cap.3

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Escrita com Eva_Ferrer💜❤️💜❤️💜❤️💜❤️💜❤️

Emiliano olhou o pai com raiva, mas não disse nada, sabia que discutir só ia piorar sua situação.

- eu vou fazer faculdade então - falou frustrado e com raiva.

- ótimo, até lá vai trabalhar comigo na processadora.- Victorino falou sério.- aquela empresa também é sua, e eu a cada dia que passa estou ficando mais velho, você tem que se familiarizar com tudo.- ele passou o braço no ombro de Inês a puxando mais para si.

- está ficando velho mais não para de alisar minha mãe- falou bravo, sempre tinha ciumes da mãe.

Inês ficou vermelha, quando os filhos falavam da sua intimidade ela sempre ficava envergonhada, ela o olhou e o repreendeu.

- Emiliano.

- garoto sua mãe é minha mulher, você quer o que? Que eu fique me alisando com outras mulheres?- ele soltou Inês e encarou o filho com o peito estufado.

- não, mas não precisa ficar agarrando ela toda hora, eu prefiro  pensar que vocês não fazem esse tipo de coisa - ele falou fazendo cara de nojo.

- pois se isso te alegra continue passando assim, mais saiba que sou macho, se não for com ela vai ser com outra.- Victorino gragalhou, queria testar Inês.

Inês fechou a cara, ficando magoada, ela saiu de perto dele sem dizer uma palavra, beijou Emiliano e subiu para o quarto, parecia que o dia só piorava.

- tá vendo o que você fez coroa, minha dona ficou magoada com o seu comentário, estragou ou dia da minha mãe.- Emiliano falou empurrado, nem gostava de pensar que o pai fazia sexo com a mãe, nem que ele fazia com outras mulheres, na verdade ele era um mimado que tinha ciúmes dos pais.

- você foi quem estragou nosso dia seu irresponsável, hoje sua mãe e eu estamos fazendo 20 anos de casados, e você já nos fez brigar.

- meu deus pai, hoje faz vinte anos que você come minha, é para você está fazendo algo especial pra ela, ao invés disso tá é aqui brigando comigo- ele se jogou no sofá sorrindo.

- você é um inconveniente Emiliano... primeiro que eu não como sua mãe, eu faço amor com ela, segundo que não foi essa educação que a sua mãe lhe deu, senta direto muleque... Eu vou subir para falar com a sua mãe, esteja preparado para quando eu descer nós irmos para a processadora.

Ele deixou Emiliano na sala e correu atrás da sua morenita, não devia ter dito aquilo ainda mais no aniversário de casamento deles.

Ele subiu apressado entrou no quarto e a viu, ela estava de costas para a porta e olhava a fazenda lá fora, ela estava na porta da varanda, ela ainda não tinha notado a presença dele, e ele ouviu ela suspirar.

- Inês... Me desculpe eu não quis dizer aquilo.

Inês suspirou novamente, ela enxugou as lágrimas que caiam, não queria que ele a visse chorando.

- terminou de conversar com Emiliano? - ela perguntou desviando do assunto ainda de costas.

Victoriano viu que ela estava chateada, e que estava chorando e ele sentiu raiva de si mesmo pelo mau comentário.

- sim, ele já está me esperando lá em baixo para irmos para a empresa.

Ele se aproximou dela que ainda estava de costas para ele, ele não sabia como se aproximar, amava ela, mais nesses 20 anos de casados eles eram distantes, nem quando faziam amor ele sentia entrega da parte dela, ele era louco de desejo por ela pelo corpo dela, sempre que faziam amor ele dizia a si mesmo que não voltaria a procurá-la, pois sentia que ela ficava com ele forçada, ela não gostava e não sentia prazer nos braços dele, mais ele não resistia a tentação do corpo dela tão perto do seu.

- nós ainda vamos sair hoje a noite? - perguntou baixo, hoje ela estava disposta dizer que o amava, mas estava com medo dele não a amar mais.

- claro que sim morenita.- eram raras as ocasiões em que ele a chamava de morenita, esse era um apelido que ele colocou nela quando ela era uma menina e ainda namoravam.

Victoriano se aproximou dela e passou a mão no rosto que era tão bonito e que ele amava tanto.

Os lábios dela tinha um ímã que chamava os seus, e ele mais uma vez tomava a boca dela com ânsia e vontade de sentir o gosto dos lábios macios.

Inês o puxou mais para perto de se,  abriu a boca dando mais espaço para ele a beijar, ela ficou molinha nos braços dele que percebeu e a beijou com mais desejo.

Victoriano foi tomado pelo desejo que sentia de ter o corpo dela para si, ele caminho com ela até a cama e a deitou deitando logo em seguida por cima dala, sua boca não abandonou em nem um segundo a boca macia, ele viu ela suspirar em baixo dele e suspirou também estava muito excitado louco para ama-la a dias que não a tocava nem fazia amor com ela.

- aí Inês, ummm, você é a minha perdição... Huummmm...

- Victoriano...

Ela gemeu baixinho de olhos fechados, Inês era muito delicada, a cada toque dele ela suspirava querendo mais, ela abriu os olhos, o olhou sorriu leve e o beijou.

Ele abriu os botões da blusa que ela usava que a cobria inteira deixando assim ele mais louco de tesão, ele sempre ficava fiçurado querendo ver o que tinha por baixo da roupa dela.

Ele levantou um pouco o corpo e viu os seios dela dentro de uma blusinha de alças também preta, e a boca dele salvou queria prova-los tinha verdadeira loucura por eles.
Ele baixou a alça de um lado e contemplou o mamilo durinho e não resistiu passou seu rosto nele apreciando a maciez da pele dela.

Inês tinha a respiração acelerada, quando sentiu a boca quente e molhada dele nos seus seios, ela gemeu alto, mas ficou envergonhada, ela nunca gemia, Loreto a tinha ensinado que era errado, e que só o homem tinha direito a sentir prazer, ela olhou para  Victoriano envergonhada e logo se desculpou baixinho.

- me desculpe.

Victoriano ficou sem entender em o que ela estava pedindo desculpas, se tudo que ele queria era dar prazer a ela, tudo que ele queria era ver ela tremer de prazer e tesão em seu braços.

Ele olhava para o rosto dela e viu que ela estava vermelha de vergonha, era sempre assim, ela não sentia nada por ele, não gostava de está com ele, de pertencer a ele.
Ele saiu de cima do corpo dela e passou a mão nos cabelos nervoso.

- me desculpe, por um momento eu esqueço que você não gosta de está comigo.

Continua...

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