rapidamente r movi a minha mão dela.
"Oh... eu não acredito que adormeci."
"Não faz mal. Vem comigo! Eu vou-te mostrar o teu quarto."
"Obrigada." Ela disse com o seu brilhante sorriso e seguiu-me.