*Sem revisão*
É engraçado como um único fato ou acontecimento pode mudar a sua opinião sobre algo.
No início da noite eu estava me sentindo meio deslocada com toda a conversa, gritaria e loucura que antecedem um casamento. Mas bastou um simples convite e uma olhada para a esquerda, no banco de trás de um carro, para toda a situação mudar e um desejo louco umedecer a minha calcinha.
Eu estou a dois dias na casa da minha tia para o casamento de sua filha, minha prima, que será no final de semana. E vocês tem que entender um coisa: as pessoas daqui não são normais. Todo mundo fala gritando e ao mesmo tempo, sempre! Duas pessoas conversando podia facilmente serem confundidas com um grupo de dez argentinos discordando sobre futebol. E eu como uma garota quieta estava me sentindo como um peixinho fora d'agua até ser convidada a conhecer a casa onde minha prima ira morar com seu futuro marido. Naquele inicio de noite, enquanto seu noivo, Sérgio, dirigia rumo ao futuro lar, eu passei a reparar melhor no seu perfil. De cara seria e sendo iluminado pelos faróis dos carros a sua volta eu comecei a desejar ver aquelas lindas íris castanhas escurecidas pelo desejo enquanto me fodia por trás.
E aparte daquele momento eu não pude mais frear os meus pensamentos libidinosos a respeito do noivo da minha prima, Carla. E naquele mesma noite, quando ele deixou eu e minha prima na calçada de casa e se despediu de mim com um abraço, fiz questão de roçar os meus peitos em seu peitoral e sussurrar o quanto eu esta molhada por ele, o fazendo se despedir atrapalhado da sua noiva e entrar no carro as presas fugindo da situação.
E desde então, toda oportunidade que eu tenho a sós com ele aproveito para o seduzir, ora roçando uma parte do meu corpo no dele, ora falando toda tipo de sacanagem que gostaria que ele fizesse comigo. O deixando cada vez mais sem saber o que fazer com essa situação.
O seu casamento será amanhã e esse era o assunto que eu, minhas primas, Carla e Carol, e a tia Carmem conversávamos até o celular da Carla toca atrapalhando a conversa
— Mas seu Milton o senhor tem certeza que esse água está vindo da minha casa?– Carla pergunta parecendo preocupada— Tudo bem. Ele chegará daqui a pouco e resolverá esse problema. Obrigada por ter avisado, até mais.- se despede e encerra a ligação
— O que houve filha? Por quê você ficou com essa carinha?– tia Carmem pergunta segurando a mão da filha por cima da mesa
— O seu Milton ligou para dizer que tem alguma coisa vazando água lá em casa e parece que faz muito tempo, devido a quantidade de água escorrendo para rua.– Carla responde desanimada— Vou ter que cancelar a prova do vestido hoje.
— Você não pode cancelar, tá louca? E Se tiver algum ajuste para fazer no vestido? Não dará tempo de fazer tudo amanhã.– sua irmã, Carol, fala alarmada com a possibilidade da irmã deixar tudo para o dia do casamento
— Não posso deixar o Sérgio ir sozinho, vai que ele precise de ajuda?– Carla argumenta e é aí que vejo minha oportunidade
— Eu posso ir!– me voluntário— E aproveito para arrumar o resto da decoração da casa.
— Isso, a Anna pode ir com ele!– minha tia incentiva
— Não quero te incomodar, já basta está arrumando a casa sem cobrar nada pelo serviço.
— Não é incômodo algum, prima.– garanto segurando sua mão— Eu estou aqui pro que precisar.
— Obrigada, prima.– agradece e na mesma hora seu noivo entra na cozinha— Oi, amor!–cumprimenta o com um selinho
— Oi, meu bem.– deixa um beijo em sua testa e virasse para nós— Boa noite meninas.
— Boa noite!– falamos juntas
— Amor, o seu Milton ligou avisando que tem um vazamento lá em casa. Você terá que ir da uma olhada.
— Tudo bem, eu só quero comer algo e poderemos ir.
