A parte mais crua de mim. Uma sólida e vívida fração da minha alma. Os poemas mais sinceros que já escrevi divididos em; efêmero, ardor, insânia e intermediário.
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A gente tá sempre nessa inda e vinda. Sempre nesse nosso jeito meio vazio De guiar a vida. A gente não da nó Não junta nem separa. E tem gente que julga errada Nossa forma de querer Mas se eu quero e você quer Não deixa ninguém se meter.
A gente vai descobrindo em que caminho isso vai dar. Se você encontrar outras bocas pra beijar. Tá tudo bem Eu também vou achar Assim ninguém sofre desse nosso "não amar". E quando quisermos, podemos dar as mãos E mergulhar nos nossos versos de novo. Eu gosto do jeito que você me lê Sem machucar. Eu sempre acabo por ler seus versos também.