O toque de uma notificação preencheu meus ouvidos me fazendo acordar, bocejei e olhei para o lado vendo Ryuu dormindo feito um anjo em meio àquela palha.
- Finalmente acordou jovem senhorita. - Disse o viajante, ele estava nos dando carona em sua carroça.
- Desculpe está atrapalhando sua viajem.
- Não se importe. Seu filho deve tá cansado por isso não quis acordar.
Poderia sentir minhas bochechas quentes quando ele comentou isso. - Não, ele não é meu filho.
- Sério? Desculpe, é que ele parece com você.
Sinceramente, eu não via nenhuma semelhança entre nós, afinal, Ryuu é um garoto que ainda tem brilhos nos olhos além de ser amável e gentil.
Por um momento me sentir elogiada mas ao mesmo tempo isso foi como uma faca afiada em meu peito.
Um pouco mas tarde, decidimos continuar nossa viajem.
O viajante era alguém alegre ao mesmo tempo antecioso e nossa comunicação era fácil.
Ryuu gostava dele mas tivemos que nós separar depois de um dia de viagem.
- Ryuu, falta pouco menos de um dia para chegamos em Dellux.
- Eu sei... Isso significa que teremos que nós separar? - Disse ele tristonho.
- Não nego que a ideia inicial foi deixar você no melhor orfanato da cidade.- Fui interrompida.
- Então...
- Porém, decidir que não farei mas isso. Vamos ser companheiros de viajem por um bom tempo mocinho.
Ryuu abriu um grande sorriso e pulou em mim me abraçando. Não sabia como reagir mas aos poucos fui o abraçando de volta.
Mas tarde no mesmo dia,
Tive que dar uma pequena saída para vê o aredor, mas enquanto estava fora Ryuu foi pego por alguns bandidos e levado por eles.
Seguindo seus rastros, encontrei alguns de seus sequestradores e acabei matando a maioria.
Então enquanto o ar gélido passava em meus pulmões me trazendo uma ardência, segurava uma das pessoas que sequestram Ryuu perguntei:
- Qual o nome da sua família filho da puta?! - Era um hábito dos meus seguranças falar isso é eles eram intimidadores.
O rapaz trajava uma roupa preta e capuz marrom mas parecia ter algum tipo de brasão ali. Não liguei para isso e o ameaçava até que ele disse a verdade.
Ryuu foi levado para a ilha Septrus que de acordo com as informações que adquiri. Essa ilha tem o principal meio de economia o mercado de escravos, muitas pessoas poderosas no círculo social visitam o lugar ao menos uma vez em vida e eu estava prestes a ir aquele lugar buscar Ryuu.
Toquei a mão na cabeça do assassino e então tomei suas habilidades o matando em seguida. Não me importo de matar alguém, isso é algo básico quando se quer chegar em um lugar grande.
- Meus pais devem está orgulhosos de mim agora que conseguir matar. - Disse enquanto andava e então sumir como se fosse mágica, o que de fato era.
Aparecendo em meio a uma esquina cheia de movimentação passava em frente a uma lojinha de máscara, acho interessante me infiltrar usando uma.
E foi isso que aconteceu.
Como o lugar não era para qualquer um, observei como todos passavam pelo segurança e depois de um tempo me aproximou e disse:
- "O inverno chegou cedo" - O segurança então apenas concordou com a cabeça e me deu passagem, entrei em um mini elevador que me levava para o subsolo, lá poderia passar em um corredor escuro que logo dava a visão de uma enorme construção como se fosse um coliseu de baixo da terra.
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Acorrentada Pelo Destino.
Historia CortaJovem e aristocrata, ela mal sabe o que a espera. A perseguição de outras famílias é implacável, mas a garota não pretende abdicar de sua liberdade tão cedo... Sendo igualmente atormentada pela pressão social. A sombria Astrid sonha, ainda, encontra...