— Hoje é a última prova do vestido, não posso deixar pra amanhã. A Anna irá com você.– assim que ela termina de dizer Sérgio me olha assustado me fazendo abrir um sorriso sacana
— Eu posso ir sozinho.– ele tenta argumenta desesperado o que só me faz abrir mais o sorriso
— Eu vou aproveitar que você vai consertar o vazamento e organizarei os últimos detalhes da decoração.– digo como quem não quer nada
— Então pronto, está decidido. Agora temos que ir filha se não a loja fecha.– tia Carmem fala já com sua bolsa no ombro
— Tchau meu amor, juízo!– Carla se despede em tom brincalhão
Juízo é a única coisa que seu noivo não terá essa noite.– penso cinicamente
Depois de quarenta e cinco minutos de um silêncio tenso por parte de Sérgio chegamos em sua casa e descemos do carro. A todo momento ele ficava limpando as mãos na calça, sinal que prova o quanto está nervoso com nossa visita a sua casa.
— Enquanto você procura o vazamento eu vou colocar essas coisas no seu devido lugar.– digo levando as últimas decorações para dentro da casa e posso ver a surpresa em seu rosto ao ver que não o ataquei na primeira oportunidade nossas a sós
Entro na casa sorrindo com seu suspiro de alívio, provavelmente está imaginando que eu desisti de o levar para cama. Tão ingênuo...
Estou finalizando a decoração da sala com umas cortinas beges na enorme janela de vidro quando ele aparece todo molhado e sem camisa, mostrando o quão sarado é.
— Conseguiu consertar?– pergunto sem desviar a minha atenção do que estou fazendo
— Sim, foi apenas um dos canos do jardim que estourou.– diz olhando envolta— Ficou realmente bonito a decoração!– elogia alisando o tecido aveludado das almofadas de tons pastéis do sofá de três lugares
— Obrigado.– agradeço me aproximando de seu lindo corpo parado próximo ao sofá— Agora que o trabalho acabou, que tal aproveitarmos a casa só nossa?– sussurro passando as unhas em suas costas
— O-o quê?– pergunta espantado ao se virar com tudo e cair sentado no sofá derrubando algumas almofadas no chão
— Pensei em nos divertirmos um pouco.– digo sentando em seu colo, com uma perna de cada lado do seu quadril
— O que pensa que está fazendo?
— Encare isso como uma despedida de solteiro... particular.– sussurro a última parte em seu ouvido
— O que você espera que eu faça? Transe com você e me case amanhã como se nada tivesse acontecido?– fala alarmado olhando para os lados
— Para falar a verdade, sim! Espero exatamente isso de você.– respondo sincera
Sem dar tempo para mais questionamentos, retiro minha blusa fazendo os meus seios saltarem livremente
— Você só pode estar louca.– fala sem conseguir desviar os olhos dos gêmeos a sua frente.
— Só se for louca de desejo...– pauso, rebolando em cima de seu pau ereto— Por você!
Levo minhas mãos a sua nuca e os meus lábios a sua boca. Ele tenta resistir mas logo se rende ao desejo e corresponde ao beijo com a mesma intensidade que eu.
Sérgio logo larga a minha boca para abocanhar o meu seio direito sugando o com força, me fazendo gemer quando sua língua circula o biquinho que acaba de morder.
— Aahh– gemo mais quando ele repete o mesmo processo com o seio esquerdo assim deixado ambos deliciosamente doloridos
Me levanto do seu colo e me jogo de joelhos no chão, entre seus pés. Abro sua calça e com sua ajuda a retiro de seu corpo junto com a cueca, liberando o seu pau gloriosamente reto apontando para o teto. Sem perder tempo seguro seu eixo grosso repleto por veias azuladas, que enchem minha boca d’água.
— Leve o a boca, quero vê-la babando nele.– comanda com a voz rouca segurando os fios loiros dos meus cabelos
Faço como ordenou. Primeiro passo a língua de sua base até a cabeça robusta, capturando uma gota de pré-sêmen com a ponta da língua e só então o abocanho, o levando até minha garganta e depois o tirando quase por completo, deixando só a sua glande repousando sobre minha língua a sugando com vontade enquanto uma de minhas mãos masturba seu eixo e a outra brinca com suas bolas.
