Sinopse
Tamlin Karalis é um homem feito, com seus 36 anos é um ex-fuzileiro naval. Frio e calculista, ele se vê pedido quando por uma simples ligação de celular, fica completamente apaixonado por uma menina do colegial.
Dafne Sarri é uma menina si...
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Estou no penúltimo ano do colegial, não aguento mais ter que ir estudar. Confesso que amo meus amigos e meu grupo de líder de torcida, mas ter que vir para algumas aulas chatas é a pior coisa.
— Acorde meu amor, vai se atrasar — Mamãe fala abrindo minhas cortinas.
— Não quero ir — falo me cobrindo até a cabeça.
— Tudo bem, mas acho que você não vai querer perde seu treino — ela fala sorrindo.
Bufo e vou levantando aos poucos. moro na cidade da Grécia, desde o dia que nasci. Meus pais se casaram muito cedo e um bom tempo depois me tiveram, nosso relacionamento é muito bom. Nos damos muito bem e somos muito aberto a conversas.
Tenho 18 anos e sou ruiva em uma escola onde tem pessoas consideradas "padranzinhos". Loiras e morenas, com corpo escultural, bunda grande e seios fartos. Eu sou magra, não tem nem um dos dois e ainda por cima sou ruiva com algumas sardas. Sofria muito bullying antes de entrar para o grupo de líder de torcida.
Me arrumo rápido e desço para tomar o café da manhã.
— Achei que não iria — Papai fala assim que entro na sala de jantar.
— Não posso perder ensaio de hoje, amanhã é o último jogo do time de futebol americano. A coreografia tem que está perfeita — Não sou a líder do grupo, porém temos todas um comprometimento iguais.
— Tenho certeza que estará perfeita — mamãe fala entrando com uma bandeja.
— Vocês irão? — pergunto.
— Não minha princesa, temos uma reunião importante na cafeteria— papai fala chateado.
Não me sinto frustrada ou algo do tipo, meus são maravilhosos e nunca pedem uma apresentação. Então eu sei que eles realmente não podem ir.
— Tudo bem pai, eu entendo. Pode ser que chegue tarde, sabe como é Leander — falo.
Leander é o Quarterback do time e meu melhor amigo, ele é uma pessoa incrível. Apesar de alguns defeitos o considero um verdade amigo. Ele me livrava dos bullying que sofria.
— Tudo certo, se for bebe por favor não venha de carro — papai fala.
— Não irei, sabe que não gosto de bebidas alcoólicas — falo sincera.
— Confio em você — mamãe fala tranquila.
— Bom, eu já estou indo. Beijos — falo beijando cada um.
— Boa aula — os dois falam juntos.
Saio e vejo o carro de Leander estacionando na frente da minha casa.
— Vamos em bora cenoura — ele grita do carro.
Bufo e o olho brava, ele sabe o quanto detesto esse apelido.
— Precisava gritar? Vai acorda meus vizinhos — falo entrando no seu carro.
Seu carro é um Volvo XC60, sempre pergunto sobre sua família e ele sempre desconversa. Ele sabe tudo sobre minha vida e eu não sei nada sobre a sua. Olho para o lado e vejo meu vizinho, temos a mesma idade mas ele teve uma criação em casa. Ele me olha e eu sorrio e ele faz o mesmo acenando.
— Sabe que te amo cabelo de cenoura — ele zomba bagunçando meu cabelo.
— Sabe que odeio esse apelido — falo brava.
— É por isso que te chamo assim — fala dando risada.
— Amanhã será seu último dia, como está se sentindo sabendo que agora será um verdade adulto — pergunto caçoando dele.
— Está dizendo que eu não sou um homem? — ele pergunta concentrado na estrada.
— Eu? Jamais — faço uma expressão de indignada.
— Falsa, mas respondendo sua pergunta. Nada irá mudar — ele fala sério, parecendo lembrar de algo.
— Você nunca fala sobre sua vida, sua família... — falo como se não quisesse nada.
— Falando em família como está o senhor e a senhora Sarri — ele muda de assunto como sempre.
— Estão ótimos.
A escola ficava a 20 minutos da minha casa, fomos conversando de coisas aleatórias até chegarmos.
— Chegamos cenoura, vou ver onde está o pessoal do meu time — ele fala assim
Que saímos do carro.
— Tudo bem, vou entrar — falo.
Entro na escola e vou direto para meu armário.
— Amiga, minha nossa hoje seu cabelo está... — a líder de torcida fala vindo em minha direção.
Não tenho amigas, e sendo bem sincera não preciso. Todas as meninas dessa escola são falsas, uma querendo passar por cima da outra. Não vejo verdade nelas e prefiro manter distância. Mesmo sendo do mesmo grupo de dança.
— Olá Bethe — falo colocando meu material na mochila — sim, meu cabelo está ondulado hoje.
— Eu percebi, está... linda — ela fala com cara de nojo, mas rapidamente tenta disfarçar.
— Obrigada — sorri fingindo acredita no seu "elogiou"
— Bom, eu estava pensando em fazer uma festa amanhã de despedida dos meninos do time. Você poderia conversar com o Leander e convencer ele a ir.
Resumindo, eu sabia dessa festa. E não fui convidada e como o Leander não iria sem mim ela está me chamando agora.
— Claro, irei falar com ele — sorrio.
— Ótimo, estarei esperando por vocês — ela sai mandando beijinhos.