Jeongguk fora rápido em exercer um movimento, antes mesmo que Taehyung pudesse retirar sua capa, o mesmo se aproximou dos lábios do mais velho e o beijou.
Lentamente, Taehyung deixava suas mãos deslizar para longe da vestimenta que ocultava o maior segredo de Jeon para com ele.
Este fora o beijo mais prolongado que Jeon dera em toda a sua vida e, ao mesmo tempo que beijava o mais velho, a chuva já estava cessando e Jeon agradeceu pela sorte aos céus.
Ao se afastar de Taehyung, o mesmo sorriu ladino, ao mesmo tempo que Jeongguk dizia:
— Viu? A chuva está parando, eu preciso ir. — Olhando as poucas gotas que caia na rua, Jeon se levantou. Sendo segurado por Taehyung em seguida.
— Espera... quando... — Jeongguk fitou ele, esperando. — Quando podemos nos ver novamente?
Jeongguk permanecia calado, se sentiu feliz ao saber que o mais velho ainda queria o ver. Mas que sensação era aquela?
— Em breve, eu prometo. — E saiu andando até sumir da vista de Taehyung.
— Jeon Jeongguk — sussurra Taehyung, com um sorriso largo na face. — Talvez agora eu tenha encontrado a pessoa certa.
Ainda com o sorriso, o mais velho se permitiu entrar na casa. Abriu a porta e se deparou com sua irmãzinha e sua mãe na mesa de jantar, comendo algo aleatório que nem mesmo ele sabia o que era.
O gosto culinário de sua mãe era bastante peculiar e a mesma fazia as refeições com pratos desconhecidos e sempre resultava em algo delicioso e que Taehyung sempre gostava.
— Jin-Joo me disse que trouxe um amigo — disse a mais velha, sem fitar o mesmo.
— Anh... sim — respondeu Taehyung, com nervosismo, logo encarando a pequenina ao lado.
— E ele sabe da sua sexualidade?
— Mãe...
— Eles estavam se beijando — sussurrou Jin-Joo com um sorriso. Logo Sunhi encarou o filho.
— Taehyung! — repreendeu ela, logo encarando o filho também. — Tudo bem que foi só um beijo. Mas tinha que ser em frente a casa? Não podia ser em outro lugar? Quer que os outros vejam e espalhem boatos sobre?
— Mãe — chamou ele.
— Sabes que o homossexualismo é proibido em Seul — murmurou ela, com a tristeza estampada em seu rosto. — Não quero perder você, como perdi seu pai.
— Mãe, eu sei...
— Omma, porque eles não podem ser felizes? O certo não era as pessoas fazerem o que as deixam felizes? — perguntiu Jin-Joo, com curiosidade extrema.
— Jin-Joo — chamou ela, logo fitando a filha. — A política nesse país é bem rígida, e com esse rei corrupto, todo cuidado é pouco.
— Mãe, eu sei que a senhora só pensa no nosso bem e tem bastante medo de que eu seja morto por gostar de homens, mas a rua estava vazia. Tenho certeza que ninguém viu — explicou Taehyung.
— Assim espero, agora coma.
Agora em seu quarto, que dividia com sua irmã. Taehyung se encontrava deitado e com lágrimas querendo descer pela sua face.
— Porque eu tinha que nascer assim? Porque eu tinha que gostar homens e não de mulheres como qualquer um? — sussurrava ele para si, estava tão perdido em seus pensamentos que nem havia percebido Jin-Joo no cômodo.
O mesmo secou suas lágrimas e se levantou, se sentando na beira da cama, logo sendo surpreendido por um abraço da pequenina.
— Não se preocupe, TaeTae. Nada de ruim vai acontecer com você e, se acontecer, eu vou dar um jeito. — Taehyung sorriu e apertou mais um pouco o corpo de Jin-Joo para com o seu. — Eu vou fazer de tudo para você ser feliz com o Jeongguk Hyung.
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proibido; kth + jjk
RomansaQuando Jeongguk saiu pela primeira vez do castelo. Ele nunca adivinharia que iria conhecer a pessoa que mudaria sua vida. Porém, logo depois de retornar para o palácio, Jeon passou por grandes problemas. Incluindo a proibição de ver Taehyung, vinda...
