cap. 8

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Escrito com meu cenorão 🥕Eva_Ferrer...

Ela fechou os olhos com vergonha do que ia fazer, as mãos dela foi ao encontro do membro e o colocou dentro de si, assim que ela abriu o olho viu que Victoriano a olhava surpreso, com um sorriso leve ela começou um sobe e desce em cima dele, os dois gemiam maravilhados com a sensação.

Victoriano a deixou fazer como ela queria, quem sabe assim ela não se entregava de vez e sentia prazer em seus braços, ele deitou a ajudou a se arrumar em cima de si e a viu ficar vermelha começando um vai e vem que o deixou sem prumo, ela tinha o vestido preso na cintura a parte de baixo cobria seus movimentos, e ele cheio de curiosidade levantou ele e a viu toda preenchida com meu membro.

- aí Inês assim eu morro...

Inês sorriu, jogou a cabeça para trás e o arranhou no peito, ela pegou as mãos dele as colocando no seu quadril.

- me ajuda Victorianooo.

- ajudo meu amor, é o que eu mais quero, quero você assim entregue me amando.

Ele a ajudou se mover para cima e para baixo, ele a viu tão entregue e notou que essa era um posição que a deixava no comando e que ela estava gostando pois o rosto dela estava vermelho a respiração ofegante e ele sentiu o sexo dela começar a se contrair.

Mais de repente em meio a todo aquele silêncio e a aquele clima de paixão e sedução, de entrega e gozo, eles ouviram um barulho forte e notaram que não estavam mais sozinhos.

Inês se assustou ao ouvir tanto barulho, mais eles estavam em um local afastado, ela assustada se agarrou ao corpo de Victoriano.

- tem alguém na cachoeira Victoriano.- o desejo tinha dado lugar a vergonha.

- amor não para estávamos quase gozando... Continua... Ninguém vai nos ver aqui.- ele queria que ela continuasse os movimentos e sentou tentando beija-la outra vez.

- me ajuda a ir  rápido, sozinha eu não consigo - ela falou envergonhada se movimentando lentamente.

Victorino notou que ela ainda o queira e que poderia acender o fogo dela outra vez, ele levou suas mãos por baixo do vestido dela e a segurou pelo traseiro redondo a ajudando e subir e descer, eles já estavam envolvidos outra vez, mais eles ouviram a voz de Emiliano que se aproximava do local onde eles estavam, até o momento Victorino achou que era apenas algumas pessoas que passavam por ali, já que só sua família frequentava aquele lugar e naquele momento eram para todos estarem trabalhando ou na faculdade.

- essa voz é do Emiliano.- ele tinha parado seus movimentos dentro dela mais ainda estava vermelho.

- eu te avisei que tinha escutado um barulho, se vista rápido Victoriano- ela levantou de cima dele já arrumando seu vestido.

Victoriano se encheu de raiva levantou bufando, ia quebrar aquele moleque além dele ter lhe desobedecido ainda atrapalhou o gozo dos dois, a 20 anos tentava da prazer a sua mulher e no dia que finalmente estava conseguindo esse garoto chega e atrapalha tudo.

- vou dá uma corça nesse inrresponsável- ele falou vestindo a roupa com raiva ainda estava duro e cheio de desejo ao lembra de como ela estava correspondendo ao amor dos dois.

- você diz isso a muito tempo, mas nunca fez nada pra mudar Emiliano-  falou seria, ela abaixou o olhar e viu sua calcinha e seu sutiã no chão, ela se abaixou para pegar, mas Emiliano apareceu com alguns amigos.

Emiliano olhou para os dois desconfiados, e viu a mãe esconder rápido algo atrás nas costas, o pai estava vermelho e estava com uma protuberância nas calças e estava com a blusa abotoada errada.

- o que vocês estão fazendo aqui? - ele cruzou os braços.

Victoriano olhou o filho com raiva.

- a pergunta certa é o que você está fazendo aqui seu moleque irresponsável.- ele gritou com o filho.

- o que é isso coroa? - ele falou assustado e seus amigos riram, mas todos eles olhavam Inês, que estava com um pouco dos seios aparecendo, e era óbvio que ela não estava usando sutiã.

- o que é isso?- Victoriano colocou as mãos nos quadris, esse garoto estava lhe tirando a paz.- eu não mandei que você fosse para a empresa? O que você está fazendo aqui, e com todos esses moleques, quantas vezes já não te falei que para trazer seus amiguinhos aqui tem que ter autorização minha ou da sua mãe? Era para você está trabalhando garoto.

Emiliano riu- pai o senhor não tem moral para falar de mim, o senhor também era para esta trabalhando e está é Aqui no bem e bom com a minha mãe...- ele olhou para Inês- mãe os peitinhos ainda estão de fora... O que foi? o coroa rasgou seu sutiã?- ele falou com ciúmes.

- Emiliano por favor- ela  falou envergonhada se escondendo atrás de Victoriano.

- eu não mandei você respeitar sua mãe?

- pai o senhor fica aí pegando minha mãe no mato, que coisa feia, tão fazendo 20  anos de casados e traz minha mãe para degustação no mato? Cadê seu romantismo?- Emiliano queria sair da saia justa em que tinha se metido, como os pais não estavam em casa ele achou que eles tinham saído para comemorar o aniversário de casamento, ele disse para a irmã que não ia com ela e ligou para seus amigos para fazer uma festinha na cachoeira.

- o que eu faço com seu pai não é problema teu, você deveria ter ido trabalhar Emiliano - ela disse brava - manda ele ir embora Victoriano - sussurrou apenas para ele ouvir.

Victoriano olhou para o filho com raiva, sua mulher tinha razão Emiliano achava que podia tudo por que ele o mimou de mais.

- vá para casa Emiliano, me espere lá, vamos ter uma conversa séria e definitiva.

- não vou coroa, se o senhor pode tirar folga para ficar de esfrega com a minha mãe também posso sair e fica com umas minas.

- Emiliano se você não for, eu vou te bater na frente dos teus amigos, é isso que você quer?- ela falou brava o encarando.

- mamãe tá valente, eu atrapalhei o negócio? Que bom fico feliz, não gosto de saber que vocês ficam se comendo no meio do mato... E tem mais já sou adulto e posso fazer o que eu quiser... vocês não mandar mais em mim.- Emiliano sorriu com triunfo.

- está certo você é adulto e vai ser tratado como tal, a partir de hoje você perdeu todas as regalias, nada de cartões de crédito, nada de dinheiro, nada de carro, nada de nada... Só vai ter o comer e olhe lá.

Emiliano estufou o peito.- o senhor não pode fazer isso.

- veremos se não... veremos Emiliano Huerta  Santos- ele peitou o filho de frente.

Continua...

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