𝐥𝐢𝐬𝐤𝐨𝐨𝐤 || ↬ Jeongguk é o Deus do amor, mais conhecido como cúpido, há várias lendas em vosso nome. Diversas formas que o descrevem totalmente errado, Jeongguk é um Deus alto e forte com uma aparência belíssima, ele sempre carrega seu arco e...
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Chego exausta, tanto que apenas vou para o meu quarto e me jogo na cama. Quando eu acordo aquela presença boa se foi, o que me deixa triste. E já é o dia seguinte as dez da manhã! Eu nunca tinha dormido tanto, hoje era a folga do balé. Isso é aliviador.
Fui para a sala, comecei a arrumar toda minha casa. Desde que Jeongguk foi embora eu nunca mais entrei naquele quarto, aquele lugar deve estar cheio de poeira. Mas vou deixá-lo por último, coloquei uma boa música e comecei a varrer e passar pano enquanto dançava.
Quando eu ia entrando no quarto de Jeongguk, um frio na barriga me percorreu.
— Estou com fome, vou arrumar a comida primeiro. — Era parte verdade, mas eu aguentava terminar. Afinal, depois que eu como fico com preguiça.
Olhei a geladeira e peguei as coisas para fazer um bom ramen, fiz o que me deu na telha. Não segui nenhuma receita, eu só fui indo acrescentando as coisas e quando eu vi estava pronto e com um cheiro maravilhoso.
Comi o meu delicioso ramen, ao terminar a preguiça me percorreu – como previsto – mas eu tinha que limpar aquele quarto, eu tinha que seguir em frente e superar que ele não irá voltar e nem responder minhas mensagens. Fiquei um tempo parada, apenas olhando para parede. Até que finalmente levantei-me e fui alimpar aquele quarto, coloquei uma música. E para meu total azar só tocava músicas tristes, então ao invés de limpar dançando. Eu limpei com minhas lágrimas mesmo.
Brincadeira, ou quase. Mas eu estava segurando o choro, se eu tive ou não sucesso já não importa.
Quando finalizei, me deitei naquele chão gelado e fechei os olhos. O sol que entrava pela fresta da janela aquecia meu rosto, o que deixou minhas bochechas avermelhadas e quentes.
Quando eu estava quase caindo no sono eu escutei o vidro da sala se quebrando, levantei assustada. Aquela sensação ruim me inundou.
— Aí meu Deus! — Murmurei desesperada, olhei para porta. — O que eu faço?
Minha respiração ficou ofegante, respirei fundo. Não foi nada demais, não tem como alguém invadir. Ao menos que seja o homem aranha, eu moro no quinto andar e minha porta não tem vidro algum.
Tinha que ser uma janela, fui andando devagar para sala. Franzi o cenho ao ver uma pena preta, agachei-me para pega-la. Ela estava no meio da sala. Como isso é possível, então uma presença física surgiu atrás de mim.
— Lalisa Manobal. — Falou lentamente, sua voz era grossa não era familiar e sua presença me causava calafrios, como ele invadiu minha casa?
Eu virei-me lentamente, ficando totalmente boquiaberta e com os olhos arregalados até ver a divindade que estava na minha frente. Era um homem forte, com asas pretas, cabelos pretos, um olhar medonho e penetrante. Seus lábios são finos, um maxilar definido e uma das suas sobrancelhas estão arqueadas.