Então então então, nossos queridos e amados duendes tem um grande protagonismo nesse capítulo. Além de explicar muito sobre o nome que aquele duende usa com Sal no capítulo "Beco Diagonal".
Boa leitura ❤️
Sal cortou o inimigo. Por um momento, seu oponente ainda estava ali, congelado no tempo, então ele simplesmente caiu. Seu corpo caiu no chão, seu sangue escavando a terra e sua cabeça rolando para se aconchegar em um de seus becos.
Sal se virou, acostumado com as imagens horríveis que a morte poderia pintar.
Ele parou por um momento para verificar seu ombro direito. A lâmina do oponente havia arruinado sua armadura de couro e cortado sua carne. Ele mudou o braço da espada, balançando a longa faca com a esquerda em vez de com a direita. Sem problemas — ele aprendeu a lutar com as duas mãos anos atrás e a ferida ainda poderia usar seu cajado...
Então sua atenção se voltou para sua cabeça. Ele teve um inchaço onde um escudo o atingiu e não usava mais capacete. O sangue havia grudado em seu cabelo e ele teve que remover um pouco de sangue de suas sobrancelhas, que ameaçava cair em seus olhos.
Ferimento na cabeça. Ele se sentiu um pouco tonto, mas não era nada que ele não pudesse enfrentar.
"Tudo bem" ele pensou e voltou-se novamente para a batalha. "Ainda faltam alguns."
E assim ele continuou, procurando por um camarada em necessidade, lutando contra o inimigo com tudo que ele tinha — seja magia, conhecimento ou força única. Ele se juntou à batalha, ainda ciente do inimigo e das pequenas cabanas atrás dele, apenas protegido por sua longa faca e sua vontade.
xXxXx
Várias horas depois, a batalha havia sucumbido. Aqui e ali ainda havia pares de luta, mas a maioria dos invasores haviam sido mortos, fugiram ou estavam presos.
Sal suspirou e olhou novamente para o ombro machucado. Ele não teve tempo de limpá-lo ou enfaixá-lo. Ele tinha acabado de usar um feitiço para interromper o fluxo de sangue e continuou.
Agora ele tocou seu ferimento, realmente olhou para ele e suspirou. Não havia como isso não deixar cicatriz. Ele sabia disso, aprendera há muito tempo.
Com movimentos treinados, ele tirou a túnica e limpou o ferimento. A dor era horrível, mas ele tinha que fazer isso. Gangrena não era nada que ele pudesse ter.
"Ei, precisa de ajuda aí, meu amigo?"
Sal olhou para cima e viu um duende vindo em sua direção.
"Isso parece horrível" O duende disse, dando uma olhada no ombro de Sal.
"Vai curar" Sal respondeu com confiança.
"Vai", respondeu o duende. "E agora, deixe-me fazer isso. Vou tratá-lo temporariamente até que você encontre alguém para tratar disso. Posso não ser um Curandeiro, mas sou um bom primeiros socorros."
Sal sorriu para o duende.
"Eu sou um Curandeiro" Ele disse, ainda sorrindo. "Não se preocupe — não é nada grave. Deve ser limpo e enfaixado, com alguns curativos com poções ele vai se curar sozinho em algumas semanas."
O duende ergueu uma sobrancelha.
"Você é um curandeiro?" ele perguntou surpreso. "Vocês, curandeiros humanos, são tão ruins em sua profissão que precisam ir para a batalha para obter alguns elogios?"
"Não" Sal respondeu rindo. "Não entrei na batalha pelo elogio. Tive de defender a aldeia." Ele gesticulou para a vila ainda em pé a alguns metros do campo de batalha. "Eu entrei assim que os invasores romperam a defesa. Não poderia deixá-los entrar na aldeia e machucar as crianças."
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Basilisk-Born
FanfictionQuinto ano: Após o ataque dos dementadores, Harry não estará retornando a Hogwarts- ele estará?! Em vez de Harry, uma cobra se move para dentro da cova dos leões. As pessoas não saberão o que as atingiu quando o peão de Dumbledore, Harry, está perdi...
