Estava finalmente em casa e parecia que o tempo não tinha passado estava exatamente igual como eu o deixei, eu estive fora três dias e o tempo tinha parado mas quando voltei o tempo recomeçou ou eu estive parada também será que os orarios interdimensionais estão a tentar pregarme uma partida, não presebo nada disto, que estranho.
Depois de uma hora comecei a notar que estava algo de muito errado estava a passar-se, a realidade estava a parar como um jogo de computador muito pesado do meu irmão Jackson pára e depois volta a andar, pára e depois volta a andar e assim sucessivamente não sei como é que ele consegue jogar assim uma das coisas que nunca irei perceber. Passado duas horas aquilo ja cansava e eu não estava a entender pois parece que eu não estava a travar mas o resto das pessoas estavam fui para a escola pois as aulas estavam mesmo a começar, só uma pessoa além de mim estava estava a mexer-se bem a Stephanie ela tentou disfarçar mas eu notei, não era difícil ela representa muito mal, não sei porque é que ela tenta.
Ruby - Oque estas a fazer, sabes que não sabes representar, asserio, mesmo.
Stephanie – Anda lá não fui assim tão má.
Ruby – Sim és mesmo péssima.
Stephanie – Que má.
Ruby – Mesmo má por me teres chamado má. Mas então porque estavas a fingir que estavas a travar e porque é que tu não travas?
Stephanie – A pergunta é porque é que tu não travas?
Ruby – Eu perguntei primeiro, não estamos numa serie de tv onde o que pergunta depois responde primeiro.
Stephanie - Cai num buraco muito estranho e quando saí todas as pessoas travavam. Não sei porque mas decidi imitar por via das dúvidas, nestas alturas dava jeito que ensinassem isso na escola. E qual é o teu motivo?
Ruby - Para começar essa estória não é plausível e depois andas a vigiar-me? É que parece que sim. (disse num tom desconfiado mas acho que nao se notou que estava a mentir)
Stephanie - Ok isso passa eu acho, bateste com a cabeça em algum lugar da escola?
Ruby - Não porque dizes isso?
Stephanie - Porque às vezes parece.
Ruby - Eu só sou super aleatória naquilo que digo faso e escolho é por isso que nunca ninguém sabe o que eu vou fazer ou dizer a seguir.
