Pedido: Eu quero um do Zayn que ela estava grávida de cinco meses, mas o bebê morre e ela se sente muito culpada, aí eles vão em um almoço na mãe dele e os parentes ficam falando que ela foi o problema e tal, e uma tia dele fala que ele seria mais feliz se estivesse com a prima dele que ela sim daria um filho pra ele e ele defende ela – Anônimo.
Imagine Zayn
Faz exatamente uma semana em que eu perdi meu bebê, eu me sinto terrível, como se a culpa fosse minha por meu corpo não ter conseguido segurar o bebê, eu e Zayn tentamos tanto ter um filho e quando finalmente fico grávida meu útero se torna perigoso para o nosso nenê. Eu estava grávida de cinco meses, e por mais que eu já tivesse passado pela fase mais difícil da gravidez o meu bebê não conseguiu sobreviver. Era um menino, já tínhamos feito o quarto dele, escolhemos até o nome, nosso pequeno Khalil.
Sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto e trato logo de enxugá-la, Zayn está me ajudando muito, ele está evitando que eu entre em uma depressão e felizmente está conseguindo, ele me dá motivos para continuar todos os dias, demonstra o quanto me ama e o como irá ficar do meu lado no que for preciso.
Hoje será a primeira vez, depois que eu perdi o meu filho, que irei enfrentar a família do Zayn, a mãe e o pai dele me deram todo o apoio, mas infelizmente não são todos que seguem o exemplo deles dois.
- (S/n) está pronta? – Zayn pergunta entrando no quarto.
- Sim, estou, só preciso calçar meu sapato – Digo e no segundo seguinte vejo Zayn se abaixar na minha frente e colocar os sapatos nos meus pés.
Encaro ele e dou um sorriso, ele se levanta e me dá um longo beijo.
- Você está linda, vamos indo – Ele diz me guiando até a porta do quarto.
Quando chegamos em frente a casa, Zayn toca a campainha Trisha abre a porta e sorri para nós dois.
- Ah que bom que vieram, só estava faltando vocês – Ela diz e me abraça com força.
Assim que entramos dei de cara com a tia do Zayn e a prima dele, Layla.
- Zayn – Ela deu um gritinho e correu pros braços do meu marido. Zayn abraçou ela só com um braço e me encarou, dou um sorriso fraco e me viro para falar com as irmãs dele.
Layla e a mãe dela me ignoram e eu não faço nem questão de tentar ser educada com elas.
Zayn segura minha mão e me guia em direção ao quintal onde irá acontecer o almoço.
Ainda bem temos um almoço tranquilo e sem muitas alfinetadas, ninguém toca no assunto sobre o meu filho e eu agradeço profundamente por isso
Depois da sobremesa todos nós juntamos perto da piscina para conversar, quando do nada a tia de Zayn se pronuncia.
- (S/n) me desculpe falar disso mas você não tem forças para carregar um filho da nossa família, as mulheres paquistanesas são as melhores para carregar e dá a luz a um filho – Ela diz e isso me fere mais por estar falando do meu ponto mais fraco, meu filho.
Zayn fica furioso, mas tenta ser o mais calmo possível nesse momento.
- Tia eu peço para que pare de falar sobre isso com (S/n) você não tem nada haver com a nossa vida, tenha mais respeito e compaixão – Ele diz com a voz extremamente séria.
- Ah Zayn querido, você sabe muito bem que se tivesse se casado e tivesse um filho com a sua prima, Layla você provavelmente já seria pai pela segunda vez, e seria muito feliz, essa sua esposa é fraca, tem um útero venenoso – Ela diz e a cada palavra sua me fere mais.
Zayn se levanta mais furioso que o normal.
- Nunca me casaria com a sua filha, uma mulher baixa igual a senhora, eu amo a (S/n) e nada vai mudar isso, pegue sua filha e saia da minha casa agora, (S/n) é da família agora e se acha que irá ofendê-la debaixo do meu teto está muito enganada – Zayn diz quase partindo pra cima da mulher.
- Você esquece que eu não sou uma paquistanesa, e eu conseguir ter quatro filhos, como Zayn disse, saia da minha casa não é mais bem vinda aqui – Trisha diz e Layla e a mãe dela se levantam com queixo erguido e saem da casa.
Zayn caminha até mim e me abraça e me beija.
- Me desculpe por isso, você não merecia passar por tudo isso de novo – Zayn fala e eu o beijo mais, seu beijo me trás segurança e amor.
- Zayn, eu juro que vou conseguir ter um filho, eu só preciso ficar longe de Londres, por favor, essa local não me faz bem, vamos tentar ter o nosso bebê em outro lugar mais calmo – Falo com lágrimas nos olhos e ele sorri carinhoso e me abraça com força.
- (S/n) eu faço tudo por você – Ele diz e me beija.
Meses se passam e estamos vivendo muito bem em Amsterdã.
Zayn está no trabalho e eu vim sem ele saber ao consultório da doutora que acompanha meu caso da dificuldade de engravidar.
- Muito bem (S/n) vamos ver o resultado sanguíneo – Ela diz e começa a analisar e meu coração vai até a boca quando vejo ela fazer caras e bocas. – Você trouxe os outros exames que fizemos? – Ela pergunta e eu assinto. A doutora começa a ler e quando termina ela me encara séria.
Depois do que aconteceu no consultório, vou direto para o apartamento que moro junto com Zayn. Vejo ele sentado no sofá, ele chegou agora, pois está tirando os sapatos sociais.
- Que bom que chegou, onde estava? – Ele diz se levantando e eu o encaro séria.
- Fui ao consultório da doutora Marie, ela olhou meus exames... – Digo e suspiro.
Zayn fica tenso e se aproxima de mim.
- Qual foi o resultado, baby? – Ele pergunta olhando no fundo dos meus olhos.
Me afasto e me sento no sofá, entrego pra ele os resultados. Zayn demora muito pra ler, não parece entender, mas quando chega na última frase seus olhos se arregalam e ele me encara.
- Meu útero é um bom lar para o nosso bebê viver, estou curada e estou esperando um filho seu – Digo emocionada e Zayn joga os exames no chão e corre até mim e me ergue em seus braços e me enche de beijos.
- Vamos ser pais, (S/n) eu te amo tanto, que eu nem sei como expressar todo esse sentimento – Ele diz e eu o encaro profundamente.
- Apenas continue amando a mim e ao nosso filho – Digo e o beijo apaixonadamente.
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imagines (antigos)
FanfictionAPENAS PARA EU RECORDAR! Esses imagines são retirados do tumblr, alguns desses nem existem mais, eu postei aqui apenas de recordação, caso queiram falar para as autora originais os créditos estão no final de cada historia. Todos os imagines são anti...
