Décimo sexto 🐾

2.2K 218 16
                                        

Jung 🐰

Meu homem me ensivava a escrever algumas palavrinhas, aprendir um monte de coisa, eu estava bem em ler algumas palavras.

estávamos sentadinho na cama.

- Escreve seu nome e o nome do seu homem. - disse o mesmo me olhando serio.

- Jimin e meu nome.?

- Sim, meu amor, nosso nome, se você acertar, eu te dou um presente bem grande. - meu sorriso ficou bem grande.

- É seu pênis.?

- Querido, não é isso, meu bem é outra coisa.

- Eu vou gostar.? - pergunto estranhando.

ficamos em silêncio por alguns minutos e logo o mesmo assentiu em resposta.

- Você vai adorar, qual é sua cor preferida ? - pergunta e eu não sei responder, são várias.

- Amor, é muitas, posso dizer uma cor sem ser minha preferida.?

- Pode...  - ganho um beijinho.

- Roxinho, da cor da minha calcinha, pode ser.?

- Humhum. - respondeu-me sorrindo.

escrevo nossos nome bem devagar sempre corrigindo, entrego para meu homem e fico esperando sua resposta.

- Jiminie amor, o que achou? está certo.?

deito na cama ficando com as perninha abertas, logo sinto o corpo grande do mesmo em cima do meu.

- Você é muito esperto, meu amor, está tudo certinho, agora vamos guardar nossas bagunça e fazer nosso jantar, os meninos vão jantar conosco. - faço um biquinho.

- Jimo, eu posso ficar aqui escrevendo. ? - seu olhar era distante.

- Pode!.- respondeu-me depois de um tempo.

- Eu vou escrever um monte de coisa viu.?

- Sim, eu vou deixar meu celular aqui, você vai escrever tudo que eu anotar aqui.?. - apontou pro celular.

- Prometo! amor. - espero o mesmo escrever algumas vezes, para eu passar pro meu caderninho de bixinho.

ganhei vários selinhos e ele saiu do quarto para fazer nosso jantar gostoso, a comidinha do meu homem é muito delíciosa.

escrevo a primeira frase sentindo meus dedinhos doerem, eu seguro o lápis com muita força.

depois termino a segunda e pronto, não quero mais escrever, vou assistir desenho.

também não quero assistir sozinho.

desço os degraus e vou para cozinha onde meu homem estava cozinhando pra seu menino, que no caso sou eu, e seus amiguinhos.

— Jimin amor. - esfrego meu rostinho nas costa do mesmo e mordo em seguida.

— Amor, isso é bom...ceus, que dor mais prazerosa.

— Ji, eu não entendo nada disso, suas palavras é muito complicada, sentir sua falta.

— Eu sentir seu cheiro quando você estava descendo as escadas, tipo, quando um alfa sente o cheiro de seu ômega. - sorrimos bem alto.

— Jiminie, você é um humano normal.?

— Oxe, tu também é normal, meu anjo.

— Eu sou um, Híbrido.

— Quem liga ? eu gosto do mesmo jeitinho, prefiro você desse jeitinho, do seu jeitinho. — ganho um selinho barulhento.

— Porquê esse barulhinho.?

— É um selinho molhadinho, por isso do barulhinho.

— Entendo, homem da minha vida.

— Eu sou.?

— Jiminie, é sim, e sempre vai ser meu homem!. - sento-me na cadeira pertinho da mesa.— Ji, eu posso comer uma cenoura.?

— Eu tenho uma bem grande, vou pegar pra você.— vejo o mesmo abrir a geladeira e pegar um saquinho com o monte de cenouras.

subo em cima da cadeira batendo palminha.

— Ebaaa, obrigado.!

— Jung, meu raio de sol, meu amor, não pode subir na cadeira, tenho medo de você cair e se machucar.

— Prometo me comportar.

— Querido, você está comportado, só tenho medo do meu nenêm se machucar. — pego minha cenoura e começo a devorá-la com meus dentinhos.

MY LITTLEHistórias para pegar e não largar. Descubra agora