capítulo 50

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Cabi:

- posso te perguntar uma coisa?

- pode sim

- é que sua mãe me falou de uma dívida de vocês - ela suspira triste

- a dívida - diz triste

- vou direto ao ponto, eu quero pagar essa dívida - ela me olha surpresa

- gabi...

- eu quero Cátia, só me passar o nome do lugar

- o Rafael não vai gostar de nada disso - fala

- mas ele não vai ficar sabendo que fui eu, só me passar o nome do lugar - depois de resistir ela me passa o nome do lugar

- você tem tomar muito cuidado nesse lugar, é um local muito perigoso - me alerta

- eu vou - digo convicta de mim, se passa um tempo e chegamos em frente a casa de Cátia, a casa estava com a porta fechada e algumas luzes acesas, Cátia desse do carro e bate na porta a mãe dela abre elas conversam e a mãe dela vem em direção ao carro

- demoramos muito - pergunto com um sorriso

- só um pouquinho - diz simpática

- Gabi abre o porta malas ai - pede Cátia

- nossa quanta coisa - diz dona Emília

- mãe me ajuda aqui

- tô indo querida

- mãe tem um monte de coisa aqui - disse Cátia sorrindo - mãe o shopping era muiiitooo grande - faz menção com os braços

- eu imagino

- vem me ajuda aqui - dona Emília pega algumas coisas e eu pego outras, Cátia pega o restante das coisas e entra

- nossa que tantão de coisa - diz Ester assim que entramos na sala saltando do sofá aonde assistia um desenho

- mãe eu trouxe algumas coisas para a senhora

- não precisava se preocupar Cátia

- mas eu fiz questão e além do mais se eu não pegasse a gabi iria pegar - disse rindo

- isso é verdade Emília

- olha aqui mãe, algumas calcinhas e também roupas que a senhora gosta - pega umas três sacolas e lhe entrega

- muito obrigada gente - pega as sacolas

- e eu? - pergunta Ester

- também tem para você - digo indo em direção as sacolas - vem aqui - a chamo

- que sacola grande - fala com os olhos brilhando

- pode abrir é todo seu - ela começa a rasgar a grande sacola

- gabi! - exclama com os olhos cheio de lágrimas - é linda - me da um abraço

- não chora princesa - limpo uma Lágrima do seu olho

- é que é muito linda essa casinha de bonecas - esfrega a palma da mão mo rosto

- é mesmo e é toda sua - falo sorrindo

- obrigada mesmo gabi - agora ela está com um sorriso lindo nos olhos

- aqui tem mais coisa - lhe entrego outra sacola

- meu Deus! É uma boneca

- sim, e ainda fala

- ela fala? - coloca a mão na boca

- fala, deixa eu te mostrar - aperto um botão e a boneca começa a falar

- mamãe estou com fome

- pega a mamadeira e da para ela - digo a ela, ela pega a mamadeira e começa a brincar com a boneca

- olha mamãe - mostra para dona Emília que está com os olhos cheios de lágrimas

- é linda minha filha

- e ainda fala

- ela fala? Uau! - Ester aperta um botão e a boneca começa a falar

- Emília tenho uma coisa para a senhora - falo pegando uma sacola

- não precisa se incomodar Gabi

- que nada, toma - ela abre a sacola e já arregala os olhos

- é um liquidificador - diz baixinho - e dos melhores - abri a caixa

- eu vi que aquele lá tinha quebrado então eu comprei outro para você

- obrigada de verdade gabi - me da um abraço sincero - agora eu vou testar ele - diz sorrindo e indo para a cozinha

Quando eu ia perguntar ela sobre o Rafael ele aparece

- que monte de coisas são essas aqui? - pergunta visivelmente nervoso

- algumas coisinhas qie compramos no shopping irmão - responde Cátia

- olha rafa a boneca que Gabi me deu - diz Ester animada

- é linda Ester

- e ainda fala ó - mostra a Rafael que sorri para a sua irmã

- gabi podemos conversar? - quando ele termina de falar a mãe e a irmã olham para ele

- claro

- me acompanhe por favor - ele diz indo em direção a saída, antes de sairmos totalmente para fora puxo ele para um beijo, ele resiste um pouco mas logo sede o beijo, ele me encosta em uma parede gelada que deduzo ser da garagem

Passo as mãos pelo seu cabelo querendo o sentir mais, como sempre suas mãos aperta minha cintura forte e logo apalpa minha bunda me fazendo soltar um gemido na sua boca

- gabi eu preciso falar com você sério - diz ofegante com a testa na minha

- pode dizer - beijo seu pescoço deixando uma chupada

- assim não dá - volta a me beijar só que agora com mais rapidez, me aperta contra a parece e aperta meus peitos com muira força, sinto uma pequena dor e tento separar ele mas ele não se afasta

Começo a me sentir sufocada pois ele não me dá tréguas

Ainda me beijando ele morde meus lábios com força me fazendo sentir o gosto de sangue, nessa hora não sei da onde eu tirei força para o empurrar, mas o empurro com tanta força fazendo ele ir para trás

- o que você está fazendo? - pergunto ofegante passando o dedo pelo minha boca vendo o sangue neles

- que droga - tenta se aproximar mas me afasto dele

- não encoste em mim, fala logo o que tem para falar



O que será que deu no Rafael?

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