REECONTRO

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Dulce narrando.

Quando voltamos ao convento fiquei sem entender ela chorava e acabou que fomos castigadas temos que rezar por uma uma hora sem para e isto cansar,ela estava com os olhos inchados de chorar e quando acabamos fomos por quarto e ela se deitou e do ou encolhida como se estivesse com medo e toda vez que eu roca a no assunto ela mudava e  eu não disse amis nada deixei ela no canto dela mais a viciei a noite toda e no outro dia acordavamos cedo pra rezar e cuidar das crianças menores e ela ficou calada.

— Vamos desce pra praia mais tarde Annie assim você se destrair.

— Pode ser Dul,estou com Saudades de casa

Descemos no fim da tarde ela estava calada mais fiz tudo que podia pra deixa-la tranquila e tiramos toda a roupa e entramos no mar.

— Quer falar o que ouve,sei lá pra desabafar amiga.

— Perdi o grande amor da minha vida,nestas águas... Ela olhava o imenso mar.— Na minha lua de mel.

Mais ela olhava e desabou ao choro de novo e me abraçou e a sentir tão frágil e saboa o quanto estava sofrendo e a dor era transparente seus olhos eram tristes e o sorriso era bem forçado,ela me olhou e mergulhou eu fiquei com medo dela comentar uma loucura e ela apareceu do outro lado.

Palhaça! Me assutou,volta.

—  Vem aqui e lindo!

Ela gritava e começou a cantar era como se ela quisesse máscara a dor,não sei explicar de onde ela estava tirando forças pra suporta a dor.

— Annie e de onde você tira forças pra suporta, que não acredita em Deus?

Mergulhamos e subimos sem ar e ela voltou com um peixinho nas mãos.

— Eu sinto que ele está vivo,que tudo não passou de mentiras e de um sonho. Sorrindo ela me puxou.— Ele acreditava em tudo em vida pós a morte e em reencarnação eu acredito que estou viva em mais nada.

—  Vamos nos aproximar da margens olha o barco vindo...


Eu a puxei e estava voltando e ela aprou  tal barco se aproximou e ficou de longe olhando nós duas na água.

— Espero que ele não venha aqui,estamos nuas. Mergulhamos.

— Ele está mais próximos vamos Annie.

— Que chato! Ela fazia gestos obcenos pra ele e ria.—  vou joga uma pedra na cara dele,que ódio.

Eu a puxava e o barco se aproximava e corriamos dentro da água era como se ficássemos no mesmo lugar que ódio,e saímos e quando chegamos a margens sem ar ela me olhava e ria de mim e vi um moreno alto,pele brozeada vindo nas costas dela que ainda estava nua com o vestido nas mãos.

— Veste Annie!

Ela se assustou e olhou correndo e ficou paralisada e sem ação seus cabelos grudados na frente do corpo e eu tentava me vestir e ia puxa-la.

Alma Gêmea 🎭Histórias para pegar e não largar. Descubra agora