Capitulo 10 - Ultimo

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Boa tarde gente, tudo bem com vcs!? Trago o Último CAP dessa fic que vai deixa sdds aqui no Wattpad, qual será a resposta da Sasuke após a declaração da Sakura em!? Teremos um final feliz!? Vamos ver no último cap 😭😭 Boa leitura a todos e até o final ❤️

Capitulo 10- Ultimo

Sakuta voltou a vê-lo no quarto de Itachi, mas evitou encará-lo. Estava envergonhada com a confissão impensada, e gostaria de poder apagar as palavras que haviam sido recebidas com indiferença. Mas era tarde demais...

— Itachi? — chamou, respirando aliviada ao ver o sorriso sonolento em seus lábios. — Você vai ficar bem. Os médicos conseguiram...
— Eu sei... Vocês precisam telefonar...
— Vou ligar para Daisuke em seguida para contar que você está bem. Agora descanse.

Itachi estava agitado.

— Quero que liguem... para Izumi...

Sakura olhou para Sasuke. Ele mantinha os olhos fixos no irmão.

— Itachi, quem é Izumi?
— E... a mulher com quem vou me casar.

Itachi dormiu tranqüilo depois de ter feito a surpreendente revelação. Ou teria sido apenas o efeito da anestesia? Talvez ele estivesse confuso, ou sonhando...
Uma hora mais tarde, quando acordou, ele parecia mais lúcido. Sakura passara todo o tempo ao lado da cama, sem olhar para Sasuke, tentando esconder a humilhação provocada pela confissão impensada de seus sentimentos. Revelara seu amor, e ele se limitara a oferecer um lenço para secar suas lágrimas!

— Sou mais forte do que imaginavam, não é? — Itachi brincou ao vê-los.
— Eu sempre soube que você era forte, meu irmão.
— Sakura, quero que me faça um favor.
— Quer que eu telefone para Izumi?
— Como... como sabe disso?
— Você mencionou alguma coisa quando voltou para o quarto depois da cirurgia. Só estava esperando que me desse o número do telefone.
— Quem é Izumi? — Sasuke perguntou novamente.
— Izumi Senju. Ela se mudou para Morning View há seis meses, e temos nos encontrado desde então. Não contei a ela sobre o tumor... sobre a cirurgia... Não quis preocupá-la.
— Senju? Ela é parente de Tsunade Senju?
— Izumi é neta de Tsunade. Ela se mudou para Morning View para cuidar da avó. Desde que Tsunade faleceu, Izumi tem estado sozinha e triste. Ela não conhece ninguém na cidade e... precisa de mim.

Sakura viu o amor que iluminava os olhos de Itachi. Izumi precisava dele... e ele precisava sentir-se necessário, algo que nunca experimentara a seu lado.
Alguns minutos mais tarde, depois de conversar com Daisuke e informar que o pai estava bem, ela telefonou para a mulher com quem Itachi planejava se casar. Alguns minutos mais tarde, quando desligou, ela se deu cota de uma dor aguda no peito, uma sensação que era ao mesmo tempo doce e amarga. Itachi estava seguindo em frente, construindo uma vida nova que não a incluía. E tinha de continuar vivendo também... sem Sasuke, sem o homem que amava.
Quando voltou ao quarto, Itachi estava sozinho.

— O que aconteceu? Onde está seu irmão?
— Ele foi embora, mas prometeu voltar amanhã cedo. Já falou com Izumi?
— Ela está vindo para cá. A pobrezinha ficou desesperada quando contei sobre a cirurgia.
— Pode ficar comigo até ela chegar?
— É claro que sim. — Afinal, não tinha pressa de voltar para um apartamento vazio. Para um coração partido.

Passava das sete da noite quando Izumi Senju chegou ao hospital. Pequena e morena, ela se aproximou de Itachi chorando.
Sakura os observou juntos e notou uma ternura que jamais vira nos olhos do ex-marido durante todo o tempo em que estiveram casados. Em silêncio, saiu do quarto e deixou-os sozinhos.
Já estava no carro quando a emoção a dominou por completo. As horas de preocupação, os dias de ansiedade, a confissão humilhante e a reação gelada diante de suas palavras de amor...
Desolada, debruçou-se sobre o volante e chorou lágrimas amargas acumuladas ao longo de anos de vida. Chorou pela criança que havia perdido os pais, pela jovem que tentara fugir da solidão através de uma gravidez e de um casamento com um homem imaturo demais para corresponder as suas expectativas. Finalmente, chorou pela mulher em que se transformara, uma mulher que sempre se considerara forte, mas que finalmente havia identificado a própria fraqueza; amava um homem a quem não podia amar, um homem que a desejava, mas não a amava.
A noite havia caído cobrindo a cidade com seu manto escuro. Esquecera de acender as luzes quando saíra do apartamento naquela manhã, e não queria entrar em um lugar escuro e vazio.
Sabia o que queria... o que não poderia ter.

Perdidos do AmorHistórias para pegar e não largar. Descubra agora