Vigésimo sétimo 🐾

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Jimin narrando!🐥

Meu menino encontrava-se deitadinho com as pernas aberta, é um sem vergonha mesmo, ainda me pergunto como eu cheguei até aqui sem tocá-lo, meu amor deita de todo jeito, sem se importar com nada.

— Amor, você num têm vergonha de abrir suas perninha desse jeitinho não? estou vendo sua preciosa. – pergunto já sabendo a resposta, gosto de provocá-lo.

— Você é meu namorado, eu não tenho nenhum pinguinho de vergonha de você, eu gosto.... - deu de ombros me fazendo rir.

— Então você gosta que eu veja sua negócia.?

— Humrum amor, seu pênis fica duro quando você ver. - sorriu sapeca e eu quase tive um treco.

— Meu pau clama por sua bucetinha todos os dias, desde quando eu vi você peladinho pela primeira vez. - digo sem se importar com nada, eu só quero me enterrar dentro daquela coisa gostosa.

— Eu também amor...

— Também oquê uhm.? sua preciosa quer sentir meu pau indo bem fundo, te alargando todinho.? - resolvo provocá-lo.

— Ji, hum hum, eu quero agora seu pau em mim, bem aqui. – apontou pra sua bucetinha, essa que estava escorrendo aos monte, meu menino está quase entrando no cio, estou enlouquecendo só de pensar.

— Eu vou meter em você, porém que vai comandar é você, certinho.? eu te ensino e você coloca em prática. ‐ abro o potinho encharcando meu pau em seguida.

me masturbo, espalhando o liquido por todo meu comprimento, me sento escorado na cabiceira da cama, o chamo com o dedo e dou algumas batidinha em minhas coxas.

— É pra sentar em seu colinho amor.?

— Sim, minha princesa, deixe-me te explicar uma coisinha, presta atenção anjo, você vai sentar em mim, desça devagarinho e se quiser parar é só sair de cima de mim, eu não vou ficar chateado por pararmos, não faça para me agradar por favor amor, se doer muito e não for suportável, pare imediatamente, eu não quero machucar meu menino. - termino de falar.

— Jimin, vai doer de quaisquer jeito e sangrar também...

— Sim!, vai doer, porém se você não aguentar a dor, pode parar certo.? - acenou positivo. – Senta com as perninha de cada lado, vou te preparar primeiro. - ajudo o mesmo.

encharco meus dedos e a preciosa do mesmo, assim que penetro o primeiro dedo o mesmo gemeu manhoso.

— Ji, dói só um pouquinho, eu vou te dizer, viu.?

— Por favor!. -  meu dedo anelar entrava e saia perfeitamente, depois de alguns minutos eu penetro o dedo do meio, faço movimento lento sentindo o mesmo contrair. – Imagina quando for meu pau aqui dentro, eu vou te fuder gostoso e espero que você goste do jeitinho em que vamos fazer amor, lento, eu não gosto de nada bruto, sou carinhoso.

— É bom amor. - gemeu apertando os olhinho. — Hum. - sorrio de canto e vou inserindo o terceiro. – Aí amor, ardeu um pouquinho, não para eu estou bem, viu.? – sorriu pequeno.

faço movimentos de tesourinha o deixando mais abertinho, não sou nada pequeno e muito menos fino, ceus, espero que eu não o machuque por dentro.

minutos depois eu retiro meus dedos de dentro do mais novo, chupo meus dedos e encharco meu pau outra vez e mais ainda do que a primeira.

levo meu pau até a entrada virgem do mesmo e peço para que ele sente devagarinho.

— Jun nenêm, me beije enquanto você tenta descer. – seguro na coxa esqueda do mesmo e o beijo carinhoso enquanto ele vai descendo aos pouco, gemendo sôfrego, logo minha glande entra fazendo assim ele separar do beijo.

— Aí amor, doeu um pouco... - seguro na cintura do mesmo sustentando um pouco o peso.

— Calminha, vá descendo aos pouco e quando você menos esperar eu já vou está todinho dentro. - murmuro calmo.

assim ele faz, vai descendo aos pouco e gemendo dolorido, meu uma dó quando eu o vi com os olhinho cheio de lágrimas.

— Jiminie, está doendo muito, eu não quero parar, eu quero. - limpo as lágrimas com meu polegar.

— Olhe pra mim, por favor, pare se não aguentar, se fizer isso sentindo muita dor, eu vou ficar com um sentimento de culpa, não faça isso se não aguentar.

— Sua coelinha aguenta, só dói e arde amor.

— Eu imagino que sim, vá aos pouco, a metade já entrou, merda amor, não contrai assim.... - solto um gemido rouco.

— Ji amor. - gemeu manhoso.

minutos depois eu já me encontrava totalmente dentro do mais novo, espero alguns minutosvpara o mesmo se acostumar.

— Quando quiser. – fecho meus olhos por um minuto. — Cacete amor, desse jeito eu não vou durar muito.

— Jimin, essa camisinha está atrapalhando, pode tirar.? - pergunta e eu nego.

seguro o mesmo e me levanto da cama, escosto o memso na parede começando os movimentos lentos nos fazendo gemer em uníssono.

— Que bucetinha apertada, aaah caralho. - o beijo enquanto o fodo gostoso.

— Jimin, acerta de novo no mesmo lugarzinho. – pediu manhoso e eu fiz, porquê quem manda é ele. — Hummm amor, isso é bom, eu estou sentindo você bem lá no fundinho.

— É mesmo.? e você está gostando do meu pau nessa sua bucetinha gostosinha uhm.? - mordo o ombro do mesmo suavemente, apenas encostando meus dentes.

— Jimin-ssi, aaaah gostoso, uhm bem assim amor. – os movimentos eram lentos, porém fundo, meu pau estava sendo esmagado pela bucetinha do mais novo. — Hmmm isso é muito bom, aaaanw amor. - estou quase me desfazendo dentro do mesmo.

o abraço, esfrego o clitóris inchadinho do mesmo fazendo assim ele contrair e gemet manhoso.

— Meu menino.... - mordo meu lábio.

— Ji, eu estou sentindo algo querer sair de lá de dentro, eu acho que vou fazer xixi. – e todos nós sabemos que não é xixi nenhum.

— Pode deixar sair meu amor, isso se chama orgasmo, você está gozando, pode vir. - o beijo.

minutos depois ele vem gemendo manhoso.

estoco algumas vezes e venho em jatos fortes, espero nossas respirações se normalizarem.

🐾

Todos nós sabemos que eu sou péssima em conteúdo. 🔞
Desculpe-me quaisquer coisa.

MY LITTLEHistórias para pegar e não largar. Descubra agora