Consulta

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A volta dos que nunca foram. Talvez eu consiga terminar a fic essa semana minha genteeeee... já estou com saudade. Estamos entrando na nossa reta final mas calma que ainda tem coisa p acontecer e prometo que agora é só Felicidade kkkkkkkkk ou não rs




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Pov Lara-

-seu guarda eu não sou vagabundo, eu não sou delinquente, sou um cara carente eu dormi na sacada, pensando nelaaaaaaa- ouvi alef e leandro cantarem alto

Abri meus olhos com certa dificuldade por conta da claridade e abracei Tainá

-Bora bando de puta, levante- alef falou puxando a nossa coberta

-vocês não transaram aqui fora não né? Os vizinho tudo devem ter visto- leandro falou

-ninguém transou além de vocês dois- Tainá respondeu

-a senhora tá muito é louca, eu não sou lésbica não querida, não vou dar esse desgosto pra minha mãe- alef falou fazendo a gente rir

-é isso mesmo, eu sou uma GAYrotinha hetera- leandro completou

-de taubaté- eu falei

-mas e aí, as bonitas se resolveram?- alef perguntou

-sim Bixa fofoqueira, sim- Tainá falou se levantando do colchão

-aleluia senhor, achei que já iam terminar o que nem tinha começado- leandro falou

-vocês vão com a gente na consulta?- perguntei

-não né, se a senhora vai não precisa a gente ir- alef respondeu

Eu dei os braços e subi para o quarto de Tainá junto com ela, depois da consulta nós passaríamos na imobiliária para assinar a papelada e de lá eu iria correndo pra empresa. Hoje seria um dia e tanto

Tomamos um banho rápido e fomos ao consultório da médica que faria a inseminação de Tainá

-boa tarde, eu tenho hora marcada com a doutora Débora- falei para a recepcionista assim que entramos no consultório

-nome por favor- ela pediu

-larissa Iglesias e Tainá costa- falei

-claro, a doutora está esperando vocês- a mulher falou saindo de trás do balcão e indo em direção à sala da médica

-podem entrar- ela falou e assim fizemos

-meninas, bom dia! Que bom ver vocês e nessas circunstâncias tão maravilhosas- a loira simpática falou abraçando nós

-oi doutora- Tainá falou

-bom dia doutora- falei

-vamos ao que interessa. Sente-se- ela falou e logo Tainá e eu sentamos

-então, vocês sabem que tem chance de não dar certo de primeira, certo?- Débora perguntou e nós balançamos a cabeça em um sim

-certo, o doador é anônimo e pra ter mais chance de dar certo, precisamos fazer dentro do ovulação de Tainá. Mas antes, faremos uma série de exames e eu prometo que não vai doer nada, apenas vamos tirar sangue pra vê se tá tudo ok- debora explicou

-certo- respondi

-vem Tainá- ela pediu e nós nos levantamos e fomos até uma sala de coleta

-não vai doer nada tá? Tô aqui- falei tentando acalmar minha esposa que morria de medo de agulha

-no 3 ok? 1,2,3

A médica enfiou uma agulha no braço de Tainá capturando uma veia pra retirar o sangue. Ela encheu alguns tubinhos e fez mais umas perguntas a Tainá que respondeu tudo perfeitamente bem

Tinha que ser ela? (Concluído) Onde histórias criam vida. Descubra agora