Trigésimo 🐾

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Jimin.! 🐥

Estaciono meu carro ao lado de uma árvore, viemos fazer uma visitinha aos meus sogrinho e a louca da ex secretária da minha empresa.

— Amorzinho, você está bem mesmo.? – pergunto, pois essa vai ser a primeira vez que ele irá ver os pais depois de ter fugido de casa.

— Humrum, você está ao meu lado, eles não vão chegar perto de mim não é.?

— E quem disse que eles estão soltos.? eles estão preso na cadeira
vamos! – deixo um selar nas costa da mão do mesmo.

— Nenhum beijinho.?

— Quando você sair do carro eu dou quantos você quiser. – digo baixinho, retiro meu cinto e saio do carro.

meu menino estava usando uma saia rosinha bebê, está a coisa mais linda do mundo.

dou a volta no carro e vou abrir a porta para meu nenêm, tiro o cinto do mesmo e espero ele sair do veículo.

fecho a porta e o prenso na mesma.

— Jimin, está louco.? me assustou amor. – pronlogou "amor" e eu gemi baixo, tão gostoso.

— Deixa eu esfregar meu pau na sua bucetinha.?

— Amor não....

— Só a cabecinha uhm.? – escoro minha cabeça no ombro do mesmo deixando meu rosto na curva do seu pescoço.

— Jiminie, aqui fora.? alguém pode nos ver. – nego de imediato e sorrio de canto.

— Ninguém vai nos ver, não têm ninguém aqui, a não ser nós dois e os que estão presos lá dentro. – aponto pra casa.

— Então pode amor... - murmurou.

retiro meu cinto e abro minha calça tirando meu membro pra fora da peça.

— Não tire nadinha. – digo ao vê-lo abaixar a saia, levanto a mesma novamente deixando como estava.

pego meu pau pela base e levo até a bucetinha do mesmo, começo a esfregar na mesma nos fazendo gemer em uníssono.

— Jiminie, entra...- neguei sorrindo.

— Só quero esfregar a cabecinha até gozar.

— Goza dentro então amor. – fez um biquinho.

— Você engravida e nós não queremos outro nenêm por agora não é mesmo? – assentiu em resposta.

🐾

— Bom dia, povinho do meu ódio diário. - passo pela porta sorrindo de canto.

— Eu quero ir embora, por favor, perdoe-me por tudo que eu fiz com o senhor....- disse a garota me olhando.

— Deveria ter pensado antes de fazer toda ceninha, agora aguente as consequência. – caminho em direção aos meus "sogro".

— Senhor nos solte, já sofremos o bastante. – solto um riso alto deixando ambos com cara de quem não entendeu nada.

— Minha princesa sofreu por dezoito anos e você está aqui a duas semana, eu deveria manter vocês dois em casere privado por alguns anos.

— Por favor....

— Mas como eu sou uma ótima pessoa e com o coração bom. – nem terminei a frase e ambos começou a rir pensando que eu ia soltá-los.

— Jiminie amor, que lugar grande é esse.? – vejo meu amor passar pela porta, eu o deixei no banheiro se limpando já que eu hávia gozado no mesmo, apenas em suas perninha, não na preciosa.

observo a face dos pais do mais novo e os vejo sorrir, quero acabar com essa gracinha.

— Meu menino. – disse o pai do mesmo.

meu amor nem deu moral,  fingiu não ter escutado.

— Seu menino não, minha princesa, só minha entendeu.? – seguro nos cabelos do mesmo. — Não ouse dizer essa palavra novamente, você não é nada dele.

solto os fios dando um chute no mesmo, caminho até meu amor e o beijo com carinho.

Jiminie amor, estou vazando, não sei porquê. – disse assim que nos separamos do ósculo.

bentido seja o primeiro cio da minha coelha.

que venha, será bem vindo, quero transar até dizer chega e meu pau não aguentar mais...

— Seu cio está perto de chegar, eu vou te fuder gostoso, do jeitinho que meu menino gosta. – mordo a pele do pescoço do mesmo.

— Vamos ter nenênzinho.?

— Você quer ter.? – devolvo a pergunta.

— Não, eu quero ser seu nenêm, não quero outro não. — disse me fazendo sorri bobo. — Só eu que sou seu nenêm, nem pensar de arrumar outro. – negou várias vezes.

pitico.

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MY LITTLEHistórias para pegar e não largar. Descubra agora