Eu não sabia
Sentia sem saber
E, perceber a inquietude
Sem atitude porque sem lembrança.
A esperança não encontrava raízes
Nutrizes não tinha,
Não continha, então, razão.
E, sem vazão armazenava,
Entesourava ao léu
Em céu vazio sem estrelas,
Sem sol, nem cor
Que com dor e amor
Era só um clamor.
As vicissitudes se alongaram,
Enganaram com similitudes
E, solicitudes exigiram
Que se fixassem em mudanças,
Que criaram alianças e
Novas esperanças;
Pleitearam empenho,
Desempenho desesperado
Que dilacerado surgiu,
Intermitências criou
De alegrias fugidias.
Ludibriou com esquecimento
O discernimento de cada momento.
O tempo passou
Varou o presente
E, persistente no futuro se apresentou,
Acalentou saudade
Que a verdade saudou.
Aquela verdade não acontecida
Com despedida sofrida
Da oportunidade perdida.
Restou lembranças
Poucas e loucas.
Restou a similaridade
Interrompida e dilacerada
Que a realidade encerrou.
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Restringindo a Imensidão
ŞiirRestringindo a Imensidão Quem é você? Onde você está? Em algum lugar No vagar de meus anseios? Tão incipiente e tão inconsistente, Em enleios já? Imaginação ou telepatia? Empatia de invenção? Ou mero devaneio, Com receio alentado, Sobressaltado te...
