Capítulo 46

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Assim que chegaram ao salão elas nem tiveram tempo de passarem recomendação nenhuma para Mia, a menininha desceu do carro e saiu correndo para ir brincar com alguns coleguinhas seus que já haviam chegado. Cheryl revirou os olhos e foi ajudar Toni com Paul que parecia elétrico com o barulho da música e a movimentação das pessoas. Como era de se esperar, fotógrafos e jornalistas faziam uma espécie de corredor próximo à entrada do salão doidos por fotos e uma palavrinha delas e de alguns convidados famosos que com certeza iriam. Elas apenas acenaram e entraram no salão sem dar muita atenção para eles.

– Ah graças a Deus vocês chegaram. – Penélope brotou do nada ao lado delas puxando Angélica para seus braços ignorando o olhar surpreso de Toni para ela. – Seu avô já estava me matando, Cheryl. Vai lá falar com ele. – A mulher disse querendo muito pegar Paul, mas sabia que não conseguiria, por isso apenas beijou a testinha do neto e ficou paparicando Angélica.

– Já estão brigando, mama? – Cheryl disse cansada.

– Não estou brigando, mas aquele viejo me enlouquece. – Penélope disse com um tom de voz mais enraivecido. Angélica achou graça e começou a rir espalmando as mãos no rosto da avó que a beijou. – Sim, amoreco, o seu bisabuelo es un viejo aburrido. – Angélica tombou a cabeça fazendo careta por não ter entendido nada provocando risadas em Penélope, Toni e Cheryl, e até mesmo em Paul.

– Isso, fale mal do meu pai mesmo. – Clifford surgiu atrás da esposa a fazendo arregalar os olhos. – Vem no vovô. – Ele estendeu os braços para pegar Paul que soltou um gritinho de felicidade.

– Nunca vi. Esse menino te ama. – Penélope observou aquele detalhe e sorriu.

– Que bom que ele me ama, não é?! – Todos riram. – Estão lindas, meninas. – Ele elogiou filha e nora após ajeitar Paul em seus braços.

– Obrigada, Cliff. – Toni agradeceu dando um beijinho casto na bochecha do sogro. – Penélope, você pode ficar com ela, por favor? Vou ver como está tudo antes de cumprimentar os convidados.

– Claro! Vai lá, querida.

Óbvio que Penélope que não negaria ficar com a neta enquanto Toni ia resolver sabe Deus o que já que parecia tudo na mais perfeita ordem. Enquanto isso, Cheryl seguiu para a mesa dos avôs para cumprimentá-los e tentar entender porque Carlo já estava implicando com sua mãe. Logo descobriu que ele estava achando ruim Penélope ter dado palpites nos canapés que segundo o gosto implicante dele não estavam tão bons assim.

Abuelo, não foi a mamá quem os fez. – Cheryl sentou-se entre os avôs para explicar. Rob, Nat e John se juntaram a eles trazendo consigo Frankie na guia.

¿Trajiste un perro? – Juan encarou o cachorro bem escovado e cheiroso que estava sentado ao lado de Rob com as orelhas pontudas para o alto captando tudo ao seu redor. – Que ideia louca foi essa? – O avô materno de Cheryl a perguntou.

– Ideia da Toni, mas não se preocupe, abuelito, ele é treinado e sabe se comportar perto de crianças. – Os dois idosos continuaram fitando o cão que lançou um ou dois olhares para eles antes de acompanhar a bagunça das crianças correndo de um lado para o outro. – E vovô. – Ela cutucou Carlo. – Não implique com a mamá. – Ele resmungou algo baixinho fazendo careta.

Nat prendeu a risada e pegou um refrigerante que era oferecido por um dos garçons. John e Rob pegaram pizzas e cupcakes além de refrigerantes, receberam olhares assustados dos idosos para aquela comida toda, mas nada disseram. Logo Clifford se juntou a eles trazendo Paul em seus braços dispersando aqueles olhares assustados para ele e sua energia vibrante que cansava só de olhar.

The Destiny Of LifeHistórias para pegar e não largar. Descubra agora