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Depois que ele recebeu um sinal, seguimos até a casa.
Vi que eles agiram rápido e seguravam dois homens.
Ouvimos um grito, e eu tenho certeza que era da minha mulher.
Luan: É ela.
O delegado deu ordens para os policiais se dividirem, e enfim entraram na casa.
Logo que entramos, o delegado abriu uma porta e vimos a Isabella apontando uma arama para a minha menina.
Luan: Amor.
Isabella: Ai que lindo, estava só esperando você chegar Luan.
Xxx: Solte a arma. Podemos negociar...
Isabella: Não quero negociar nada. - gritou. - Só quero, acabar com essa mulher.
Na mesma hora, um policial entrou devagar pela janela.
Luan: Isabella por favor, não faz isso. Vamos conversar, podemos negociar.
Isabella: Eu não caio nessa mais. - começou a rir.
O policial a imobilizou por trás, tirando a arma de sua mão.
Luan: Amor. - fui até a minha menina, que estava mole na cadeira.
A desamarramos.
Luan: Amor. - a abracei. - Ela está fraca, temos que levá-la a um hospital.
Os policiais já tinham algemado a Isabella.
Luan: Eu quero é mais que você, apodreça na cadeia. Onde é o seu lugar... - falei na sua cara.
Peguei a Isis no colo, e fomos até o meu carro.
Xxx: Depois nos encontramos no hospital, para colher o depoimento dela.
Luan: Ok. Muito obrigado...
Entrei no carro, no banco de trás com ela.
O meu pai foi dirigindo, e o Matheus no banco passageiro.

Meu coração é seu Histórias para pegar e não largar. Descubra agora