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Troquei de celular, agora vai dar pra eu escrever por ele.

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06 de dezembro de 2034.

POV. Louis/Louise.

- Fala Papai, amor. - lá estava o Harry, ele tentava de qualquer jeito fazer as crianças falarem papai, mas era tudo em vão.

- Amor, eles não irão falar papai, desista. – falei colocando o cinto de segurança, olhando para o ele.

- Eles precisam falar papai. – retrucou olhando os gêmeos pelo retrovisor.

- Eles falarão mamãe primeiro. – falei e ele gargalhou, enquanto ligava o carro.

Estávamos indo para o hospital visitar minha mãe, olhei para o banco de trás e vi que os nossos bebês estão dormindo em suas cadeirinhas.

- Amor, eu e a Angel estamos com vontade de comer rosquinhas. – olhei para ele enquanto acariciava a minha barriga de seis meses.

- O que eu não faço pelos amores da minha vida. – falou sorrindo e eu sorri junto.

Ele parou em uma padaria e saiu para comprar e eu fiquei no carro com as crianças.

Não sei ao certo o que aconteceu, só sei que do nada comecei a soar frio e a Angel começou a se mexer rapidamente.

- Amor, acalme-se, a mamãe está aqui. – sussurrei acariciando minha barriga.

Senti uma dor forte em minha barriga que me fez fechar os olhos.

- Nossa nova integrante da família se chamará Angel Johannah. – Harry falou e eu vi o sorri da minha mãe ficar enorme.

- Solta a minha filha agora, Troy. – minha mãe gritou, mesmo gravida ela entrou na minha frente e o tirou de perto de mim.

- Ele é homem. – falou empurrando minha mãe.

- Ela não é. – falou e ele deu um tapa na cara dela.

Depois de varias agressões contra nós duas finalmente nos livramos dele e arrumamos nossas coisas e as coisas da Lottie e da Fizzy e fomos embora.

- Filhas, este é Mark Daniel Tomlinson-Deakin, ele é obstreta e meu melhor amigo, ele fez o parto da Phoebe e da Daisy e agora ele é meu namorado. – falou anunciando-o para nós.

- Eu estou grávida de gêmeos. – minha mãe anunciou com um sorriso maravilhoso.

- Eu vou matar você. – ela gritou pulando em cima do Harry.

- Você está linda de noiva, amo você. – falou acariciando meus cabelos.

- Em nenhum momento eu li que ser um transgênero é uma doença, em nenhum momento eu li se você tiver um filho e você não poderá deixar o meu filho próximo, apenas porque ele é transgênero, antes de vocês falarem merda, pesquise, igual religião, não significa que ela é do mau, se a pessoa é homossexual, não significa que ela vai passar a "doença" para os heterossexuais que estão por perto, pare de ser ignorante, pesquise antes. – minha mãe falou e eu sorri.

- Mãe, você será a madrinha da nossa sementinha. – falei.

- Eu tenho leucemia e tenho menos de um ano de vida.

- Você sabe que eu não estarei viva para ver minha neta nascer.

Foi a ultima coisa que eu escutei antes de sentir a dor parar e minha bebê parar de mexer.

Eu estava ainda tentando entender o que aconteceu enquanto o Harry entrava no carro. Ele me deu uma rosquinha e assim que a olhei, lembrei-me do meu desejo e comi duas rosquinhas.

Resolvi não contar para o Harry o que aconteceu e assim que chegamos ao hospital, eu peguei a nossa sementinha no colo e o Harry pegou o Henry. Avistei meu pai sentado em um dos bancos da recepção e eu fiquei confusa.

- O que o senhor tá fazendo aqui fora? – perguntei e ele me encarou com os olhos inchados, vermelhos e lagrimejados.

- A sua mãe não estava conseguindo respirar direito, ela quase teve uma parada respiratória na minha frente e eu não pude fazer nada. – falou chorando.

- Quanto tempo faz isso? – perguntei.

- Faz uns vinte minutos. – falou e eu me lembrei da dor que eu tive, mas ai resolver esquecer novamente, pois não tinha nada em comum.

Sentei-me do seu lado e comecei a acariciar seus cabelos.

- Te amo, você é o melhor pai do mundo. – falei e ele me olhou.

- Eu te amo também, minha primogênita. – falou me dando um beijo na bochecha.

Ele cumprimentou o Harry e pegou os gêmeos no colo, o doutor nos chamou para entrar no quarto e eu vi minha mãe dormindo, ela estava mais pálida que o normal.

Sentei-me na beirada da cama peguei sua mão e a coloquei em cima da minha barriga, Angel deu um chute e senti a mão da minha mãe acariciar minha barriga.

- Eu tenho uma pequena fã. – sussurrou e eu sorri.

- Ela te ama mais do que me ama. – falei sorrindo e onde que minha mãe colocava a mão ela chutava em resposta.

- Ela não para de chutar. – falou.

- Ela só chuta com a senhora, ela nunca chutou para o Harry sentir. – falei e minha mãe tirou a mão da minha barriga.

- Harry e Mark, coloquem a mão na barriga dela. – falou e eles obedeceram e eu coloquei a mão também.

- Angel, chuta pra vovô. – minha mãe pediu e ela chutou.

- Ela te ama muito. – Harry falou e minha mãe sorriu.

- Agora me de meus gêmeos. – falou pegando os gêmeos dos braços do meu pai.

Sentei-me em uma poltrona e o Harry pediu para eu me levantar e sentar em seu colo.

- Eu sei que você está pensando em alguma coisa. Você quer me falar o que é? – perguntou.

- Eu senti uma dor forte no carro e relembrei alguns momentos com a minha mãe e meu pai falou que há vinte minutos minha mãe estava parando de respirar, e isso fez vinte minutos atrás, não estou dizendo que tem algo em comum, mas a dor veio do nada e se foi do nada, e a Angel não parava quieta enquanto eu sentia essas dores. – falei acariciando minha barriga.

- Você quer passar no medico para ver o que eram as dores? – perguntou e eu neguei.

- Acho que foi apenas uma coisa do meu psicológico. – falei acariciando minha barriga.

Ficamos um tempo com minha mãe e ela soltava umas frases estranhas, como por exemplo, "Faça a performance no dia nove no X Factor". Estranhei, mas não negaria um pedido da minha mãe.

Despedi-me dela com um abraço forte e com vários 'Eu te amo's'.

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NÃO ME MATEM.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.

AMO VOCÊS.

COMENTEM O QUE ESTÃO ACHANDO.

OBRIGADA POR TUDO.

OBRIGADA POR LEREM.

DESCULPE QUALQUER ERRO ORTOGRAFICO.

FELIZ PÁSCOA.

AMO VOCÊS.

BEIJOS DE LUZ.

MAY, XoXo.

{3° BOOK} Lollipop - L.S Onde histórias criam vida. Descubra agora