Supremo? Um extremo.
Ínfimo? Uma insignificância.
Em consonância intangíveis
E, também, inatingíveis por demasiados.
Então, desanimados
Entre um e outro,
Em vão
Inventamos rotas e rumos.
Com aprumo levantamos
E, imaginamos como atingir
Como fingir estoutro ou
Aqueloutro adquirir.
Entre o Supremo Onipresente
E a Insignificância Infinita
Se ressente nosso timão
Nossa direção exita,
Carecemos de orientação.
E, dando voltas sobre nós mesmos
A esmo onipresentes, ínfimos ou,
Nem esse, tampouco aquele
Seguimos entretanto
Com espanto, ouvindo
O tambor do coração.
Como escravos no sombrio porão
Remamos no ritmo sereno
Sem governo de nossa respiração.
Esquecemos que audazes
E, fugazes fingimos
Chegadas,
Tingimos horizontes,
Criamos pontes,
Ultrapassamos supremos
Insifnificantes extremos.
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Restringindo a Imensidão
PoezieRestringindo a Imensidão Quem é você? Onde você está? Em algum lugar No vagar de meus anseios? Tão incipiente e tão inconsistente, Em enleios já? Imaginação ou telepatia? Empatia de invenção? Ou mero devaneio, Com receio alentado, Sobressaltado te...
