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Mistérios

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Anahi chegou ao convento radiante e rindo dele ,mas a certeza no coracai que ele seu amor,ela se jogou na cama.

Dulce que susto! Entrando no quarto e bateu a porta.— Quer me matar?

devendo sem vergonha? Sentando na cama e riu da cara da amiga.— O que aprontou?

— E ele,meu amor. Mal respirava.— Ele me beijou e sentir seus toques,e ele.

— Como assim,o que ouve?

— Ele e safado demais,mas fez do jeitinho do Poncho. Ela fechou os olhos e riu.— Tôcou meus seios igual a ele.

— Que safada,você não pode fazer isto. Assustada.— Ele quer aproveita de você.

— Relaxa eu que aproveitei dele,gostoso demais. Olhando pela janela o céu azul.— Porque me esqueceu?

— Talvez, ele perdeu a memória? Virando rápido.— Vai que perdeu a memória no acidente.

— Sim,mas preciso reconquista-lo. Se jogou na cama.— Nos pertencemos um ao outro.

Elas riram e se jogaram no chão rindo e falando dele,mais enquanto isto Poncho saindo da praia ele estava feliz e imaginando ela na cama.

— Vai ser minha eu juro! Se jogou do barco e rindo.— Minha, vai ser minha..

—  ficando maluco amigo. Pollito olhando ele no mar.
o que faltava você falando sozinho.

— Tive com ela,perfeita demais. Saindo do mar e tentando pensar e sorriu.— Freirinha safada.

— O que você fez?

— Nada chupei os peitinhos dela. Fazendo gestos com a boca.— Gostosinhos e durinhos.

— O que ta falando Ben? Maite chegou na hora.— Sumiu de novo.

— Que susto Maite! Ele se afastou dela.— Tava trabalhando.

Não menti Ben,foi pro mar de novo. Ela jogou a toalha nele.
— Se eu descobrir algo te mato safado.

Você é louca Maite!Ele riu e saiu.— Chata demais.

Poncho chegou ao quarto e não parou de pensar nela,ele queria mais daquela mulher e seus pensamentos estavam a mil e quando entrou no banho o Pollito entrou com tudo.

— Ela uma fera,disse que vai te matar. Olhando no enorme espelho na parede e fazendo gestos.— Cuidado ela e doida.

— Cara tive a sensação que tinha pegado naquele peito e cada vez que beijo aquela boca e como se algo se acalmasse  dentro de mim. Ele olhou a luz do final de tarde.— Não sei e como se ela me pertecesse,sendo um do outro.

Ninguém e de ninguém amigo.

— Isto e no seu mundo,no meu eu sou o dono caralho.

Eles riram e foram pro jantar,Todas as noites tinha o jantar em família e na mesa a família que escondia um grande segredo,o tratava como filho.

— Pai eu disse ao Ben,ele anda sumindo muito e não gosto de saber que me esconde algo.

— Calma querida,Ben quero que assuma o pescado seja o meu gerente por lá.

Não estou bem tomando conta das embarcações. Ele fez cara feia pra Maite que sorriu. — Eu quero viajar,então e muita responsabilidade...

Não mesmo e herança dos nossos filhos Ben.

— Filhos?assustado.
cedo pra filhos,mas vou pai.

Não demorou ele saiu da mesa de jantar e ficou muito bravo com eles e na mesa eles discutiam e ele via de longe,fumando.

Não adianta força Maite,se ele descobri você vai perde-lo.

— Ele nunca vai descobrir,então ou me ajuda a resolver isto. Jogou o guardanapo no pai.
— Ou vou me matar!

Pollito ouviu tudo e saiu pra varanda com o amigo e ficou quieto pensando no que ouviu e tentando lembrar de algo do dia do acidente.

— Pollito,Pollito? Ele caramba o amigo que estava longe e ele o empurrou.
Caralho acorda,preciso de você cara.

— O que foi,eu estava voltando ao passado.

— Quero ver ela de novo,mas como vou fazer com esta merda de cuida do pescado?

— Eu cuido pra Vc me quando foi ve-la. Ele abraçou o amigo.— Vamos pra cidade quero encher a cara hoje.

Eles foram pra cidade encher a cara,ambos estavam confusos e o Pollito não conseguiu entender o mistério que eles escondiam.

Alma Gêmea 🎭Histórias para pegar e não largar. Descubra agora