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Seis meses após a captura de Patrícia 

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Seis meses após a captura de Patrícia 

— Tem certeza disso?

— Sim, vai ser bom para a gente. 

Hermione desviou o olhar de Gina para observar Theo com Oliver nos braços enquanto conversava com Draco. Eles estavam em pé de frente para o portão, sabia que havia sido difícil para que Theo lidasse com as coisas que aconteceram com ele enquanto estava preso. Por causa disso, Gina achou legal que ela fosse passar um tempo com sua família.

— Eles estão na Itália. — Gina informou. — Gui, Gabrielle e Cho Chang também estão com eles. Minha mãe acha que devemos passar um tempo em família depois de toda essa situação, sinceramente estou louca para sair um pouco daqui, ficar eu, meu marido e nosso filho. 

— Bom, espero que fique tudo bem. Arruma um telefone e liga para para cá se precisar de qualquer coisa. 

— Claro, vou procurar um psicólogo nascido-trouxa para Theo, e para mim se for necessário. Precisamos colocar nosso casamento no melhor caminho para criar bem Oliver. Nosso relacionamento começou no erro, e espero que não acabe assim também, então… — ela deu de ombros.

— Acho uma boa ideia. Faça isso, vai ser bom para vocês dois.

— Obrigada! 

Então, um choro alto interrompeu a conversa das duas. Hermione olhou para Draco que fez uma careta antes de se despedir de Theo dando um abraço rápido antes de passar por elas correndo.

— Qual deles? — perguntou Gina diante do choro alto.

— Astória. Não parece choro e sim que ela está morrendo. Olha os gritos? E Draco é o único que consegue acalmá-la, e ele precisa correr antes que acorde os outros.

Gina assentiu.

— Bom, vou indo. A gente se fala depois.

Hermione sorriu abraçando-a.

— Tenha uma boa viagem. — se separou acenando para Theo que retribuiu. Hermione os acompanhou para fora da casa e depois trancou o portão vendo o feitiço de proteção rodear a casa.

Hermione bocejou, olhou para o céu enquanto voltava para casa observando que estava escurecendo. Infelizmente, naqueles últimos meses não houve glória ou luxo, às vezes se arrependia de não ter optado pelo conselho de Narcisa sobre babás. Contudo, descartava essa ideia quando a precaução surgia ao imaginar pessoas perto de seus filhos, e quando ao lado de Draco decidiram que seriam os únicos a cuidarem deles, não achou que seria tão difícil assim.

Destruída! Sim, era uma boa palavra para escrevê-la. E se não fosse pelo apoio de Draco seria mil vezes pior, eles era um dupla que eram derrotados pelo trio manhoso.

O primeiro mês foi complicado, se não fosse por Narcisa, eles dois estavam tão perdidos. Tiveram que aprender que nos primeiros trinta dias seus filhos ainda estão formando seu controle corporal, sua visão é limitada e que reconhece a voz de seus pais. Foi quando descobriu que eles pareciam ser acalmar com a voz de Draco, principalmente Astória que ao ouvir o pai parava de chorar.

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