boa leitura ⚡
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POV SNAPE
-Anda a procura de algo, Snape? –a voz gélida soou atrás de mim, era impossível não se sentir intimidado ou com vontade de recuar dois passos.
-Milorde. –me curvei tirando o capuz da cabeça.
-Chegou aos meus ouvidos que você andou meio distante durante alguns dias, algo a me contar?
-Estive em Hogwarts, com Dumbledore.
-Alvo Dumbledore... –ele sussurrou. –O que me conta?
-Parece que ele esta tentando reunir alguns bruxos para fazer uma espécie de armada.
-Armada?
-Sim. Para lutar caso necessário, Milorde.
Respostas verdadeiras em meio as falsas, assim como Dumbledore me instruiu a fazer. Estávamos em uma espécie de casa muito protegida, como numa base em que Voldemort estava ficando.
-Lutar caso necessário. Haa, previsível. Prevejo que você foi um convidado.
-Fui, senhor.
-O que o levou a pensar em convidá-lo, Severo?
Respire, responda calmamente.
-Talvez as minhas habilidades, Milorde.
-Boa resposta. Creio que ainda não deu uma resposta? –neguei com a cabeça. –Ótimo, você irá aceitar.
-O que?
-Isso mesmo que ouviu. Será sua nova missão, finja estar completamente ao lado dele e me passe informações sobre seus passos.
Ele andava de um lado pro outro na sala escura.
-Certo, Milorde.
Fiquei em silêncio por todo o tempo em que ele estava presente.
-Tenho coisas a fazer. Amanhã você voltará a Hogwarts e dirá a ele sua resposta.
-Farei.
-Severo, fiquei sabendo que Régulos visitou a mansão Malfoy recentemente.
Tinham se passado onze dias desde que sai da escola e consegui chegar até o local em que Voldemort estava, se Régulos tinha conseguido ou não já não era do meu conhecimento. E isso me preocupava.
-Não tenho nenhuma informação sobre isso, Milorde.
-Imaginei que não. –ele me olhou por alguns segundos e se virou. –Faça o que eu mandei, entrarei em contato quando for preciso.
E saiu da sala. Eu estava sozinho naquela casa, se é que eu poderia dizer isso, por um dia inteiro.
Eu teria sorte se a Horcrux estivesse ali e mais sorte ainda se eu a achasse em menos de vinte e quatro horas.
Então eu teria que começar a procurar nesse exato momento.
Não era uma casa grande, mas tinha muitos lugares estratégicos e não seria fácil até porque deveria ter feitiços ali.
Procurei, procurei e procurei. Onde aquele Medalhão estava?
-Merda, onde está? –suspirei cansado sentando no sofá.
A madeira no chão rangeu no momento em que me sentei. Levantei passando o pé em cada madeira ali, o som foi o mesmo em todos, nesse momento olhei na madeira embaixo do sofá.
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Ajudinha aos do passado
FantasiE se houvesse uma possibilidade do futuro ser alterado com uma simples leitura? Nessa história você verá qual seria a reação dos marotos e seus amigos (talvez não todos) lendo cartas contando sobre a vida do garoto que sobreviveu desde sua infância...
