Bem melhor.

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Quando a falta de ar se fez presente entre nós, eu me afastei e encostei minha testa na sua, tomando de volta a respiração que o beijo tinha me tirado.

- Preciso mais disso, vamos pra casa ? - Eu precisava de mais, e ali me limitava demais.

S/n: Mason...

- Por favor, eu aviso que nós estamos indo embora. - Eu praticamente imploro. - Eu quero te beijar com calma, quero que estejamos confortáveis, não quero te beijar em um canto de balada qualquer, com toda essa barulheira.

S/n: Tudo bem, vamos pra casa então.

Dei um sorriso que seguiu de um selinho naqueles lábios macios, pedi pra que ela fosse pedindo um táxi pra nós enquanto eu avisava os outros que estávamos contando.

- Aí, a S/a não tá muito legal, eu vou levar ela pra casa e cuidar dela, vocês podem continuar aí, se precisarem de mim, podem me ligar, eu provavelmente vou estar acordado. - Só disse que poderiam me ligar por dizer, porque se ligassem eu com toda certeza não iria atender.

Miguel: Tá bom, hermano. Melhoras pra S/a.

Brady: Eu vou com vocês.

- Não precisa, ela só precisa de um remédio e deitar um pouco.

Assim que comuniquei a galera, voltei pro lado de fora e me juntei a S/a na calçada esperando o Táxi, assim que ele chega, eu já trato de ir pagando a corrida e olho pra minha garota que me deu um sorriso lindo como sempre.
Em poucos minutos chegamos em casa, fomos devagar e nas pontas dos pés, pra não acordar Banks e nem Maddy que aparentemente dormiram na sala vendo um filme.

Pov S/n

Entramos no meu quarto que era o mais afastado do resto dos cômodos, mal entrei e a primeira coisa que senti foram as mãos de Mason em minha cintura me puxando contra ele, não vou mentir, sentia muita falta daquelas mãos, e dos seus beijos.

Mason: Eu estava com tantas saudades disso, princesa.

- Eu não posso negar que também estava.

Mason ainda segurava minha cintura quando aos poucos foi dando passos pra trás até chegar na cama, se sentiu na ponta e me puxou para que me sentasse de lado em seu colo. Dessa vez ele estava completamente calmo, diferente de antes, passou as mãos pelo meu cabelo olhando cada cantinho do meu rosto com um sorriso bobo no rosto.

Mason: Se eu soubesse que me envolver com uma brasileira ia me causar tantas coisas diferentes, eu juro que jamais teria entrado naquele carro.

- Tem certeza ?

Mason: Não, eu teria feito tudo igual, pra ter o melhor beijo da minha vida, o melhor abraço. - Ele segurava minha cintura me levando mais pra perto de si. - Tudo é melhor com você.

Coloquei meus braços em volta de seu pescoço dando um sorriso, naquele momento eu parei de pensar em tudo e me concentrei apenas naquele momento, depois eu pensava em como ia lidar com tudo isso.
Me aproximei de sua boca, selando nossos lábios em um beijo calmo e tranquilo, suas mãos me apertavam com força, eu adorava aquela sensação, quem olha assim pra ele, não acha que ele é assim. Minhas mãos agora estavam em sua nuca dando alguns puxões leves, e as suas estavam por baixo do meu sueter fazendo carinho em minhas costas, tirei minhas mãos de sua nuca pra enrolar o cabelo em um coque e tentar afastar o calor que fazia algumas gotas de suor se formarem em minha testa.

Mason: Está com calor também ? - Ele cessa o beijo ficando ainda próximo o suficiente pra que eu sentisse sua respiração.

Balancei a cabeça em positivo, minha voz estava fraca demais pra conseguir formular uma frase por minúscula que seja.
O cacheado agora puxava meu suéter pra cima na intenção de tirá-lo do meu corpo, levantei os braços para ajudá-lo, e assim ele consegue remover a peça, tomei a atitude de tirar a camisa do mesmo também que me deu um sorrisinho em alívio.

Mason: Bem melhor.

- É, bem melhor. - Coloquei minha mãos em seu rosto, olhei pra cada um de seus olhos em seguida pra sua boca, aproximei meu rosto do seu o suficiente pra sentir o ar quente da sua respiração se misturando com a minha. - Eu deveria me levantar agora e ir dormir, por todas as suas provocações, mas pra sua sorte, eu quero tanto te beijar que eu não consigo.

Mason: Você é muito cruel comigo, sempre falando que somos só amigos a partir de agora, foi meu jeito de me vingar, mas eu não quero saber disso agora, quero sentir você.

Dei um sorriso convencido ao ouvi-lo e finalmente encostei minha boca na sua iniciando novamente um beijo, deslizei uma das mãos que estavam pousadas em suas bochechas para seu ombro o apertando com força, mas não o suficiente pra machucar. Mason por sua vez continuava segurando minha cintura, a apertando e me puxando pra ficar mais próxima de si, como se isso fosse possível, agora uma de suas mãos estava em minhas costas me pressionando contra seu abdômen, seu corpo era febril, isso explica muito porque quase não sentia frio, o ar se fazia inexistente entre nós me fazendo me afastar por um pequeno momento.

- É por isso que não precisa de casado, você parece que está com febre.

Mason: Nem sempre é assim, experimenta me tocar quando estou longe de você. - Ele dá um sorriso lateral que eu sou completamente apaixonada, eu não falei nada, só contei a lhe beijar dando alguns sorrisos entre o beijo, sempre que eu fazia isso ele me pressionava ainda mais contra ele mesmo. - Vai ter que ficar assim comigo por um ano inteiro pra que acabe com a minha vontade de todos esses dias que você insistiu em ficar longe de mim. - Ele falava entre o beijo, dessa vez me pressionando pra baixo.

- Só cala a boca, e aproveita, antes que eu mude de ideia.

Ficamos um bom tempo de pegação, até a hora que ouvimos e vimos pela janela que os meninos tinham chegado, mandei Mason correr pro seu quarto.

Mason: Não quer que saiba que voltamos ? - Ele dá um sorrisinho cafajeste.

- A gente conversa sobre isso amanhã, vai pro seu quarto.

Ele me dá um selinho e assim some na escuridão dos corredores da casa, assim fecho a porta do meu quarto e a tranco. O mundo realmente dá voltas, antes era eu que provocava e acabava com a sanidade desse moleque, e agora olha a minha situação.

Famous - Mason Thames Histórias para pegar e não largar. Descubra agora