O sangue
Nos rios
Nas flores
Nas vidas
Não alimenta
A bondade
Do mundo
A máquina-humana
Assassina
E planeja
Um novo projeto de lucro
Quem plantará
As árvores cortadas?
Quem apagará
As cicatrizes formadas?
Quem nessa vida vã
Fará o que de todos é dever?
Quando pararemos
De destruir
As flores do mundo
Quando pararemos de mais fazer
Cicatrizes em todos
