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Ponto de Vista da Caroline

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Ponto de Vista da Caroline

Eu estava no meu quarto a ver uma foto que eu tinha com a minha mãe e estava a perguntar-me como é que a minha mãe pode falar comigo como falou, eu sei que nós nunca fomos muito chegadas porque ela tinha sempre muito trabalho na estação da polícia e tinha todos estes casos abertos porque eram de vampiros mas todos pensavam que eram ataques de animal e houve vezes que se percebia que não era um ataque animal normal por isso o caso continuava aberto.

De repente, senti o olhar de alguém sore mim, fazendo-me olhar e ver o Klaus, o homem que contra todas as probabilidades conseguia fazer-me sentir melhor.

"Estás aí à muito tempo?" Perguntei.

"Só à um pouco..." Ele disse e perguntou. "Como te estás a sentir?"

"Podia estar melhor mas isto não é nada que não consiga aguentar." Disse com um pequeno sorriso e ele beijou-me.

"Amor, algo aconteceu..."

"Tu prometeste-me que não me irias dar notícias por 24 horas." Eu disse, tentando imitar o olhar de cachorrinho que ele por vezes faz.

"Não são más notícias." Ele disse e eu acenei para que ele continuasse. "Eu vou resolver uns assuntos em Nova Orleães, na segunda. Não vai demorar muito tempo, eu estarei de volta em dois dias."

"A sério? Isso é uma seca! Não posso ir contigo?"

"Não... será uma coisa só de rapazes." Ele disse. "Mas a minha irmã vai ficar cá para se certificar que estarás bem."

Ponto de Vista do Klaus

"É tão querido ver-te todo preocupado comigo." Ela disse e beijou-me, eu beijei-a de volta mas lutei contra mim próprio para quebrar o beijo porque eu não podia estar com ela até ter a certeza que havia uma maneira de parar a ligação.

"Está alguma coisa mal?" Ela perguntou.

"Não... Eu apenas não quero que isto se torne só físico." Eu disse porque foi a primeira coisa que me passou pela cabeça que seria uma boa desculpa para que eu não lhe falasse sobre a ligação como ela me fez prometer.

"Estás a tentar dizer que tu não gostaste? Estás com dúvidas sobre isto?" Ela perguntou, mostrando-me algo que ela sempre escondeu de mim, o seu lado vulnerável, mas ultimamente ela não escondia tanto. "Se não queres que eu seja a tua namorada ou não tens certezas disto, diz logo porque eu não..."

"Caroline, tu és a melhor mais incrível do mundo e eu seria um parvo se não te quisesse ou tivesse dúvidas sobre ti. E eu adorei estar contigo, tu és fantástica e sexy e sabes muito bem como deixar um home maluco por ti, não duvides de ti própria, amor." Eu disse e ela apenas olhou para baixo.

"Então porque me estavas a rejeitar? Eu não gosto quando as pessoas me mentem, Klaus." Ela disse chateada.

A Caroline parecia tão sexy quando estava chateada, mas eu tinha de me controlar porque, pra primeira vez na minha vida, eu obriguei-me a pensar e a controlar-me pelo bem-estar de outra pessoa não querendo nada em troca para além da sua felicidade, nem mesmo a Tatia fazia-me pensar sobre as minhas ações antes de fazer seja o que for... A Caroline realmente é única.

"Amor, eu não tenho quaisquer intenções de te rejeitar. Quando voltar de Nova Orleães..."

"As más notícias eram que tinhas alguém em Nova Orleães?" Caroline perguntou.

"Não... Não existe mais ninguém." Eu disse e depois por muito que odiasse eu tive de usar a ligação. "Significaria muito para mim se este fim-de-semana nos limitássemos a não estar juntos fisicamente e tu não me perguntares mais sobre Nova Orleães até eu chegar."

"Okay Klaus. Mas quando chegares eu vou estar em cima de ti para saber porque tinhas de ir a Nova Orleães." Ela disse e eu acenei a cabeça em confirmação.

Sired (Versão Portuguesa)Onde histórias criam vida. Descubra agora