capítulo 4

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Estar com hope e o paraíso

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Estar com hope e o paraíso. Me mudar foi uma decisão difícil... porém, teve que ser tomada. As coisas entre meu pai e eu não estão boas e isso seria horrível para minha mãe nesse momento. Odeio ter que ficar longe dela, mais não há nada que eu possa fazer para mudar isso!

Mudar para cousin será bom para mim, irei me dedicar mais a mim mesmo, ao mar... ah o mar. O mar me acalma, o mar me traz paz, o mar e minha casa. Descobri isso no último verão que eu vim, espero que hope descubra que aqui também é a casa dela. De repente, uma memória invade minha mente...

Éramos pequenos, estávamos curtindo uma deliciosa tarde de verão na praia com nossa família

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Éramos pequenos, estávamos curtindo uma deliciosa tarde de verão na praia com nossa família. Estávamos todos felizes, rindo, bebendo, conversando, contando histórias.... sempre foi assim! Amava vim aproveitar as tardes com minha família, hope estava começando a ficar fria e distante de mim, após eu começar conversar com uma garota. Sentia falta da hope que era agarrada a mim!

Observava cada passo seu, afinal eu era mais velho e me sentia responsável por  cuidar dela. Sempre me senti assim. Talvez fosse extinto. Queria poder dizer a ela, mesmo pequenos o quanto a amo, o quanto queria tê-la comigo por toda uma vida. Ah hope, se você soubesse dos vários planos que já fiz pensando em nós nós, ficaria surpresa e nao iria querer sair do meu lado.

Vejo ela entrar no mar, pulando as ondinhas. Era isso que gostávamos de fazer, definitivamente o mar e nossa casa!

Flashback off

Saio de meus pensamentos tendo a mesma visão de minha lembrança. Hope pulando ondinhas, como sempre fazíamos. Porém, essa hope é diferente daquela hope. Ela não percebe que estou a observando, e continua.

- conrad: pequena hope, ainda gosta de pular ondinhas? - pergunto atrás dela, e rio ao ver que ela deu um pulo de susto.

- hope: assim você me mata! Sim, amo pular as ondinhas, pois elas trazem sorte tanto na vida, quanto no amor. - observo ela falar oque eu a disse anos atrás.

- conrad: exatamente, você nunca isso?! - sorrio de lado e a vejo ficar vermelha.

- hope: que?! Eu apenas li isso num romance, não foi porque você disse. Conrad, pare agora de se gabar! - fala ela irritada tentando achar um argumento e rio ao ver ela se embaralhar.

- conrad: aí Deus hope, você não consegue disfarçar! - continuo rindo.

- hope: para de ser chato conrad! - me joga água.

- conrad: o chato que você ama! - jogo água de volta.

De repente, ela começa a rir. Ah, sua risada gostosa, e continuamos a jogar água um no outro... até ela escorregar e quase cair, seguro ela por sua cintura e nos prendemos em um contato visual.

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Amor entre amigos conrad fisherHistórias para pegar e não largar. Descubra agora