Sentimento Proibido part. FINAL

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OIOIOIOI MEUS AMOREEESSSS!!!!! A vida anda tão corrida, gente! Não tenho tempo de nada, só trabalhando igual uma vagabunda e estudando igual uma condenada. Enfim, ESTOU DE FÉRIAAASSS E ME FORMO ANO QUE VEM HEHEHE 

Então, com vocês, o último capítulo de Sentimento Proibido. 

Agora sim posso atualizar toda semana lalala amo vcs e comentem o que acharam, eu quis finalizar logo esse imagine pq to com várias ideias de outros beemm legais. 

Boa leitura! 

S/n estava deitada em sua cama com os fones de ouvido tocando uma de suas bandas favoritas: Paramore. Com os olhos fechados e alguns murmúrios inaudíveis the only exception, a garota vagueia seus pensamentos às últimas semanas e como sua vida mudou de ponta cabeça do nada. Uma parte de si começa a se culpar por tudo o que aconteceu, pois, segundo uma voz – que ela tentava a todo custo afastar – tudo isso era culpa dela, afinal, ela não afastou Eli firme o suficiente para que ele não se sentisse no direito de tocar dela.

Que porra de pensamento é esse, s/n? – pensa a garota – mesmo que eu estivesse nua, ele jamais deveria tocar em você, sua burra! Você deveria cortar o pinto dele fora, isso sim.

Mas, mesmo que ela seguisse repetindo isso a si mesma como um mantra todas essas últimas semanas, uma parte dela se recusava a aceitar isso totalmente. Em meio ao caos que estavam seus pensamentos, pensou em Miguel. Ah, Miguel... O que ela havia feito de errado?

Outro idiota – xinga a garota no meio da música.

Então, algo que não acontecia há meses veio à tona: s/n se pegou pensando em sua mãe, seu maldito padrasto e tudo o que viveu naquela casa. Antigos gatilhos começavam a aparecer em sua mente e um sentimento de impotência tomava conta se eu coração. A garota morde o lábio e tenta segurar o choro que começa ameaçar a cair, fazia meses que não pensava em sua mãe e não sentia vontade de um abraço de mãe que a acolhesse e fizesse sentir que tudo ficaria bem.

Inesperadamente, seu pai abre a porta do quarto e quase a faz cair da cama, quando estava prestes a reclamar da invasão de privacidade, s/n nota a linha de expressão marcada na testa e a respiração ofegante de seu pai. Ele estava preocupado.

– Está tudo bem, pai? – a garota pergunta sentindo um frio na barriga.

– Coloca um casaco, vamos para o hospital – diz afoito e sai pegando as chaves do carro.

– Pai? Qual o problema? – a garota diz calçando seu tênis e correndo para alcançar Johnny.

Johnny não respondia, apenas cantava pneu pelas ruas de Reseda e s/n sentia seu coração disparado. Era sério.

– Pai, eu estou infartando! O que aconteceu? É o Miguel, não é?

– É, é ele sim. Ele sofreu um acidente indo pra casa, isso é tudo que eu sei – Johnny diz soltando uma respiração pesada e transmitindo toda sua preocupação em seu tom de voz.

S/n não respondeu, apenas apertou o cinto de segurança e puxou o ar com força. Mesmo com tudo o que aconteceu, a garota iria desejar algo de ruim para Miguel. Ela o amava. Por mais que tentasse negar, por mais que Miguel a odeie e tenha a afastado, ela não podia negar que o amava. Amava com todo coração e não aguentava mais segurar isso.

A garota sempre soube, desde o momento que derrubou Miguel naquele tatame e seus olhos se encontraram, que o amava. Não importa o tempo que passou ou a briga que tiveram, não importava mais o que Hawk fez para ela, não importa se os amigos riam dela pelas costas. O amor de sua vida havia sofrido um acidente e estava no hospital. De novo.

IMAGINES - Cobra KaiHistórias para pegar e não largar. Descubra agora