— Porra... que delícia!– geme segurando com mais força os meus cabelos e acelerando as estocadas em minha boca— Isso, eu quero ver você entalada com meu pau na sua garganta!
Intensifico as chupadas, mamando com vontade, o sentindo engrossar na minha boca
— Eu vou gozar nessa sua boquinha atrevida... Porra!– fala estocando fundo antes de gozar chamando o meu nome
Engulo tudo, abrindo um sorriso travesso enquanto passo o polegar no canto dos meus lábios, me levanto em seguida para retirar o meu short e calcinha.
— Safada!– diz antes de ficar em pé e beijar minha boca, sua mão desce pelas minhas costas até a minha bunda a apertando com vontade— Sua putinha gostosa...– diz me colocando de quatro no tapete entra as almofadas que caíram do sofá
Ele distribui beijos e mordidas por meu ombro, pescoço, costas até chegar no meu bumbum onde passa as mãos, o alisando, para logo em seguida acertar um tapa.
— Era isso que você queria o tempo todo, não era Anna?– pergunta segurando os meus cabelos, fazendo com que o olhe por cima do ombro— Queria que eu fodesse essa sua bocetinha, não é?– fecho os olhos quando sua outra mão alcança entre as minha pernas e esfrega os grandes lábios já lambuzados por minha excitação
— Sim, quero que você me foda forte. Aahhh...– gemo quando ele enfia três dedos em mim, estocando fundo
— Então é isso que você vai ter!– Sérgio se afasta um pouco alcançando sua calça e retirando uma camisinha de dentro da carteira a rasgando no dente e a desenrolando em seu mastro erguido.
— Aahhh...– grito alto quando sou preenchida de uma vez, bruto, sem qualquer cuidado e isso só faz com que eu molhe ainda mais, amando suas estocadas fortes.
Sérgio segura meu quadril com um mão enquanto a outra está enrolada nos meus cabelos os puxando com força, acelerando cada vez mais os seus movimentos.
— Sua cachorra... Queria ser fodida!? Então eu vou te foder sem pena, até você não aguentar mais!– ele solta os meus cabelos e acerta um tapa seguido do outro na minha bunda— E depois que eu terminar com essa sua bocetinha apertada vou me enfiar até as bolas nesse seu rabo gostoso e você vai deixar, sabe por quê?– nego com a cabeça sem conseguir raciocinar direito— Porquê você é uma putinha gulosa, é isso que você é!
— Sim, sim, sim...– respondo descontrolada, suas palavras me deixando cada vez mais perto do orgasmo
Rebolo no seu pau em uma dança sincronizada de pura luxúria. O suor escorre entre nossos corpos completamente fogosos, famintos um do outro, o som de suas estocadas ficando cada vez mais alto preenchendo os nossos ouvidos.
Quando minha buceta começa a apertar o seu pau ele desce sua mão por minha barriga indo em direção ao meu clitóris o massageando lentamente
— Goza no meu pau, eu quero ver você se derramar comigo enfiado até o talo em você.– diz beliscando o meu nervinho e esse é o meu fim chego ao orgasmo gritando seu nome, alucinada.
— Sérgiooo...
— Isso cachorra, grita o meu nome... Porraa!– Sérgio goza logo em seguida curvado em minhas costas sussurrando o meu nome, falando o que ainda fará comigo pelas próximas horas e eu mal posso esperar por isso.
[...]
— Mas no princípio da criação Deus os fez homem e mulher. Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém o separe.– o padre discursa segurando uma bíblia e olhando para os noivos de mãos dadas a sua frente que estampam grandes sorrisos— E com o poder concedido a mim o vos declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva!
Sob uma chuva de arroz, minha prima e seu noivo, agora legítimo marido, deixam a igreja em direção a lua de mel, em Cancun, que eu posso garantir que será ma-ra-vi-lho-sa.
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Delírios de uma mente devassa
DiversosDelírios de uma mente devassa é uma coletânea de contos eróticos inspirados, e fantasiados, em situações vivenciadas por uma mente completamente corrompida por devassidão. Minha melhor amiga; O noivo da minha prima; E nasce um devasso; O elevador; O...
