Epílogo.

2.9K 233 108
                                        

Seis anos depois.

Pov's Park Roseanne

Chegava do trabalho cansada o dia foi realmente exaustivo, tive que ir para o tribunal demorou uma eternidade e o julgamento ainda foi adiado. Nada melhor do que chega em casa e pode relaxa e ficar com a família.

Depois que acabamos a faculdade resolvemos voltar para Busan, hoje eu tenho meu escritório e a (S/N) também abriu o seu de psicologia, ela é digamos que a segunda melhor e mais reconhecida da região, mas pra mim ela é sempre a número um, minha esposa e a melhor no que faz. Sim, esposa nós nos casamos a dois anos atrás. Foi o melhor dia da minha vida.

"Eu estou muito nervosa minhas mãos tremem eu estou suando frio. Nesse momento eu me encontro já na frente de todos perto do púlpito onde o juiz está, já estou começando a ficar inquieta, (S/N) tá quase meia hora atrasada. Eu estou preocupada tomara que seja só o trânsito.

Nós escolhemos fazer a cerimônia e a festa ao ar livre, então fizemos no Club em que meus pais eram sócios. A decoração ficou linda era tudo em tom de vermelho e branco. Eu vestia por incrível que pareça um vestido de noiva, ele era longo e simples não queria nada exagerado, já bastava eu está usando um vestido, uma maquiagem que realçada bastante os meus os olhos. Eu estava bastante desconfortável mas esse era a minha menor preocupação e o que eu não faço pela minha brasileira, não é mesmo.

- Calma palmito daqui a pouco você desmaia aí. - diz Lisa me zuando, já perdi a conta de quantas vezes ela fez uma dessas piadinhas sem graça, nesse pequeno período de tempo.

- E se ela não vim Lisa? - perguntei ignorando suas zoações.

- Não só vai vir como acabou de chegar. - diz e aponta para entrada do Club onde Jisoo, entrando e sentando em seu lugar que ficava na frente ao lado dos meus pais. Alguns segundos depois o tecladista começa a dedilha as teclas do piano tocando a típica música de casamento. Eu estava basicamente hipnotiza por ela, ela estava magnífica, mesmo que o seu vestido também fosse bem simples ele caiu perfeitamente para ela, ela usava um coque na cabeça com micro flores ao redor dele, uma maquiagem que destacava seus olhos e boca. Ela estava incrivelmente linda. Enquanto ela entrava parecia que não tinha ninguém ao nosso redor eu só conseguia ver ela, e o mesmo parecia acontecer com ela pois a mesma olhava fixamente para meus olhos. Acordei do meu transe quando Jennie me entregou (S/N) sussurrando um "cuide bem da minha garotinha" eu sorrio assentindo e pegando a mão de (S/N). Começou toda a burocracia de qualquer casamento comum, o juiz falou algumas coisas e ele pedia para trazer as alianças, eu e (S/N) olhamos para trás e vimos nossa princesinha entrando com a caixinha em mão, ela estava realmente uma princesa, ela usava um vestido também branco rodado com pequenos e mimos detalhes em vermelho e uma coroa de flores na cabeça vermelha, quando ela chegou perto de nos, eu e (S/N) nos abaixando e deixamos um beijo em sua cabeça. Peguei uma das aliança e posicionei na ponta dedo de (S/N).

- Park Roseanne aceita (S/N) Scott como sua legítima esposa, para amá-la e respeitá-la, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte as separe? - o juiz perguntou. Eu olhei para (S/N) que tinha os olhos marejados assim como os meus e sorri.

- Aceito. - disse e coloquei a aliança em seu dedo.

- (S/N) Scott aceita Park Roseanne como sua legítima esposa, para amá-la e respeitá-la na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte as separe? - perguntou o juiz para (S/N) que deixou um lágrima rola pelo seu rosto.

- Aceito. - ela disse e colocou a aliança em meu dedo, eu não consegui mais segura as lágrimas e as deixei rola pelo meu rosto enquanto sorria feito boba para brasileira na minha frente que retribuía do mesmo jeito.

