cap. 9

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Escrita com meu amor Eva_Ferrer meu Vitão que hoje está fazendo aniversário ( está ficando velhinha, mas é meu amor 🤣❤ )  TE AMO.

Inês os olhou suspirando, Emiliano precisava mudar, mas parecia que o filho não entendia.

- vá para casa Emiliano - ela falou seria.

- não mãe, a senhora não pode ficar do lado do meu pai, ele não pode me tirar tudo, é injusto.- ele estava revoltado por tudo que seu pai lhe disse, ainda mais por ter dito na frente dos seu amigos.

- injusto é você já ser maior de idade como você acabou de jogar na minha cara e não ter responsabilidade nem uma.

- irresponsável é você que tem quarto, mas trás minha mãe pro mato - ele falou alto.

Victoriano já estava perdendo o limite da paciência.

- eu já mandei você respeitar sua mãe, vá para casa seu moleque antes que eu te dê uma Corsa aqui na frente desse bando de desculpados.- Victoriano gritou irritado
Emiliano vendo que o pai não estava para brincadeira, saiu com raiva praguejando muito.

- que isso tio? Tá muito estressado, nem parece que comeu a tia Inês - um dos amigos de Emiliano falou.

Victoriano que já estava estourando agarrou mais firme seu chicote que trazia na mão e sentou a chicotada nos amigos de Emiliano, ele estava cego de raiva com o filho por ter desobedecido as ordens dele, e estava com mais raiva ainda por ele ter atrapalhado seu momento de amor com Inês.

- eu já mandei vocês respeitarem a minha mulher ela não é as periguetes que vocês estão acostumados a pegar.

- Victoriano- Inês gritou por assustada.

Victoriano parou ao ouvir o grito de Inês, sabia que tinha pegado pesado, mais Emiliano lhe tirou o juízo e esses moleques olhando para sua mulher com cara de tarados lhe fez cometer uma loucura.

- dou meia hora para que vocês saiam da minha propriedade, ou meus homens terão alvos vivos para treinar tiro ao alvo- ele pegou na mão de Inês e caminhou com ela- já estão avisados... Quanto a você grande homem vá para casa... Antes que eu perca o resto de sanidade que ainda tenho.

Inês o abraçou, era tão poucas as vezes em que Victoriano se mostrava violento, e isso assustava ela.

- vamos para casa também Victoriano- ela falou suspirando vendo Emiliano e seus amigos se afastarem.

- vamos sim... Esse menino me tirou do sério, me desculpa morenita, eu não queira fazer aquilo mais eu morri de ciúmes ao ver a forma como eles te olhavam.- ele pegou no vestido dela que ainda se mantém aberto pois ela não tinha fechado todos os botões.- só eu posso ver essa lindeza toda.

- eu sou toda sua, pena que Emiliano estragou nosso momento- ela falou triste.

Ele passou a mão nos cabelos em agonia, a anos tentava dar prazer a ela e quando parecia que estava tudo funcionando, chagar Emiliano com todo aquele aue e estragou tudo, ele a puxou pela cintura e juntou seus corpos, as bocas ficaram a centímetro de distância, as respirações ofegantes.

- vamos ter mais momentos como esse não vamos? Ummmm? - ele dava pequenos beijos na boca dela.- uma das mãos foi até o traseiro dela por dentro do vestido.- amor veste a calcinha se não eu vou fazer o que aqueles moleques falaram e vou te comer no mato.

- Victoriano não fale assim, é por isso que Emiliano é desse jeito, você não me " come " , você faz amor comigo - ela falou seria o olhando nos olhos.

Ele beijou os lábios dela e sentiu seu corpo se acender outra vez, não que sua chama estivesse apagada, pelo contrário estava mais acesa do que nunca, nem a chegada incoveniente de Emiliano tinha baixado sua enorme ereção que ainda pedia pelo orgasmo que ela ficou lhe devendo.

Ele parou o beijo e lhe falou ao ouvido.

- então vou te amar aqui no mato mesmo... Só eu e você.

- é melhor irmos para casa, nos fazemos lá, eu morreria de vergonha se mais alguém nos vise aqui disse jeito- ela falou envergonhada.

- então veste a calcinha amor, eu não vou conseguir me controlar sabendo que você está nua por baixo do vestido, e coloca o sutiã também, não quero mais ninguém de olhos nos meus peitos, eu por pouco não quebrei me dois aquele maldito moleque enxerido.

Ele falou demostrando todo o ciúmes que sentia por ela.

- eu não sei pra que todo esse seu ciúme, meu amor eu já estou velha, nenhum homem olha pra mim além de você- ela falou suspirando vestindo suas peças íntimas.

Ele viu com muito desejo ela subir lentamente a calcinha pelas pernas grossas e suspirou passando a mão no bigode.

- mais está uma velha muito gostosa, com um par de peito duros que me deixa de membro dolorido de tesão toda vez que eu penso nesses dois montes de perdição.

- Victoriano meu deus- ela falou sorrindo- vamos embora meu bem, termos que pensar no que vamos fazer com Emiliano- ela suspirou triste.

Ele mudou a expressão do rosto, Emiliano lhe deixava muito preocupado com esse tipo de atitude que vinha tendo nos última tempos.

- sim... Tomara que ele não tenha saído de casa, isso não vai ficar assim, vou dá um castigo grande a Emiliano... Há se vou...

Victoriano ajudou Inês a subir no seu cavalo e subiu logo atrás, ele a apertou contra seu peito e sentiu todo o cheiro do corpo quente que estava a sua frente.

- assim é bem melhor não acha?- o trotar do cavalo fazia o corpo dela deslizar pelo seu.

- é perfeito assim, depois você manda alguém buscar a tempestade- ela se referia a égua que deixaram na cachoeira.

- amor ela vai só, olhe para trás, ela já está nos seguindo... Ummmm - ele soltou um gemido no ouvido dela ao sentir o traseiro redondo em contato com seu membro duro.
Inês passou a mãe no braço dele e suspirou olhando de lado para seu amor, ela depositou um beijo nos lábios dele o que foi bem correspondido com ele intensificando o beijo.

Ela a muito queria se entregar ao amor físico dos dois pois ao amor de almas ela já tinha se entregando a tempos, victoriano foi seu maior amor, sua maior paixão, com ele ela teve tudo, seu primeiro beijo, a primeira carícias, com ele teve seu primeiro e único momento de amor antes que a maldade e Loreto os separasse e ela fosse entregue a dor e ao desespero de pertencer a alguém que não amava que usava da força para lhe ter como mulher, deixar Victorino foi uma das maiores dores que ela já sentiu na vida, mais não podia contar a ele a verdade não podia falar o que lhe aconteceu, por que se ela lhe revelasse a verdade ele teria feito uma desgraça e teria manchado sua vida para sempre.

Eles chagaram a fazenda e ele a ajudou a descer do cavalo, ele notou que ela estava diferente, que estava triste.

- o que foi morenita o que você tem?- ele pegou no rosto dela e a fez o encarar, ele viu uma lágrima descer pelo rosto dela e ficou assustado.

Continua...

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