Hinata Hyuuga é uma princesa adolescente do reino de Lua Clara, em uma outra dimensão. Aos 16 anos, seu pai, o rei Hiashi, a enviou para a terra, para mantê-la longe de Toneri Otsutsuki.
Com a ajuda de um ex Guarda Real de seu pai, Kakashi Hatake...
Vou postar capítulo um dia sim e um dia não, beleza?
Não vai ter horário fixo, mas provavelmente vai ser no horário da tarde ou da noite.
Espero que gostem do capítulo de hoje.
Boa leitura!
~♡~
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
<<<Sasuke>>>
Eram o que? Cinco da manhã?
Não sei bem. Passei a madrugada toda procurando por algum sinal dela.
Eu precisava ser forte, não poderia desistir. Precisava encontrá-la e levá-la para casa em segurança.
Havia dias que eu não dormia bem. Pesadelos me assombravam quando eu finalmente conseguia cochilar.
Nos meu pesadelos, ela sempre estava em uma sala branca e verde, implorando por minha ajuda, para que eu a salvasse.
Por esse motivo, passei por todos os hospitais de Konoha procurando por ela.
Mas como sempre, nada.
Ela parecia ter sumido do mapa. A incerteza me assolou de uma só vez, não me perdoaria nunca se algo acontecesse com ela.
Me sentei em um banco qualquer na recepção de um dos vários hospitais que eu visitara naquela madrugada.
Fechei os olhos, e por um momento me senti em paz, imaginando ela ali, sentada ao meu lado, falando com sua voz fininha e serena sobre assuntos diversos
Levei minha mão até meu pescoço procurando pelo alto relevo que eu sabia que encontraria ali, acariciei o local quando o encontrei. Ainda conseguia sentir seu doce beijo, queimando minha pele, fazendo com que um arrepio subisse por minha espinha.
Senti meus olhos arderem. Apoiei meus cotovelos em meus joelhos e deixei com que minhas lágrimas fluíssem por meu rosto, livres.
-Me desculpe, Hinata...
Minha tristeza e lamúria foram totalmente substituídas por uma raiva incessante.
Fechei o punho, sentindo minhas unhas cravarem na pele da palma de minhas mãos
— Eu não posso desistir.
Apertei com força a marca em meu pescoço repetidas vezes.
Eu tentara isso muitas vezes antes, e por mais que não funcionasse, me segurava em um fio pequeno de esperança, e sempre continuava tentando.