A espada da Esfinge

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Kira tinha uma personalidade que gostava de torturar as coisas com as quais entrava em contato. Ela nunca fora presa pelo que fazia porque sabia muito bem se esconder numa fachada de boa moça enquanto ainda era criança. Quando sua individualidade surgiu tudo tornou-se ainda pior, ela tinha vontade de cortar tudo que via e todas as coisas com as quais tinha contato pedaço por pedaço.

Quando se cansou de fingir ser o que não era, saiu viajando pelo mundo fazendo o que sabia de melhor, torturar os seres vivos. Era divertido ver a polícia caçando-a por todos os lados e os heróis também. Quando mais a procuravam mais vontade ela tinha de continuar a cortar tudo que havia a sua volta. Ela gostava de emboscar suas vítimas em algum lugar deserto. Podia ser uma pessoa, um animais ou qualquer outra coisa.

Uma vez discutiram com ela no transito e ela resolveu se vingar. Enquanto a pessoa dormia ela cortou o carro várias vezes deixando só ferro retorcido e cortado para ele vender para o ferro velho. Quando um vizinho atrapalhou sua saída da garagem, ela cortou os quatro pneus dele, rangados completamente o material em vários pedaços.

O que ela iria fazer contra as pessoas dependia do seu humor. Se ela ficasse pouco irritada, poucas seriam as consequências para quem a irritou, mas se ela ficasse muito irritada ou furiosa o problema seria muito maior. Teve uma vez que um herói entrou no seu campo de visão e ela sentiu um forte desejo de cortá-lo em tirinhas. Ela passou a seguir esse herói com intenções impuras. Ela só precisava de um momento para se divertir com ele.

E sua chance chegou quando ele tentava salvar pessoas em um edifício. Kira entrou naquele edifício em chamas procurando a oportunidade de se divertir. Quando o herói estava distraído tentando salvar uma vítima ela usou sua individualidade e cortou o nervo das pernas o fazendo cair. Quando o herói tenta gritar ela corta as cordas vocais dele fazendo com que ele não pudesse pedir ajuda. Usando tudo que podia o herói tenta se mover com as mãos, mas Kira corta sua coragem e ele começa a tremer de medo no chão. Uma pena que outros heróis chegaram e acabaram com a diversão de Kira. Ela teve que sair do prédio para não se machucar, mas ficou escondida em meio a multidão após trocar suas roupas.

O herói foi salvo, mas sua voz e pernas estavam com grandes danos. Foi aí que ela ganhou o apelido de vilão mais afiado que uma faca. Eles não sabiam como, mas achavam que ela estava junto a quem colocou fogo no prédio. Coitados deles, não sabiam o quanto estavam enganados sobre isso.

─Hora de procurar mais diversão.

Pensa Kira após concluir seus planos de torturar aquele herói. Ela ainda se lembrava de quando conheceu a Esfinge. Ela estava seguindo uma pessoa irritantemente brilhante e cheia de planos futuros. Kira queria mostrar aquela pessoa que o mundo era mais cruel do que ela achava e tirar os sonhos dela um por um. Ela ainda não sabia como, mas uma boa dose de tortura traria aquela pessoa brilhante para a realidade.

Enquanto espreitava a pessoa brilhante em um beco escuro, ouve um grito fraco e corre para ver o que era. Haviam duas pessoas estranhas mais a vítima escolhida por Kira. A pessoa jazia no chão olhando para o nada. Aquilo irritou muito Kira por ter perdido seu novo brinquedo.

─Quem são vocês? Pergunta Kira entre os dentes.

─Achei que eu fosse conhecida o suficiente para ser reconhecida facilmente. Diz uma voz animada por trás de uma máscara egípcia.

─Eu não sou muito boa em conhecer pessoa além da incrível eu. Diz Kira com desdém.

─Esfinge. É assim que me chamam. Diz a voz da mulher por trás da máscara egípcia novamente.

─Ah, você que é aquela vilã misteriosa que comentam. Kira continua caminhando até elas com as mãos prontas para cortar.

─Isso mesmo. Peguei sua vítima? Esfinge parecia saber as intenções de Kira como se a lesse por completo.

A namorada de BakugouHistórias para pegar e não largar. Descubra agora