Em seu olhar vejo tudo aquilo que sua boca se nega a mim falar, em teu olhar sinto todo amor que seu corpo teima em me dar...
Em teu olhar vejo fogo a arder, vejo larva a correr, o teu olhar me faz crê que o amor ainda pode acontecer...
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Escrita com o meu amor Eva_FerrerAs mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar e com você eu escrevo essa linda fic.
Ele sorriu para ela, essa noite prometia ser diferente das outras noites, essa ele ia fazer ela delirar e gritar de prazer, ele já tinha tido uma prova de como ela era ao gozar para ele, e não queria que ela parasse nunca mais.
- hoje vou te fazer perder a cabeça- ele passou a mão na perna dela em uma carícia íntima.
- Victoriano por favor - ela suspirou com o toque dele.
- o que foi amor? Não gosta? E se te faço assim?- ele sorria de lado olhando procurando por algum que pudesse está os observando, como não achou ninguém e levou sua mãos para dentro do vestido dela e tocou a pele nua da coxa.
Inês apertou o braço dele, fechou os olhos sentindo sua intimidade molhar.
- alguém vai nos ver amor.
- ninguém vai ver, é só você manter essa boquinha apertada e não gritar... Apesar que eu amo seus gritos e suspiros de prazer- ele sorria com total descaramento, sua mão já entrava dentro da calcinha dela ele sentiu que era de renda e bem pequena mal cobria o sexo dela e estava muito molhada.- renda amor? Que cor é?
- vermelha meu amor- ela mordeu os lábios contendo seus gemidos.
- vermelha amor? ummm... E o sutiã? E vermelho também?- os dedos dele já tocavam a pele do sexo dela, ele tinham afastado a calcinha para um lado para poder tocar a intimidade dela a vontade.- está tão molhada.
- Victoriano não faz isso comigo por favor... não faz- ela revirou os olhos de tanto prazer que estava sentindo.
- amor não faz escândalo, adoro seus gemidos mais tenta se conter ou seremos expulsos daqui e seu adoro a comida desse restaurante, ainda mais agora... Que estou provando do seu prato principal- seus dedos tinha encontrado o pondo sensível do sexo dela por baixo do tecido de renda que ele estava imaginando agora, a verdade era que Inês nunca tinha vestido nada assim para ele antes.
- amor vamos para o hotel que as meninas falaram... vamos logo- ela falou nervosa por quase ter gemido alto.
- como amor se nós ainda nem jantamos? Quer pular do jantar para comer a sobremesa é?- ele falou próximo ao ouvido dela mordendo o lóbulo da orelha- a senhora está muito apressadinha senhora Santos.
Ela tremeu o segurando pelos braços.
- amor eu sou a sobremesa e você já está me comendo- ela falou e sorriu envergonhada, por ter sido tão ousada.
Victoriano sorriu de lado retirou os dedos de onde estavam e a olhou com cara de faminto.
- a melhor parte é a sobremesa morenita... Mal posso esperar por ela- ele levou os dedos só nariz e o cheirou na maior cara de pau sem se importar com quem poderia está olhando- aí que cheiro bom.