Pov Mason
Já se passou dois dias desde o acontecimento bizarro na paulista e eu continuo aqui no Brazil, daqui a pouco eu vou pro aeroporto, voltar pra casa, mas minha cabeça ainda tá naquela brasileira marrenta, eu voltei na avenida Paulista no mesmo horário esses dois dias pra ver se eu achava ela de novo, nada, ontem eu tentei ir pra frente daquilo que eu acho que é uma escola, aonde o carro dela tava estacionado, mas novamente, minha tentativa foi falha, eu não consegui achar ela, não sei porque ela me marcou tanto, mas sei lá.
Horas mais tarde
Agora eu tô no aeroporto, no avião, na verdade, esperando levantar vôo, é uma pena que eu tenha que ir embora agora, eu gostaria de poder ficar mais um pouco mas tenho que trabalhar, vamos começar a gravar the black phone 2, e óbvio que o protagonista tem que tá. É bem cedo, 4 horas da manhã no fuso horário do Brazil, coloco meu fones e tento dormir, quando acordei, já estava nos Estados Unidos de novo. Fui pra casa dormir a manhã toda até dar o horário de ir pro estúdio, gravamos as primeiras cenas e fomos liberados, todo o cast combinou de sair e comer algo, então fomos, eu tava meio viado, encarando um ponto fixo até ser tirado dos meus desvaneios.
Miguel: O que foi, Mason? Tá pensando na brasileira de novo ? - Ele ri, eu tinha contado pra ele toda a história já que ele era meu melhor amigo.
Madeleine: Brasileira? Como assim?
Banks: Conheceu uma gatinha por lá?
- É, sim, ela é muito bonita, mas eu não tava pensando nela. - Olho pro Miguel. - Só tô com sono, bem.
Tristan: Mesmo assim, queremos saber dessa história.
Brady: Oh se queremos.
Comecei a contar e explicar toda a história pra eles, Miguel só ria enquanto os outros prestavam atenção.
Becca: Então resumindo, você gostou dela, achou ela um charme e ela não tá nem aí pra você ? - Ela ri.
Miguel: Vê pelo lado positivo, cara. Você não vai mais ver ela, só se for outra vez ao Brazil, e vai ser muita coincidência se você achar ela de novo, rapidinho você esquece.
Dei uma risada fraca, não sabia se queria encontrar ela novamente ou não.
Pov S/n
- Eu não quero ir. - Digo sentada no sofá.
Dandara: Nossa, ir pros estados unidos, morar sozinha, dirigir sem ter que se preocupar porque lá você pode dirigir legalmente, conhecer várias pessoas novas e aperfeiçoar seu inglês, que problemão em, gata. Se eu fosse você estaria chorando agora. - Ela debocha.
- Vai você então. - A encaro.
S/m: Chega vocês duas. S/n, querida, você vai, vai ser ótimo pra você, e você sabe muito bem disso, é uma ótima oportunidade, filha. - Ela diz com seu jeito calmo.
- Ótima oportunidade de vocês se verem livre de mim, só se for.
Dandara: Exatamente. - Eu jogo uma almofada nela. - Aiii.
- Você que começou, pirralha.
Dandara: Só sou dois anos mais nova que você.
- Só 730 dias de diferença, né ? Pouca coisa, graças a Deus. - Sorrio irônica.
S/m: Já chega, está decidido, S/n você vai, Dandara respeita a sua irmã. - Dessa vez seu tom era mandão, minha mãe era policial, capitã, pra ser mais específica, sabia usar sua voz de comando quando precisa.
Ok, vamos lá, porque eu não quero sair do país, porque sim, parece uma ótima ideia morar fora, sozinha e os caralho a quatro. Mas isso porque só se vê o lado positivo, mas existe o lado negativo também, se o ensino médio aqui é um inferno pra mim, imagine o de lá, a comida é horrível, só é bom pra quem quer morrer de artéria entupida, não gosto do estilo de lá, eu gosto do meu país, e realmente prefiro ficar aqui, eu já tô acomodada aqui e não queria sair da minha zona de conforto, mas minha mae insiste em me mandar pra um intercâmbio, ela disse que é uma oportunidade muito boa pra mim estudar e fazer novas amizades, e aperfeiçoar meu inglês, eu vou é sofrer um puta bullying pelo meu sotaque.
Entrei pro meu quarto e fui fazer minhas malas, eu iria literalmente no dia seguinte, tô começando a achar que a minha mãe realmente tá querendo se livrar de mim o mais rápido possível.
Dias depois
Já faz dois dias que eu cheguei ao estados unidos, e já me acomodei na casa, todos os móveis estão arrumados nos lugares que eu achei que ficasse mais legal. Amanhã eu começo na escola nova, essa parte não me anima nada, mas foi pra isso que eu vim pra cá, mesmo que tenha sido contra minha vontade. Se Deus quiser eu não faço um massacre lá, adoro American horror stories, não seria nada mal fazer uma interpretação detalhada de um certo episódio...
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Famous - Mason Thames
FanfictionMason Thames, um jovem ator e modelo que estava no auge da sua fama por ter interpretado Finney Blake em O telefone preto conhece S/n nas ruas de São Paulo, em uma visita a cidade. Ele só não esperava que ela fosse começar a fazer parte da sua vida.
