Narra Ross
Fomos a um pequeno restaurante na baixa da cidade. Eu sinceramente não estava a gostar nada das companhias, mas não queria estragar o dia aos eus irmãos. Especialmente á Rydel que gosta tanto daquelas miúdas.
Chegámos ao restaurante e eu fui á casa de banho, tinha vontade, mas também queria "fugir" daquelas raparigas!
Fui á casa de banho.
Narra Inês
Eu, a Ana e a Rydel sentámo-nos umas ás beira das outras! O Ratliff á beira da Rydel e do outro lado da mesa o Ross, o Riker e o Rocky. Eu fiquei á frente do Riker, a Ana á frente do Ross e a Rydel á frente do Rocky.
Eu- Ana..- sussurando ao ouvido dela.
Ana- Diz..- sussurando.
Eu- Vem comigo á casa de banho... Por favor!
Ana- Ok...
Eu- Bem... nós temos que ir á casa de banho.
Rydel- Eu vou com vocês!
E fomos as três.
Na casa de banho havia três sanitas dentro de uma sala. Estavam todas ocupadas.
Da segunda saiu a Laura.
Rydel- Laura...! Aqui?
Todas abraçámos a Laura.
Laura- Sim... Vim com a Vanessa almoçar!
Eu- Ok... Laura, nós estámos com o Ross!
Laura- A sério? Vou comprimentá-lo!
Rydel- Ok... Mas preciso de te contar umas verdades a cerca da Maia.
A Rydel esteve a contar o que se andou a passar.
Eu- Não é por nada, mas u acho que ele ficou muito abalado com as verdaes e o Rocky talvez tem razão.
Laura- Pois, e talvez tenha ! Ele não me liga á muito tempo, quase que não falámos!- ficou triste.
Ana- Vai falar com ele!
A Laura acenou que sim com a cabeça, lavou as mãos e saiu da casa de banho.
Eu- Bem eu vou á casa de banho!
Eu entrei na tal sala com a sanita.
Narra Inês
Quando a Ana entrou eu e a Rydel não ficámos sozinhas. Quando a Ana entrou saiu da primeira casa de banho a Maia.
Maia- Rydel, Rydel.... Eu ouvi tudo o que disseste! E não gostei nada.
Assim que ela disse isto eu peguei no telémovel da Rydel, que estava no bolso de trás das calças e começei a gravar- sem ninguém dar conta- a conversa entra as duas.
Rydel- O que queres? Eu só disse a verdade!
Maia- Eu não me acredito que acreditas-te nestas duas raparigas que não sabem o que é a vida! Por favor... Deixa-as! Nós, sim somos felizes!
Rydel- Desculpa, mas a minha amizade por ti desapareceu quando tu as ameaças-te!
Maia- E tu acreditas-te nelas, não foi?
Rydel- Sim, porque elas não mentem!
A Maia empurrou-a e prendeu os seus braços com uma mão e com a outra tapava a boca da Rydel.
Maia- Ouve bem.... Eu não gosto que brinquem comigo, ouvis-te? Não gosto delas e de ti já gostei mais.... Acredita tu não me queres ter como inimiga!
Eu continuei a gravar, mas a Inês sai da casa de banho e vê aquilo. Eu vou para a beira dela, explico que estou a gravar e ela continua a gravar.
Eu- Maia... Larga-a!
Ela larga-a mas segura-me a mim. Faz o mesmo que fez á Rydel.
Eu- Tu não me metes medo... A sério!
Narra Inês
Enquanto a Maia continua a chantagiar a Inês, a Rydel vem ter comigo e eu explico que a Inês e eu estávamos a gravar. A Rydel continua a gravar e eu saio da casa de banho para ir chamar o Ross.
Fui á mesa e ele não estava lá. Entrei na casa de banho dos homens e encontrei-o a lavar as mãos.
Ross- O que fazes aqui?
Eu- Quero que venhas comigo!
Ross- Não...
Eu- A tua irmã precisa de ti!
Assim que eu disse isto ele seguiu-me até á casa de banho das raparigas...
O que acontecerá na casa de banho? O Ross descobrirá tudo?
