Capítulo 17

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Acordo no que quarto de iam, minha mente vasculhava alguma lógica de o porque eu está ali, logo me lembro da cena de ontem.

*ontem*

Iam estava todo ensanguentado e enforcando uma mulher que parecia ser Paloma, logo em seguida ele arrancou sua cabeça e me olhou com um olhar psicopata, depois desmaiei.

*off*

Eu começo a tremer de medo, Iam parecia um louco, o que Paloma teria feito pra ele ter matado ela, ou será que ele só a matou por diversão. Os pensamentos fazem minha cabeça doer e eu só escuto uma voz me chamando, minha visão havia escurecido e quando voltou eu vi Iam.

Me afastei e fiquei com as mãos na minha frente impedindo ele de se aproximar.

-Calma Helena não vou te machucar.
-Como vou saber que não Vai?
-Esqueceu que se você morre eu morro Também?
-Não impede você de mim machucar.
-O que você viu ontem foi....
-O Que? Um ato de diversão, por raiva o que Iam?
-Você acha que eu mato por diversão ou por raiva? Helena ser um vai piro é uma droga, se eu pudesse ao menos controlar minha recaídas mas não, ontem à Paloma me ameaçou e eu não tive outra escolha a não ser mata-la, mas intérprete como quiser.

Fico pensativa por alguns instantes, o Iam era um completo idiota, mas eu nunca conversei com ele pra saber sua verdadeira história, agora me sinto culpada por ter pensado besteira, droga de promessa.

-Desculpa - é a única palavra que sai da minha boca.
-Tudo bem, você tá legal precisa de Algo?
-Eu só preciso ir pro meu quarto. - falo me levantando e passando por ele, mas ele me barra.

Ele me olha com a sobrancelha franzida e meio que procurando algum vestígio de que eu estava com medo dele. Mas eu só sentia muita pena e culpa, por atrapalhei ainda mais a vida dele, eu sei que eu não fiz a promessa mas meu pai e em parte a culpa cai em mim.

Eu olho atentamente prós olhos dele e por um momento me deixo levar e olho pra bica dele, tão linda, ele parece perceber e da um sorriso de canto e solta uma risada fraca.

Ele me puxa pra mais perto dele e aproxima nossos rostos, me olha atentamente e passa sua mão sobre minha bochecha, tenho certeza que estou corada nesse momento.

-Acho que essa promessa está nos afetando. - ele fala ainda me olhando e com a mão na minha bochecha.
-Com certeza - falo quase babando.

Ele se inclina e me beija, um beijo ardente que pedia por mais, ele explora cada parte da minha boca e parece que necessitava daquilo, não só ele mas eu também.

Ele termina o beijo com um selinho e me olha, em seguida me abraça e afasta meus cabelos do pescoço, lá ele deposita vários Beijos e depois morde, mas a mordida não doe tanto quanto das outras vezes, ele me solta e me dá um beijo na bochecha.

Eu vou embora do quarto dele e entro no meu, fico penando um pouco e vejo a burrada que eu fiz, não devia ter beijado ele merda. Automaticamente a mordida começa a doer, acho que tem a ver com meu arrependimento.

Preparo um banho e entro na banheira, queria relaxar um pouco mas sou interrompida.

-Você se arrependeu? - fala Iam escorado na porta do banheiro.

Arregalou meus olhos e tento me tampar o máximo possível.

-O que tá fazendo Aqui?
-Me responde
-Ah, eu me deixei levar confesso, não devia ter acontecido sinto muito.
-Helena, já faz um mês que você está me negando se não desde a primeira vez que me viu, por que não admite que sente algo por Mim? - fico um pouco chocada com as palavras dele.
-O real motivo é porque estamos ligados, se a algum sentimento entre nós é por causa da ligação, e não podemos.
-Sim podemos, se é por causa da promessa como você diz podemos ficar enquanto sua tia não acha uma solução, depois seguimos nossos caminhos.

Fico pensando na proposta de Iam, seria até bom levanto em conta as coisa mas não sei se é o certo.
-Eu vou pensar, te digo amanhã - ele apenas assente e sai.

Eu termino meu banho e me deito fico penando um pouco e acabo dormindo.

A prometida de um vampiro Onde histórias criam vida. Descubra agora