- Então perante a lei e a todos presentes aqui hoje as declaro casadas, podem se beijar. - ele diz.

Nós nos encaramos por um tempo eu coloquei a mão em seu rosto e a outra na sua cintura e a beijei ela fazia uma leve carícia em minha nuca. Nos separamos quando ouvimos aplausos e assobios. Olhei para as pessoas e no meio delas, vi nossos pais chorarem e uma pessoa que eu não esperava Lisa, agora eu tenho uma grande arma contra ela."

Eu lembro desse dia como se fosse hoje.

Abro a porta do apartamento e logo ouço uma vozinha me gritando e pouco tempo depois um pequeno corpo colidir com o meu.

- Mamãe! - grita minha pequena grudando em minha cintura.

- Oi meu amorzinho. - digo a pegando no colo e enchendo seu rostinho de beijinhos a fazendo gargalhar, sua risada era, com toda a certeza, o meu som favorito.

- Eu senti saudades mamãe. - disse manhosa e eu a peguei em meus braços fechando a porta com o pé.

- Oh... eu também senti sua falta um montão. - falei, a rodando no ar, a fazendo desmancha o pequeno bico e da uma gargalhada gostosa me fazendo a enche de beijinhos novamente.

- E eu não ganho nem um beijinho? - (S/N) pergunta chegando ao meu lado. O sorriso que nasceu em meu rosto foi involuntária quando escutei sua voz. Eu olhei para ela e meu sorriso alargou e vi um nasce em seu rosto também.

- Dá um beijo na mamãe (S/A). - Anne disse para mim apertando minha bochecha. Eu cheguei mais perto de (S/N) colocando minha mão em sua cintura e selando nossos lábios logo em seguida. Foi só um roçar de lábios rápido já que Anne estava com a gente.

- Oi. - disse quando nos separamos sorrindo em sua direção.

- Oi. - ela me comprimentou e me deu outro selinho. - Agora sobe e toma um banho que hoje nos vamos comer pizza e vamos espera você para pedir. - ela disse pegando Anne do meu colo e a colocando no chão, dando um tapa na minha bunda logo em seguida.

Eu concordei e peguei minha bolsa e meu casaco subindo rumo ao meu quarto. Eu estava bastante cansada e um banho quente ia me ajuda a relaxa um pouco, para mim pode fica um tempo com as minhas meninas antes de dormi.

Abri a porta do quarto, e joguei minha bolsa em cima da cama, foi quando vi algo em cima da mesma, franzi o cenho e me aproximei mais da cama, tendo visão de um ursinho e ao lado tinha um papel, quando peguei o papel, meus olhos automaticamente se encheram de lágrimas.

- (S/N)! - gritei. E em menos de dois minutos (S/N) já entrava no quarto, ela olhou pra minha mão e sorriu. - Isso é...? - eu deixei a frase no ar. (S/N) se aproximou de mim e subiu um pouco a blusa deixando sua barriga de fora, colocando minha mão por cima dela.

- Sim. Você vai ser mamãe de novo. - eu a abracei fortemente, Anne entrou no quarto um pouco depois eu ainda estava abraçada a (S/N), então só puxei Anne para participar do abraço.

- Vocês três são as pessoas mais importantes da minha vida. Eu amo muito, muito, muito vocês. - falei.

- também te amo, mamãe! - Anne disse e beijo minha bochecha.

- Eu também te amo, Rosie. - (S/N) sussurrou, com a boca perto do meu ouvido, me fazendo arrepia.

Essa era minha família, meu lar, meu lugar de paz, não preciso de mais nada a não ser estar ao lados delas pelo resto da minha vida. Eu me sinto a pessoa mais feliz do mundo e estou mais do que completa. Eu não preciso pedir mais nada nessa vida porque tudo que eu preciso para poder viver estava bem aqui em meus braços.

Fim...

_________________________

Foi bem pequeninha, mais eu espero que tenham gostado.

Nós vemos numa próxima...

I Miss You. - Imagine; Rosé. Histórias para pegar e não largar. Descubra agora